quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

POLÍTICA DE EXTERMÍNIO A estratégia anti-indígena na fase da barbárie racionalizada no Brasil

indigenas barbárie
A espiral de violações dos direitos dos indígenas brasileiros chega numa fase em que a barbárie é praticada sem remorsos por "indivíduos comuns" e por forças armadas do próprio Estado.

Perigo a que os povos estão submetidos é potencializado exponencialmente por iniciativas do próprio Estado brasileiro
Cimi – O ano 2018 apresenta-se como extremamente perigoso e desafiador para os povos indígenas no Brasil. Os assassinatos dos professores  Marcondes Namblá Xokleng, a pauladas, e Daniel Kabinxana Tapirapé, apedrejado, nos estados de Santa Catarina e Mato Grosso, respectivamente, no mês de janeiro,  e a queima da base de proteção na terra indígena Karipuna, em Rondônia, e o despejo extrajudicial com práticas de tortura contra famílias do povo Kaingang, pela polícia militar do Rio Grande do Sul, em fevereiro, dão mostras inequívocas de que o patamar de violências e violações contra os povos, seus membros e seus direitos, alcançou um nível de envergadura insuportável no país.
Embora distantes uns dos outros, os casos acima referidos estão intimamente ligados ao mesmo fio condutor das ações anti-indígenas em curso e, infelizmente, tudo leva a crer que não serão os únicos em 2018. Temos alertado, insistentemente, acerca da existência e implementação de uma estratégia anti-indígena no país por parte de setores do Capital, nacional e transnacional, que atuam no campo brasileiro, que se beneficiam e fortalecem, cada vez mais, o modelo do agronegócio Brasil afora. Tais setores do Capital, com seus rígidos tentáculos, se apossaram e dominam poderes do Estado brasileiro, fazendo do mesmo um apêndice de seus interesses privados sempre mais privilegiados e protegidos.
A estratégia anti-indígena em curso tem provocado uma espiral de violações que chega, neste ano de 2018, numa fase onde a barbárie contra os povos é praticada sem remorsos por “indivíduos comuns” e por forças armadas do próprio Estado.
Os discursos racistas e de incitação ao ódio multiplicados por membros da bancada ruralista e seus asseclas, na esteira de suas recorrentes iniciativas contra os povos e seus aliados, ao longo destes últimos anos, estão produzindo e servindo  como mecanismo de defesa psicológica, a racionalização, das barbaridades cometidas contra os povos. Na cabeça dos agressores tudo aparenta ser 'justificado' pelo fato dos agredidos serem indígenas. O mesmo raciocínio é aplicado relativamente aos direitos e, inclusive, aos aliados dos povos junto à sociedade brasileira. Os riscos decorrentes desse mecanismo de pseudo-justificativas à barbárie são incalculáveis e imprevisíveis.
O perigo a que os povos estão submetidos é potencializado exponencialmente por iniciativas do próprio Estado brasileiro, que, como aferimos acima, tem sido movimentado pelo e em função dos interesses do Capital nacional e transnacional. Neste sentido, pontualmente, destacamos iniciativas de poderes do Estado brasileiro que continuarão provocando grande impacto sobre os povos indígenas neste ano de 2018. Do poder Executivo, o Parecer Anti-demarcação 001/17 da Advocacia Geral da União/Temer; a paralização dos procedimentos de demarcação das terras indígenas; o estrangulamento orçamentário e a instrumentalização política da Fundação Nacional do Índio (Funai) aos interesses do fundamentalismo religioso e do agronegócio.
Do Legislativo, a Proposta de Emenda Parlamentar (PEC) 215/00; a cooptação de lideranças e a tentativa de legalizar a exploração externa das terras indígenas. Do Judiciário, as reintegrações de posse; a negativa do acesso à justiça aos povos e a sombra do Marco Temporal, especialmente em instâncias inferiores.
Além disso, está evidente a estratégia do agronegócio e seus representantes locais de promoverem o loteamento, a comercialização, o apossamento e a exploração de fato dos territórios indígenas já regularizados. Com a omissão e a conivência do governo federal já amplamente demonstradas, é grande o perigo de que ocorra um enraizamento e um alastramento dessas práticas ilegais no estado de Rondônia e noutras unidades federativas.
Por evidente, os povos indígenas tem mantido uma postura de forte oposição, de enfrentamento e pró-ação frente às agressões sofridas, razão pela qual ao menos parte das iniciativas anti-indígenas tem sido barradas ou seus efeitos postergados. Diante do agravamento da situação conforme acima mencionado, aumenta também a importância, a necessidade e a urgência de mobilização e incidência política dos povos indígenas e de seus aliados em todos os níveis.
A revogação do Parecer anti-demarcação da AGU/Temer, a retomada dos processos de demarcação das terras, o impedimento da aprovação da PEC 215/00, dos despejos judiciais e extrajudiciais, do enraizamento e do alastramento da posse e exploração ilegal das terras indígenas já regularizadas, o alcance do acesso à justiça, o ‘enterramento’ da tese do Marco Temporal são alguns dos desafios mais prementes que certamente continuarão motivando e potencializando a luta política, jurídica e social dos povos indígenas no Brasil ao longo do ano.
Na atual legislatura, iniciada em fevereiro de 2015, houve uma evidente ampliação das forças políticas representativas do agronegócio, o que provocou efeitos práticos nocivos aos povos tanto no âmbito do poder Legislativo, quanto do Executivo ao longo destes anos. A manutenção deste quadro ou, pior, o seu agravamento na próxima legislatura poderá significar a efetivação de retrocessos estruturantes relativamente aos direitos dos povos indígenas no Brasil.
Por isso, a disputa de espaço político, palmo a palmo e a todo tempo,  deve abranger também esse aspecto da disputa institucional, sem que isso signifique abrir mão da luta política, jurídica e social em torno de questões comuns e concretas. O desafio, neste campo, colocado aos povos é ocupar esses espaços institucionais de modo decolonial, já que os riscos de assédio e ‘captura’ de lideranças por partidos políticos marcadamente inimigos de suas causas é bastante significativo.
Enfrentar e derrotar a estratégia anti-indígena posta em prática por grupos políticos econômicos que servem aos interesses do Capital nacional e transnacional é condição para a superação do estado de Barbárie racionalizada contra os povos originários no Brasil e, portanto, para a perpetuação dos projetos de vida e futuro destes povos. Vamos à luta. http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/blog-na-rede/2018/02/2018-a-estrategia-anti-indigena-na-fase-da-barbarie-racionalizada-no-brasil

