sexta-feira, 22 de maio de 2026

Eleição 2026: com regras mais duras, cláusula de barreira ameaça futuro de partidos

Em 2026, o corte sobe para 2,5% dos votos válidos nacionais, com mínimo de 1,5% em nove Estados; ou eleição de 13 deputados federais distribuídos por nove unidades federativas. Em 2030, a régua subirá novamente: serão exigidos 3% dos votos válidos.

A eleição para deputado federal será, em 2026, uma prova de capilaridade nacional para partidos e federações. Mais do que eleger bancadas, as siglas terão de demonstrar força distribuída pelo país para superar a nova etapa da cláusula de desempenho (ou cláusula de barreira), mecanismo que condiciona o acesso ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de propaganda no rádio e na televisão.

A regra ficará mais dura em relação a 2022. Na última eleição geral, partidos e federações precisavam obter pelo menos 2% dos votos válidos nacionais para deputado federal, distribuídos em ao menos nove Estados, com mínimo de 1% em cada um deles; ou eleger 11 deputados federais, também em pelo menos nove unidades da Federação.

Cláusula de barreira: a corrida de obstáculos dos partidos para alcançar fundo partidário e tempo de TV.Arte Congresso em Foco

Em 2026, o corte sobe para 2,5% dos votos válidos nacionais, com mínimo de 1,5% em nove Estados; ou eleição de 13 deputados federais distribuídos por nove unidades federativas. Em 2030, a régua subirá novamente: serão exigidos 3% dos votos válidos nacionais, com ao menos 2% em nove Estados, ou 15 deputados federais em nove unidades.

Mapa dos votos

O novo patamar muda a lógica da disputa proporcional. Partidos com votação concentrada, bancadas pequenas ou dependência de poucos puxadores de votos terão de ampliar sua presença territorial. A cláusula não mede apenas o tamanho da bancada, mas também a distribuição dos votos e dos eleitos pelo país.

Mudanças na cláusula de barreira para as eleições de 2026.

Mudanças na cláusu

A fotografia partidária também mudou desde 2022. Fusões, incorporações e novas federações alteraram o ponto de partida de algumas siglas para 2026. O PSC foi incorporado pelo Podemos; o Pros, pelo Solidariedade; PTB e Patriota se fundiram para formar o PRD; o PMN passou a se chamar Mobiliza; o PTC virou Agir; e o PMB foi autorizado pelo TSE a passar a se chamar Democrata. Não confundir com o antigo Democratas (DEM), que DEM já havia se fundido há quatro anos ao PSL para formar o União Brasil.

No resultado original de 2022, segundo levantamento divulgado pelo TSE, apenas 12 partidos ou federações superaram a cláusula de desempenho: as federações PT-PCdoB-PV, PSDB-Cidadania e Psol-Rede, além de MDB, PDT, PL, Podemos, PP, PSB, PSD, Republicanos e União Brasil. Desde então, fusões, incorporações e federações mudaram a composição do sistema partidário e a base de cálculo político para 2026.

Como foi o desempenho dos partidos na eleição para a Câmara em 2022.

Como foi o desempenho dos partidos na eleição para a Câmara em 2022.Arte Congresso em Foco

A peneira que divide o sistema partidário

A cláusula de desempenho nasceu como resposta à fragmentação partidária, mas nunca foi consensual. Para seus defensores, ela força partidos a terem base social real, presença nacional e identidade programática, reduzindo o espaço para legendas sem densidade eleitoral. Para os críticos, o filtro favorece siglas grandes, dificulta a sobrevivência de partidos menores e pode empobrecer o pluralismo político.

O debate acompanha a regra desde sua formulação. Em 2015, durante audiência pública na Câmara, o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Dias Toffoli, defendeu a criação de uma cláusula de desempenho e afirmou que a fragmentação poderia piorar a cada eleição caso a legislação não fosse alterada. "É mais fácil criar um partido do que apresentar um projeto de iniciativa popular", resumiu Toffoli na ocasião.

