Nova pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quinta-feira (28) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente em todas as simulações de primeiro e segundo turno. O levantamento indica uma ampliação da vantagem do atual mandatário, impulsionada por recuos recentes na oposição.
Abaixo, confira os principais números do estudo:
Primeiro Turno (Cenário Estimulado)
Lula (PT): 38,5%
Flávio Bolsonaro (PL): 31,5%
Ronaldo Caiado (PSD): 5,5%
Romeu Zema (Novo): 2,4%
Renan Santos (Missão): 2,1%
Outros: 4,4%
Brancos/Nulos: 5,1%
Não sabe/Indecisos: 10,5%
Segundo Turno (Lula vs. Flávio Bolsonaro)
Lula (PT): 46,5%
Flávio Bolsonaro (PL): 41,4%
Brancos/Nulos: 7,1%
Não sabe/Indecisos: 5,1%
Outros Confrontos Diretos de Segundo Turno
Lula (PT) 46% vs. 40% Michelle Bolsonaro (PL)
Lula (PT) 46% vs. 40% Ronaldo Caiado (União)
Lula (PT) 46% vs. 37% Romeu Zema (Novo)
Ficha Técnica da Pesquisa
Entrevistas: 1.500 eleitores por telefone entre 23 e 27 de maio de 2026.
A política se faz com entregas, não com metáforas comerciais desrespeitosas. Ao classificar a governadora Fátima Bezerra como “mercadoria vencida”, o deputado estadual Tomba Farias foi extremamente infeliz em sua fala, demonstrando um distanciamento da realidade e um desespero eleitoral que tenta apagar os avanços históricos promovidos pela gestão do PT no Agreste e no Trairi potiguar.
Dizer que um governo que traz dignidade e desenvolvimento para o interior está "vencido" é ignorar a transformação que a nossa região está vivendo. Enquanto a oposição se apega ao passado e ao ataque pessoal, a gestão do PT trabalha de olho no amanhã, provando ser o verdadeiro futuro da nossa região.
O Legado que Transforma a Vida no Interior
Basta olhar para o que está sendo feito para perceber que o Agreste e o Trairi nunca receberam tanta atenção do governo estadual:
A Força da Água: O maior exemplo de que o governo Fátima é sinônimo de futuro é a Adutora do Agreste Potiguar. Uma obra histórica de quase R$ 500 milhões que está saindo do papel em parceria com o governo federal para garantir segurança hídrica definitiva, levando água de qualidade para as torneiras de milhares de famílias que antes dependiam de carros-pipa.
Rodovias do Desenvolvimento: O programa de recuperação das estradas estaduais tirou a região do isolamento logístico. Asfalto novo significa estradas mais seguras, escoamento mais rápido para a agricultura familiar e fortalecimento do turismo regional — inclusive o turismo religioso de Santa Cruz, que hoje recebe os visitantes com acessos muito melhores.
Valorização da Educação e do Servidor: O futuro de uma região se constrói na sala de aula. O governo do PT recuperou escolas, investiu em tecnologia e manteve o compromisso histórico com o piso salarial dos professores e o pagamento rigorosamente em dia de todos os servidores públicos, movimentando o comércio local do interior.
O Alinhamento que Garante o Amanhã
O deputado erra porque confunde o calendário eleitoral com a realidade administrativa. Fátima Bezerra recolocou o Rio Grande do Norte no mapa das grandes decisões nacionais. O forte alinhamento com o presidente Lula e os ministérios em Brasília garantiu a inclusão do estado no Novo PAC, trazendo investimentos contínuos que a oposição nunca conseguiu viabilizar.
Além disso, o projeto liderado pelo PT prepara o RN para a transição energética global, consolidando o estado como polo do Hidrogênio Verde e das energias renováveis, garantindo que os jovens do interior tenham emprego e oportunidade sem precisar deixar suas cidades natais.
Conclusão: O Futuro do Agreste e do Trairi Já Começou
A fala do parlamentar revela o pragmatismo de quem não tem propostas e precisa do barulho para tentar unificar um bloco político sem projeto para o povo. O legado de Fátima Bezerra no Agreste e no Trairi não é passageiro: está gravado na água que chega, na estrada nova, na escola fortalecida e na dignidade do trabalhador.
A gestão do PT não é o passado; é a força que moderniza o interior e garante que o futuro do Rio Grande do Norte seja de inclusão, desenvolvimento e justiça social. Por Mali.