Assista: Lula visita antiga colônia de hansenianos em MG

Ex-presidente dá continuidade a série de agendas programadas em Minas Gerais nesta quarta-feira (21); encerramento será com grande ato em BH
 

Indígenas são agredidos e torturados por Brigada Militar do Rio Grande do Sul

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Cimi assemelha as agressões com a paralisação dos processos de demarcação de terras no Brasil desde a posse do governo Temer.

Povo Kaigang havia ocupado área do DNIT para reivindicar demarcação de terras, mas foram surpreendidos com bombas e balas de borracha disparados por batalhão estadual.



São Paulo – Indígenas do povo Kaigang foram vítimas de uma ação violenta da Brigada Militar de Passo Fundo (RS), na última quinta-feira (15), após ocupar uma área do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em Marau, para reivindicar a demarcação de suas terras. De acordo com Ivan César Sima, membro do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) da Regional Sul, foram cerca de 30 policiais da Brigada Militar e do Batalhão de Operações Especiais (BOE) que, ao chegarem, de imediato deram ordem para que os ocupantes saíssem da área.
"Crianças nos relataram que, no momento da chegada, não houve muito diálogo, era pra sair ou pra sair. Estamos novamente em um período do de exceção e essa ação da Brigada Militar reforça esse sentimento", acrescenta Ivan. Ainda segundo os depoimento dos indígenas ao Ministério Público Federal (MPF) de Passo Fundo, houve tentativa de diálogo com os policiais, que no entanto responderam com agressões, bombas de gás lacrimogênio e tiros de balas de borracha. 
"Essa reação desproporcional da Brigada Militar causa indignação e espanto. Algo desnecessário, não havia nenhuma ordem judicial que permitisse essa ação e não cabe à Brigada Militar realizar esse tipo de operação contra os indígenas, até por ser um território federal", afirma Ivan, em entrevista à Rádio Brasil Atual.
Relatos também denunciam que um ancião da aldeia desmaiou com os ferimentos. "Um senhor de 81 anos tomou num dos joelhos mais de 10 tiros de balas de borracha, no corpo também. Foi uma desproporção, algo inimaginável", lamenta.
Em nota, o Cimi assemelha as agressões com a paralisação dos processos de demarcação de terras no Brasil desde a posse do governo Temer. "É necessário e urgente pôr um fim à violência, que o Estado promova a responsabilização por estas práticas e implemente, em definitivo, os direitos constitucionais dos povos indígenas no Brasil", diz o texto.http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2018/02/indigenas-sao-agredidos-e-torturados-por-brigada-militar-do-rio-grande-do-sul

Senadora Fátima Bezerra recebeu Prefeitos/as e Vereadores/as de vários municípios do RN hoje (20)

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O objetivo da comitiva  dos Prefeitos/as e Vereadores/as, é adquirir recursos para as demandas dos municípios, como saúde e educação. 