Na Câmara, defensores da medida apresentaram a cláusula como forma de combater partidos criados apenas para negociar apoio, tempo de TV e recursos públicos.

Do outro lado, parlamentares de partidos menores criticaram a medida como restrição à diversidade política, alegando que o mecanismo acaba com o pluralismo político.

Federações ganham peso

O endurecimento da regra ajuda a explicar o crescimento das federações partidárias. Diferentemente das antigas coligações proporcionais, as federações obrigam os partidos a atuar juntos por pelo menos quatro anos. Para efeito da cláusula de desempenho, os votos e deputados das legendas federadas são somados.

Hoje, há cinco federações registradas no Tribunal Superior Eleitoral: União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas; Renovação Solidária, formada por PRD e Solidariedade; Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV; PSDB-Cidadania; e Psol-Rede.

Esse arranjo é decisivo para siglas menores. PCdoB, PV, Cidadania e Rede disputam dentro de federações que ampliam sua capacidade de superar a cláusula. PRD e Solidariedade também se juntaram para enfrentar 2026 em bloco. No outro extremo, União Brasil e Progressistas, que já tinham força separadamente, passam a competir como uma federação de grande porte.

A lógica é simples: sozinho, um partido pequeno pode não atingir a votação mínima nacional nem eleger bancada suficiente em nove Estados. Em federação, passa a somar votos, cadeiras, estrutura e tempo político com outra legenda. A união, porém, tem custo: os partidos federados precisam atuar de forma conjunta durante todo o ciclo político.

O custo de ficar fora

O partido que não superar a cláusula não é extinto. Pode continuar registrado, lançar candidatos e disputar eleições. O prejuízo está no funcionamento: a sigla deixa de ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de propaganda no rádio e na televisão. A sigla também perde o direito de ter uma liderança partidária na Câmara. Pode indicar um representante, mas com prerrogativas limitadas no processo legislativo, o que reduz a possibilidades de influenciar na pauta legislativa.

O impacto é prático. Sem fundo partidário, ficam comprometidas despesas como manutenção de sede, passagens, atividades administrativas, formação política e organização nacional. Sem tempo de rádio e TV, o partido perde visibilidade eleitoral e poder de negociação em alianças.

Perda de oxigênio

Na prática, a cláusula não mata formalmente os partidos, mas tira deles parte do oxigênio político. Uma legenda sem recursos públicos permanentes, sem propaganda gratuita e com bancada vulnerável tende a perder competitividade, atrair menos candidatos e ter menor capacidade de articulação nacional.

Há ainda reflexo sobre a fidelidade partidária. A Emenda Constitucional 97 assegura aos eleitos por partidos que não preencham os requisitos da cláusula o direito de manter o mandato e se filiar, sem perda do cargo, a outra legenda que tenha superado o desempenho mínimo. Isso amplia a vulnerabilidade das siglas que ficarem abaixo da linha de corte.

A eleição de 2026, portanto, será um teste de escala. Para partidos grandes, a tarefa será preservar margem. Para médios, evitar concentração regional. Para pequenos, a disputa exigirá crescimento nacional ou sobrevivência por meio de federações, fusões e incorporações. A cláusula de barreira não define apenas quem terá cadeira na Câmara, mas quem terá estrutura para continuar competindo nos quatro anos seguintes.

Fonte: Congresso em Foco

A pesquisa do Instituto Affare, confirma um cenário de empate técnico triplo na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte.

A pesquisa do Instituto Affare, contratada pelo jornal NOVO e divulgada nesta sexta-feira (22 de maio de 2026), confirma um cenário de empate técnico triplo na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte.