O Itaú fechou um acordo com o Procon do Ministério Público de Minas Gerais para ressarcir clientes que foram cobrados indevidamente por seguros vinculados a cartões de crédito ao longo de 14 anos.
Segundo o órgão, as cobranças ocorreram em cartões emitidos por lojas parceiras do banco com a bandeira Itaucard. Em diversos casos, os seguros eram incluídos nas faturas sem contratação ou autorização dos consumidores.
Por se tratar de valores relativamente baixos e recorrentes, muitos clientes não percebiam as cobranças. Em algumas situações, elas continuavam sendo lançadas mesmo após o cancelamento do cartão.
O banco reconheceu a irregularidade e concordou em devolver os valores aos consumidores que se enquadrarem nos critérios definidos no acordo.
Como pedir o ressarcimento
Para solicitar o reembolso, o consumidor deve:
Ter sido cobrado entre 13 de junho de 2011 e 18 de dezembro de 2025;
Ter registrado uma reclamação formal até o fim de 2025 em canais como Consumidor.gov.br, Reclame Aqui, Procon, Ministério Público, Defensoria Pública ou Idec;
Possuir documentos que comprovem as cobranças indevidas.
Com essa documentação em mãos, o pedido pode ser feito pelo telefone 3004-8428 ou pelos e-mails:
O consumidor deverá anexar os comprovantes e informar os dados bancários para eventual depósito.
Prazo para solicitar
O prazo para pedir o ressarcimento vai até 23 de fevereiro de 2028.
O Itaú informou que analisará cada solicitação individualmente e comunicará posteriormente os prazos para resposta e pagamento, quando houver direito ao reembolso.
A instituição também alertou para possíveis tentativas de golpe durante o processo.
Segundo o banco, não haverá cobrança de qualquer valor para efetuar o ressarcimento, nem pedidos de senhas, códigos de segurança ou dados sensíveis por telefone. Via 96FM
Pequenos valores cobrados todos os meses na fatura de cartões de crédito de centenas de milhares de clientes. E mais: por serviços não contratados ou sequer solicitados pelos correntistas. Foi essa a prática que o Itaú admitiu adotar ao longo dos últimos 14 anos ao assinar acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).
Os métodos utilizados pelo Itaú para ludibriar os clientes, impor as cobranças e dificultar o cancelamento destas foram descritos na ação civil coletiva que deu origem ao acordo, revelado pelo Metrópoles, na coluna Manoela Alcântara.
O documento também expõe a dimensão da prática, classificada como de “extrema má-fé”, ao alcançar correntistas do Itaú e clientes de cartões parceiros do banco, como os oferecidos por lojas de departamento.
“A cobrança indevida de um serviço/produto não autorizado/solicitado pelo consumidor não corresponde a um equívoco, mas a uma prática que vem sendo perpetrada há anos, de forma reiterada, contra milhares de consumidores, o que evidencia a sua extrema má-fé”, afirma a ação assinada pelo promotor de Justiça Lindolfo Barbosa Lima.
A ação revela que as cobranças “aparecem” nas faturas com diferentes nomes. Entre os citados, estão: “Seguro de AP Premiado, Acidentes Pess Prem, Seguro Proteção Especial, Super/Seguro Tranquilidade Total, Lig Bloqueio, Seguro Perda/Roubo 96 horas, Seguro Renda Premiada, Renda Premiada Master, Seguro Super Renda, Seguro Cred Vida Plus, Proteção Perda e Roubo”.
Nomes que dificultam que o cliente identifique a origem da cobrança não solicitada e fazem parte da estratégia para esconder a prática. Os nomes genéricos lançam os correntistas em complicada busca pela empresa responsável pelo serviço que está sendo cobrado indevidamente. Assim, fica mais difícil contestar e interromper os descontos irregulares.
Para tornar a estratégia ainda mais cruel, a ação aponta que muitas vezes os correntistas se sentem obrigados a pagar pela cobrança indevida com medo de punições por não quitar o valor total da fatura do cartão de crédito.
“Como se pode ver o valor produto/serviço não solicitado/autorizado é incluído na fatura do cartão de crédito, de modo que o consumidor fica compelido a pagar o valor total da fatura, sob pena de ser cobrado, na próxima fatura, por encargos de financiamento (juros, multa e outros encargos financeiros) também indevidos”, diz trecho da ação.