Agenda de hoje do Deputado Mineiro (PT)

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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Fátima: RN não pode ser excluído do programa de cisternas para o semiárido

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Em reunião com representantes da Articulação do Semiárido Potiguar - Asa Potiguar, a senadora Fátima Bezerra informou que cobrou explicação do Ministério do Desenvolvimento Social sobre a exclusão do Rio Grande do Norte do plano de trabalho elaborado pela Associação Programa Um milhão de Cisternas para o Semiárido. Participaram do encontro o coordenador da Asa Potiguar, Marcírio de Lemos; o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica Piancó/Piranhas/Açu, José Procópio de Lucena; e a deputada Zenaide Maia.

O Estado do Rio Grande do Norte foi aprovado com dois projetos no edital de chamamento público nº 3 de 2017, que selecionou projetos de implementação de tecnologias sociais de acesso à água para consumo humano em escolas e domicílios localizados na zona rural na região do Semiárido.

Dados divulgados recentemente mostram que, dos 163 municípios do Rio Grande do Norte, 95 estão sofrendo com a escassez de água. “A exclusão do Rio Grande do Norte do plano de trabalho contribuirá ainda mais para o agravamento da escassez de água para os pequenos agricultores, que sofrem há mais de seis anos com a pior de seca no Semiárido. Estamos mobilizando toda bancada para, juntos, tentarmos solucionar a questão, pois sabemos da importância e da eficiência do programa de cisternas, que não é somente um mecanismo de armazenamento de água, mas de distribuição”, explicou a senadora Fátima Bezerra. 
“O assunto já foi encaminhado para o coordenador da bancada, deputado Felipe Maia, e estamos aguardando uma audiência no MDS para discutir o assunto”, completou.

ATENÇÃO GAROTADA DA ESCOLINHA DO ESPORTE CLUBE SÃO GONÇALO. QUINTA-FEIRA (22) E SÁBADO (24) ACONTECERÁ NOSSO TREINO NORMALMENTE AS 7h00 DA MANHÃ


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Aqueles que quiserem participar, basta se dirigir ao campo do esporte, ter nascido entre 2002 a 2006, levar cópia do RG, CPF ou Registro, comprovante de Residencia e uma foto 3x4. Venha participar e fazer fazer parte do mais tradicional e querido time de futebol de São Gonçalo do Amatante/RN.

Mais informações: 9-8871-4229 ou 9-8857-9813.

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Custa zero reais para dizer o quanto você gosta de uma pessoa!

Custa zero reais para você elogiar o corte de cabelo, dizer o quanto adorou aquela blusa nova, do quanto gosta daquele alguém e de como a companhia é agradável.

Temos o prazer de conviver com pessoas incríveis, que partilham histórias fantástica as quais admiramos tanto, mas elas nunca tomam conhecimento dessas coisas boas que achamos delas.

Gostamos da garra e da coragem do outro e adoramos o jeito que nos faz sorrir com as suas piadas sem graça. Mas, por orgulho, ou, por comodismo não falamos, deixamos passar as falas de saudade e os “eu te amo” ficam enterrados em nossos corações. Deixamos passar o riso sincero, o amor bonito, e achamos desnecessário dizer o quanto aquele jeitinho único de ser do outro é importante e o quanto isso ou aquilo faz a diferença no nosso dia a dia.

Não elogiamos o bolo quentinho feito pela mãe quando chegamos cansados do trabalho e o bilhete escrito com palavras que acalentam o nosso coração. Não retribuímos, não falamos e acabamos por não dizer o quanto o outro ocupa uma proporção significativa em nossas vidas. Ignoramos as mensagens, fazemos poses de durão e esquecemos de dizer o quanto aquele sorriso é bonito, o quanto admira a dedicação nos estudos, no trabalho e o quanto você acha uma gracinha quando aquele alguém fica sem graça.

As pessoas insistem em agradar com presentes caros caindo na cilada de acreditar que coisas valiosas podem ser substituídas por preços abusivos que nos saltam os olhos, mas não o coração.
Custa zero reais pra você dizer o quanto aquele vestido a deixa mais bonita e de como ela fica linda quando faz aquele coque no cabelo.

Custa zero reais pra você dizer o quanto aquela comida preparada com tanto carinho ficou deliciosa e o quanto gosta de ver um filme no netflix na companhia desse alguém.

Desperdiçamos o nosso tempo falando asneira, grosserias e oferecendo ao outro cada vez menos o nosso tempo e cada vez mais as nossas desculpas falidas.

Custa zero reais pra você dizer o quanto gosta do abraço, do beijo, do cheiro que fica na roupa, da risada, do sorriso, da covinha. Não custa nada pra dizer o quanto você admira e o quanto sente falta quando esse alguém não está com você. Em como o outro fica lindo quando usa óculos e de como você adora a forma como ele fala sobre a vida, sobre as coisas, sobre o amor.