Intenção de Voto (Estimulada)

Os números do levantamento mostram os três principais candidatos em situação de igualdade considerando as margens de erro habituais:

  • Álvaro Dias (PL): 34,5%
  • Allyson Bezerra (União Brasil): 28,6%
  • Cadu Xavier (PT): 24,4%
  • Brancos e Nulos: 7,9%
  • Não sabem/Não responderam: 4,6%
  • O cenário aponta para uma eleição aberta no estado, mostrando a consolidação do ex-prefeito de Natal (Álvaro), a oscilação do ex-prefeito de Mossoró (Allyson) e o crescimento recente do ex-secretário de Fazenda (Cadu) na corrida eleitoral de 2026. A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 21 de maio de 2026, com 1.500 entrevistas telefônicas automatizadas em todo o estado. A margem de erro é de 2,58 pontos percentuais, com nível de confiança de 95,5%. O levantamento está registrado sob os números RN-03580/2026 e BR-03850/2026.

    Um Sonho Realizado: Estrada que liga Coqueiros a Uruaçu é inaugurada nesta sexta-feira (22)

    A espera de anos da população da região finalmente chegou ao fim. Será realizada nesta sexta-feira (22), às 17h, a solenidade oficial de inauguração da pavimentação da estrada de acesso que liga a Comunidade de Coqueiros a Uruaçu. O evento contará com a presença do prefeito Jaime Calado, lideranças locais e moradores.

    A pavimentação asfáltica do trecho era uma das demandas mais antigas e aguardadas pelos moradores. Antes marcada pela poeira no período de seca e pela lama nos dias de chuva, a nova via agora garante uma trafegabilidade segura, rápida e confortável para quem transita diariamente entre as duas localidades.

    Impacto no desenvolvimento regional

    Muito além de melhorar o fluxo de veículos, a conclusão da obra representa um marco para o desenvolvimento socioeconômico da região. A infraestrutura impacta diretamente em diversos setores:

    • Segurança viária: Redução drástica de acidentes e do desgaste de veículos.

    • Saúde e Educação: Facilidade e rapidez no transporte de estudantes e no socorro médico.

    • Valorização: Crescimento econômico e valorização imobiliária das propriedades vizinhas.

    • Escoamento: Melhoria no transporte da produção agrícola local.

    Detalhes do Evento

    Toda a comunidade local e das regiões vizinhas está convidada a participar do ato solene e celebrar este novo tempo de progresso.

    • O quê: Solenidade de Inauguração da Pavimentação da Estrada de Coqueiros a Uruaçu.

    • Quando: Sexta-feira, 22 de maio de 2026, às 17h.

    • Onde: Comunidade de Coqueiros.

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    Por Mali

    ADUTORA DO AGRESTE água para sempre para 500 mil pessoas

     


    A segurança hídrica está chegando para mudar a realidade do Agreste pernambucano. A obra da Adutora do Agreste avança como a maior infraestrutura de transporte de água em alta pressão do Brasil. Esse projeto colossal promete levar água para sempre para mais de meio milhão de habitantes.

    O Fim das Latas d’Água na Cabeça a escassez crônica de água sempre limitou o desenvolvimento da região. Famílias inteiras dependiam de carros-pipa ou de poços salobros. A nova adutora elimina essa dependência histórica. Ela conecta o Agreste ao canal da Transposição do Rio São Francisco.

    Impactos Diretos da Obra

    O projeto transforma a vida da população em três frentes principais:

    Saúde pública: Redução drástica de doenças causadas por água contaminada.

    Economia local: Fortalecimento do comércio e das indústrias da região.

    Dignidade humana: Água limpa direto nas torneiras todos os dias.

    Engenharia a Serviço do Povo

    Os números do projeto impressionam pela grandiosidade:

    Extensão: Centenas de quilômetros de tubulações cortando o solo seco.

    Beneficiados: Cerca de 500 mil pessoas em dezenas de municípios.

    Vazão: Milhões de litros por segundo bombeados para as cidades.

    A Adutora do Agreste não é apenas uma obra de engenharia física. Ela representa a redenção de um povo e a certeza de um futuro próspero com água garantida. Por Mali.

