Ao contrário do time apático do primeiro clássico, em que foi derrotado por 2 a 1 pelo Atlético, o Cruzeiro foi superior ao rival neste domingo, pressionou desde o início da partida e venceu com dois gols na reta final da partida. A torcida, celeste, única presente no estádio, pôde comemorar o título com o time. Já o time atleticano não repetiu a atuação da primeira partida, quando contou com a torcida, e, acuado a maior parte do jogo, não suportou apressão e acabou derrotado.
Wallyson marcou o primeiro gol no clássico entre Cruzeiro e Atlético-MG,
decisão do Campeonato Mineiro
Com a conquista de seu primeiro título no Cruzeiro, o técnico Cuca, cogitado para assumir o São Paulo, na vaga de Paulo César Carpegiani, ficou mais aliviado, uma vez que vinha pressionado depois da queda na Libertadores e da derrota no primeiro jogo da final. Já o atleticano Dorival Júnior, que está teve seu nome na lista do tricolor paulista, não conseguiu levantar sua primeira taça pelo clube alvinegro e viu sua equipe interromper sequência de sete jogos sem perder (seis vitórias e um empate). O bom momento comprovou que a eliminação precoce na Copa do Brasil havia sido superada.
Dono da melhor campanha na primeira fase, o Cruzeiro obteve a vantagem de jogar por dois resultados iguais (dois empates ou vitória e derrota pelo mesmo saldo de gols). Por ter vencido o primeiro jogo da final, o Atlético, segundo colocado na etapa classificatória, conquistou o direito de jogar pelo empate no clássico decisivo deste domingo, mas não soube aproveitar a vantagem.
O Cruzeiro perdeu um de seus principais jogadores para o jogo decisivo. O meia Montillo, expulso no final da primeira partida, cumpriu suspensão. Porém, o treinador contou com o retorno de Thiago Ribeiro, que ficou quatro jogos fora do time por contusão, e de Roger, barrado no primeiro duelo da final, que ganhou nova chance.
Já o Atlético entrou em campo com o time que vinha atuando, uma vez que o meia Renan Oliveira, que cumpriu suspensão no primeiro clássico, retornou. A equipe alvinegra passou a contar também o volante Richarlyson, que foi julgado pelo Tribunal de Justiça Desportiva e levou um jogo de suspensão. Como já havia cumprido, pôde jogar.
Com a bola rolando, a experiência do time celeste, principalmente com Gilberto, Roger, Fábio e Thiago Ribeiro, superou a juventude atleticana, que contou com atletas oriundos da base, entres eles Giovanni Augusto, Fillipe Soutto, Bernard e Leleu. O experiente Daniel Carvalho
foi barrado por Dorival e sequer ficou no banco.
Com o fim do Mineiro, os rivais se concentram agora no Brasileirão, que começa no próximo final de semana. O Atlético estreia contra o xará Atlético-PR, no próximo sábado, às 18h30, na Arena do Jacaré. Já o Cruzeiro inicia a competição diante do Figueirense
, domingo, às 16h, em Florianópolis
Uol.
Dono da melhor campanha na primeira fase, o Cruzeiro obteve a vantagem de jogar por dois resultados iguais (dois empates ou vitória e derrota pelo mesmo saldo de gols). Por ter vencido o primeiro jogo da final, o Atlético, segundo colocado na etapa classificatória, conquistou o direito de jogar pelo empate no clássico decisivo deste domingo, mas não soube aproveitar a vantagem.
O Cruzeiro perdeu um de seus principais jogadores para o jogo decisivo. O meia Montillo, expulso no final da primeira partida, cumpriu suspensão. Porém, o treinador contou com o retorno de Thiago Ribeiro, que ficou quatro jogos fora do time por contusão, e de Roger, barrado no primeiro duelo da final, que ganhou nova chance.
Já o Atlético entrou em campo com o time que vinha atuando, uma vez que o meia Renan Oliveira, que cumpriu suspensão no primeiro clássico, retornou. A equipe alvinegra passou a contar também o volante Richarlyson, que foi julgado pelo Tribunal de Justiça Desportiva e levou um jogo de suspensão. Como já havia cumprido, pôde jogar.
Com a bola rolando, a experiência do time celeste, principalmente com Gilberto, Roger, Fábio e Thiago Ribeiro, superou a juventude atleticana, que contou com atletas oriundos da base, entres eles Giovanni Augusto, Fillipe Soutto, Bernard e Leleu. O experiente Daniel Carvalho
Com o fim do Mineiro, os rivais se concentram agora no Brasileirão, que começa no próximo final de semana. O Atlético estreia contra o xará Atlético-PR, no próximo sábado, às 18h30, na Arena do Jacaré. Já o Cruzeiro inicia a competição diante do Figueirense
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Marcos Imperial