Não se limite em dizer o quanto gosta de alguém, em quanto à companhia, o jeito o toque te faz bem. Não se restrinja a elogiar o bolo quentinho, a comida diária e aquele beijo de bom dia antes de sair para o trabalho.

Não custa nada dizer coisas bonitas, o que custa caro é o arrependimento daquilo que não dizemos por orgulho, por comodismo, por medo ou pela falta de coragem.

via segredo.com.br/custa-zero-reais-para-dizer-o-quanto-voce-gosta-de-uma-pessoa/

Um dos momentos mais esperado do Carnaval, a morte do Caçador da Tribo de Índio Pataxó SGA

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Tribo de Índio Pataxó, fazendo um grande momento de nosso Carnaval. A tradicional morte do caçador, que esse ano tive transmissão ao vivo pelo Fecebook, pela nossa amiga Dayane da Republica das Artes. Parabéns a direção e todos/as os componentes do Grupo de Arte Cultural Pataxó São Gonçalo do Amarante/RN.

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Fotos Junior Bizunga.


Trouxemos de volta o tradicional Carnaval de Rua de São Gonçalo do Amarante/RN

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Os outros podem até ter o poder, mais nós temos a VONTADE, A CORAGEM e DEDICAÇÃO DE FAZER e REALIZAR. Por isso Ficamos e fizemos o nosso Carnaval com que tínhamos, irreverência, paz, amor, alegria, paz e resistência...

Foi um momento de Satisfação meus amigos Lenilton Guarani KaiowáAntonio Junior BizungaDayane TarairiuJoao NascimentoMicaele Marques, Remedio, Josa GalopaoJosimar Do Nascimento, Bojoca, Inho, Elieser Silva,Wescley SousaVania PaixaoLenira Ribeiro e todos que nos ajudaram.

Fazer a 1ª Prévia Carnavalesca com os Grupos da Cultura Popular de Nossa querida terra. Movimentamos a cidade, com a ajuda de nossos amigos patrocinadores, movimentamos o comercio de nossa cidade, porque compramos tudo aqui, e até a nossa atração musical na concentração da Prévia, foi um artista de nossa terra, Iranilson dos Teclados. 



Nossa diferença é que não precisamos de ter poder, nem acobertamos arrumadinho em nosso grupo, trabalhamos com quem tem competência para fazer e realizar o simples, Fazer CULTURA.


Em nossos eventos, não contratamos familiares, nem muito menos damos chance a quem já tem emprego, ganhar mais como vimos por aí nos últimos eventos acontecidos em nossa cidade. Nosso trabalho vem sendo fruto de muito planejamento, organização e de pessoas que acreditam que Cultura não é negócio, nem moeda de troca. Cultura é algo muito fazer arte, mesmo quando não se tem um centavo de incentivo ou recursos dos que tem o poder de fazer, mais não fazem, e quando fazem é para um grupo de pessoas que fazem da Cultura uma grande arte de ganhar dinheiro. 

Temos um sonho, que alguns amigos vivam de Cultura, ganhem dinheiro da Cultura, mais de uma maneira transparente e igualitária, onde todos tenham a mesma oportunidade.

O grupo continuará meus amigos, firme e forte, e com novos apoiadores, porque a ideia é agregar todos aqueles que pensam como nós, que pensam em fazer cultura, e não se aproveitar dela para se beneficiar, ou beneficiar os seus. O fardo é pesado, a correia é grande, mais a vontade de fazer Cultura e o Social é maior ainda.

Agradecemos a todos/as os nossos amigos que nos apoiaram na realização do nosso Carnaval Cultural. Fátima Bezerra, Fernando Mineiro, Eraldo PaivaJosa GalopaoJosimar Do NascimentoAntonio Junior BizungaCainara NeneiaRayane RochaDayane Tarairiu, SINSP, Center Filmesr Filmes, A3, RB, SENAI, L4, Criativa Arte, Fernando Lucena. Quero deixar registrado que a 1ª Prévia Carnavalesca da Cultura Popular é uma iniciativa da Republica das Artes e do Projeto Dezpracultura que tiveram a coragem de realizar nosso Carnaval. 

Agradecemos aos nossos convidados que atenderam ao chamado, Boi Calemba Pintadinho do Mestre Dedé Veríssimo, LeUrso, aos Congos do Combate dos na pessoa de Wellington Magno e Gláucio PeduBreu, ao Grupo De Arte e Cultura Pataxó SGA na pessoa de Joao Nascimento Josimar Do Nascimento e Remédio e Micaele Marques e todos/as componentes da Tribo, a Escola de Sampa Imperatriz Alecrinense na Pessoa de Marcos.

Obrigado a toda população que nos acolheu tão bem nas Ruas de São Gonçalo nesse carnaval que realizamos.


Viva a Cultura Popular de Songa. 
Juntos nós podemos mais. 

Fotos Marcos Imperial e Junior Bizunga!

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