    PT de Mossoró escanteia Rafael Motta e aumenta crise

    Durante uma visita às obras hídricas em Nova Cruz, o pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Carlos Eduardo Xavier (Cadu), destacou o impacto transformador da Adutora do Agreste Potiguar para a segurança hídrica e o desenvolvimento socioeconômico da região. 

    Em entrevista à Rádio Curimataú 103 FM, o ex-secretário da Fazenda estadual ressaltou os principais pilares do projeto:

    Impacto e Estrutura da Obra

    • Investimento Expressivo: O empreendimento está orçado em cerca de R$ 448 milhões, sendo financiado com recursos federais do Novo PAC.
    • Alcance Regional: A infraestrutura conta com 177 quilômetros de extensão e foi projetada para garantir o fornecimento direto de água a 13 municípios da região, beneficiando outras dezenas de cidades indiretamente.
    • Segurança Hídrica: A captação de água será feita no Rio Guajú, em Baía Formosa, aliviando de forma definitiva a pressão sobre a Lagoa do Bonfim, sistema que hoje opera sobrecarregado. 

    Visão Política e Gestão

    Como integrante da equipe de reconstrução do estado no governo de Fátima Bezerra (de 2019 a março de 2026), Cadu pontuou que a execução deste sistema representa uma vitória do trabalho sério e do planejamento técnico. Segundo ele, tirar do papel uma demanda aguardada há mais de 50 anos pela população local só foi possível graças à articulação direta entre a gestão estadual e o Governo Federal. Por Mali.

    Terno na mão, calcinha no chão: after de prefeitos no DF é regado a sacanagem luxuosa

    A rigidez dos protocolos, o nó apertado da gravata e as exaustivas discussões orçamentárias que mobilizam mais de 15 mil gestores municipais, entre prefeitos, vereadores e secretários, têm hora exata para terminar na capital da República.

    Quando o sol se põe atrás da arquitetura de Niemeyer e as agendas oficiais da 27ª Marcha dos Prefeitos se encerram, o Poder Executivo municipal do Brasil se despe das formalidades. É na madrugada brasiliense que o verdadeiro “orçamento secreto” ganha vida, regado a espumante, fendas provocantes e transações envolvendo altos valores.

    Durante duas madrugadas consecutivas, a coluna Na Mira infiltrou-se na engrenagem que movimenta o mercado sacana da “prostituição premium” para acompanhar a árdua, porém luxuosa, peregrinação das comitivas em busca de sexo rápido, de alta qualidade e que pode custar alguns milhares de reais por poucas horas.

    O que se viu foi uma mudança radical no comportamento, tanto das garotas de programa de luxo quanto dos clientes que comandam os municípios espalhados pelo país.

    O novo esquema afastou o clichê dos ambientes enfumaçados e escondidos pela escuridão, antes iluminados apenas pelo neon purpurinado das boates de entretenimento adulto. Neste ano, ocorreu uma mudança curiosa na dinâmica e na logística das noitadas calientes. Os prefeitos passaram a negociar os programas em locais públicos, ou melhor, sobre as mesas reluzentes de ambientes bem menos discretos.

    Abordagens diretas

    Os restaurantes sofisticados à beira do Lago Paranoá se transformaram no principal palco da diversão e da caça. De olho nos cachês polpudos injetados pelas comitivas, muitas garotas de programa abandonaram temporariamente o pole dance tradicional para investir pesado nas abordagens diretas nas portas e varandas desses estabelecimentos, transformados em verdadeiros pontos de prostituição de alto nível.

    “Oi, vocês estão querendo companhia? Vamos sentar e tomar alguma coisa?” – as duas perguntas se repetiram como um mantra no início da noite, na porta de um badalado restaurante à margem do lago, e a coluna monitorou o movimento de forma estritamente discreta.

    A estratégia das profissionais se dividiu em duas frentes estéticas claras: a primeira delas é a linha “executiva comportada”, em que algumas garotas vestiam calças de alfaiataria e blusas sem decotes pronunciados. Camuflavam-se com facilidade cirúrgica entre turistas e jantares de negócios, misturando-se ao público tradicional sem chamar a atenção de olhares curiosos ou de fotógrafos locais.