Quem identifica a cobrança indevida e a origem dela enfrenta, ainda, a burocracia do Itaú. A ação reúne relatos e documentos apresentados por correntistas que pediram o cancelamento, mas não foram atendidos. Em um dos casos documentados, o Itaú se comprometeu a interromper as cobranças, mas o valor continuou aparecendo nas faturas dos meses seguintes.
A irregularidade se estende a cartões que sequer foram solicitados pelos clientes e que permanecem bloqueados e nunca foram utilizados, mas que ainda assim recebem lançamentos de cobranças por seguros e outros serviços.
“A prática perpetrada é corriqueira e disseminada contra todos os consumidores que possuem os cartões de crédito emitidos/administrados pelo Banco Itaucard que, ressalte-se, resistiu em modificar sua conduta abusiva”, diz a ação.
O esquema também fez vítimas que nem mesmo são correntistas do Itaú. Isso porque o banco administra cartões de outras empresas, como lojas varejistas. A ação lista: “Ipiranga, Fiat, Volkswagen, Ford, TAM, Azul, Mit, Vivo, TIM, Livraria Cultura, Extra, Walmart, Sam’s, Magazine Luiza, Ponto Frio, Brastemp, e IAS (Instituto Airton Senna)”. Eram, em 2016, época da denúncia, 133 tipos de cartões de diferentes bandeiras.
O acordo
O acordo assinado pelo Itaú, 10 anos após o início da tramitação da ação civil coletiva, traz exigências que, na prática, inviabilizam o ressarcimento dos clientes lesados. Conforme também revelado pela coluna Manoela Alcântara, do Metrópoles. Para ter direito à devolução dos valores, o consumidor deve atender simultaneamente aos seguintes critérios: apresentar evidências de cobrança de seguro não contratado ou mantido após cancelamento, ocorrida no período de 13 de junho de 2011 a 18 de dezembro de 2025;
ter registrado, até 18 de dezembro de 2025, reclamação sobre a cobrança no Itaú e/ou em canais oficiais de defesa do consumidor, como Sindec, consumidor.gov.br, Pro-Consumidor, Ministérios Públicos, Defensorias Públicas, Idec (para associados) ou plataforma Reclame Aqui.
Assim, só poderão reaver os valores clientes que tenham denunciado a cobrança irregular a canais oficiais de atendimento até dezembro de 2025.
Ou seja, se o cliente leu o acordo do MP com o Itaú, pesquisou e viu somente em 2026 que foi lesado, ele não poderá ter seu dinheiro de volta.
Outra imposição é de que o próprio cliente comprove que não pediu os serviços pelos quais foi cobrado. Dessa forma, apesar de o banco ter admitido a prática, quem terá de demonstrar que não foi responsável pela cobrança é o titular do cartão.
Uma conquista aguardada por anos finalmente se tornou realidade: os recursos dos precatórios do Fundef já estão na conta! O pagamento beneficia diretamente mais de 21 mil servidores, entre profissionais ativos, inativos e pensionistas que atuaram no período de 1998 a dezembro de 2006.
Esse resultado é fruto de um trabalho duro e focado para destravar um processo complexo que se arrastava há anos na Justiça.
Uma vida de luta pela educação público
Essa vitória não aconteceu por acaso. Ela reflete a trajetória e a identidade da governadora Professora Fátima Bezerra. Essa bandeira nasceu em sua atuação como líder sindical, ganhou força durante seus mandatos como deputada federal e senadora, e agora se concretiza em sua gestão no Governo do Estado.
Isso é a demonstração prática de um compromisso real com quem constrói o futuro do Rio Grande do Norte todos os dias dentro da sala de aula.
Quem recebe o benefício?
O pagamento histórico do antigo Fundef contempla toda a linha de frente da nossa rede de ensino:
Servidores ativos: Professores e especialistas em pleno exercício na rede estadual.
Servidores inativos: Aposentados que dedicaram a vida a formar gerações de potiguares.
Pensionistas: Dependentes com direito legal reconhecido aos valores retroativos.
Com essa ação, o Governo do RN prova mais uma vez que prioriza e caminha lado a lado com a categoria. O Rio Grande do Norte segue firme, avançando e escrevendo um novo capítulo de respeito e dignidade para a nossa educação! Por Mali.