    Sedução explícita

    A segunda vertente ficava por conta da linha de “sedução explícita”. Outras meninas apostavam no magnetismo clássico com vestidos ultrajustos, saias curtas e fendas provocantes que desafiavam o vento frio tão comum às margens do Paranoá.

    Sozinhas ou em duplas, elas circulavam com desenvoltura entre as mesas. O sinal verde do desfecho dos negócios, o esperado “final feliz”, dava-se quando casais recém-formados deixavam o local de mãos dadas, caminhando sem pressa em direção aos sedãs pretos e SUVs alugados nos estacionamentos.

    A logística ganhou o reforço de cúmplices internos. Garçons estrategicamente posicionados operam como pontes de ligação. Em troca de “caixinhas” generosas (gorjetas em dinheiro vivo), eles identificam integrantes de comitivas sentados em mesas mais afastadas ou discretas e fazem a apresentação sutil das garotas, agilizando o flerte e garantindo que o dinheiro circule rapidamente.

    Pix dos R$ 100

    Enquanto o Lago Paranoá sediava o flerte gastronômico, o Setor de Indústrias Gráficas (SIG) fervilhava sob uma engenharia de tráfego agressiva e altamente lucrativa. Uma conhecida boate de prostituição de luxo da região revolucionou a captação de clientes nesta edição da marcha. A casa passou a pagar “R$ 100 por cabeça” para cada motorista de aplicativo que levasse passageiros que efetivamente entrassem no estabelecimento.

    A estratégia fez a boate “bombar”. Se um motorista desembarcasse no local com uma comitiva de cinco prefeitos ou secretários, embolsava instantaneamente R$ 500 via Pix. O incentivo financeiro gerou corrida do ouro entre os condutores da capital. Uma espécie de “manual de etiqueta e abordagem” começou a circular intensamente em grupos fechados de WhatsApp de motoristas de app, detalhando o passo a passo para seduzir político de alto escalão sem espantá-lo.

    Manual de abordagem

    A coluna teve acesso às diretrizes compartilhadas entre os motoristas de aplicativo para pescar os clientes da Marcha dos Prefeitos. O foco central? Sofisticação, discrição e promessa de privacidade absoluta.

    1. Identificar a janela de oportunidade

    O manual orienta a não forçar o diálogo. O motorista deve avaliar se o passageiro está sociável. Puxa-se o assunto naturalmente com ganchos cotidianos: “Vai curtir a semana ou veio só a trabalho?” ou “O movimento de festas está grande hoje, né?”. Se o cliente morder a isca e disser que procura exclusividade ou descanso pós-evento, a rota começa a ser traçada.

    2. Indicação indireta (retirando a pressão)

    Em vez de sugerir o programa diretamente, o motorista “vende” a reputação do ambiente: “Se o senhor curte shows de pole dance e um ambiente selecionado, tem uma casa noturna excelente. Vale a pena conhecer, é considerada a melhor de Brasília”.

    3. Verniz do “networking” e business

    Para atrair o público de alto escalão, que valoriza a discrição, o ambiente é pintado como um reduto de negócios descontraídos:

    “O ambiente é super reservado, costuma frequentar muito o pessoal do meio empresarial e corporativo, políticos que querem fazer um networking mais descontraído e relaxar assistindo a shows de modelos jovens a cada 10 minutos”.

    Vende-se a segurança de que o político não será visto por opositores: “Muitos passageiros do seu perfil elogiam a estrutura, tem camarotes privativos para quem busca total discrição e fica a menos de 5 minutos do Setor Hoteleiro”.

    4. Hora de recuar

    O código de conduta dos motoristas também exige prudência. Diante de respostas curtas (“sim”, “não”), uso de fones de ouvido ou olhar fixo para a janela, a orientação é o silêncio imediato. Afinal, no jogo do poder e do prazer na capital federal, o silêncio ainda é a mercadoria mais cara de todas.

    A 27ª Marcha dos Prefeitos caminha para o seu encerramento oficial nas tribunas e nos auditórios, mas, nas esquinas douradas de Brasília, os acordos firmados entre lençóis e taças de cristal continuarão ecoando nos bastidores do poder municipal por muito tempo. Metrópoles.

    Mais professores em sala de aula: um salto na qualidade da educação do RN

    Investir na contratação de professores efetivos é o caminho mais seguro para transformar a realidade do ensino público.

    Nesta nova chamada, o Governo do Rio Grande do Norte anunciou a convocação de mais de 530 docentes para a rede estadual. Com esse reforço, o estado ultrapassa a marca histórica de 2,2 mil profissionais convocados.
    A iniciativa visa:
    • Fortalecer o ensino nas escolas estaduais.
    • Garantir a continuidade pedagógica.
    • Valorizar o magistério de carreira.
    Essa ação assegura um ensino de maior qualidade em sala de aula para milhares de estudantes potiguares. Por Mali

    terça-feira, 19 de maio de 2026

    Chegou a vez de taxistas e motoristas de aplicativo comprarem carros novos com condições muito facilitadas!





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    Governo do RN e Ministério da Integração cumprem agenda da programação “Caminho das Águas no RN” dias 20/21 de maio

    O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, liderado pela governadora Professora Fátima Bezerra, cumpre nesta semana uma importante agenda institucional ao lado do Ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes. A comitiva percorrerá diferentes regiões do estado dentro da programação do projeto “Caminho das Águas no RN”.

    A agenda conjunta contempla visitas técnicas e inaugurações de empreendimentos estratégicos para a segurança hídrica potiguar. São obras estruturantes diretamente vinculadas ao fortalecimento da produção local, ampliação do abastecimento de água e melhoria das condições de vida da população que reside no semiárido.
    Abaixo, confira o cronograma completo das atividades que mobilizarão lideranças e moradores do Alto Oeste, Seridó e Agreste potiguar.

    Programação Oficial: Caminho das Águas no RN
    1. Região Alto Oeste
    A programação começa na quarta-feira com o acompanhamento das intervenções no Ramal do Apodi, obra essencial para garantir a segurança hídrica da região.
    • Data: Quarta-feira, 20 de maio de 2026
    • Horário: 16h
    • Local: Túnel Major Sales – Ramal do Apodi
    • Endereço: BR-405, km 195 – Luís Gomes/RN (ao lado do Posto Rodrigão)
    2. Região Seridó
    Na quinta-feira pela manhã, a comitiva ministerial e estadual cumpre agenda em São Fernando para entregas voltadas ao desenvolvimento regional e à convivência com a seca.
    • Data: Quinta-feira, 21 de maio de 2026
    • Horário: 9h
    • Local: Agrovila do Sítio Ramada – São Fernando/RN
    • Atividades previstas: Inauguração oficial da Agrovila do Sítio Ramada e visita técnica à construção do Sistema de Dessalinização local.
    3. Região Agreste
    No período da tarde de quinta-feira, as atenções se voltam para a infraestrutura de abastecimento do Agreste, com o monitoramento de um dos projetos mais aguardados do estado.
    • Data: Quinta-feira, 21 de maio de 2026
    • Horário: 16h
    • Local: Canteiro de Obras da Adutora do Agreste Potiguar
    • Endereço: RN-269, trecho entre os municípios de Passa e Fica/RN e Nova Cruz/RN

    Desenvolvimento Regional e Infraestrutura
    As agendas reafirmam o compromisso do Governo Federal, por meio do Novo PAC e do Ministério da Integração, em parceria com o Governo do Rio Grande do Norte, no avanço de políticas públicas que transformam a realidade do povo potiguar. O acompanhamento dessas entregas históricas deve atrair a participação de prefeitos, lideranças políticas e da população de todas as regiões contempladas. Por Mali!

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