segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Steve Jobs sob outra ótica: um contra-revolucionário, não um revolucionário


Pragmatismo Político: A questão central é que o design delicioso de seus produtos é apenas a isca para a construção de um mundo controlado de aplicativos e micro-pagamentos que reduz a imensa conversação global de todos para todos em um sala fechada de vendas orientadas.

Steve Jobs morreu, após anos lutando contra um câncer que nem mesmo todos os bilhões que ele acumulou foram capazes de conter. Desde o anúncio de seu falecimento, não se fala em outra coisa. Panegíricos de toda sorte circulam pelos meios massivos e pós-massivos. Adulado em vida por sua genialidade, é alçado ao status de ídolo maior da era digital. 

É inegável que Jobs foi um grande designer, cujas sacadas levaram sua empresa ao topo do mundo. Mas há outros aspectos a explorar e sobre os quais pensar neste momento de sua morte.

Jobs era o inimigo número um da colaboração, o aspecto político e econômico mais importante da revolução digital. 

Nesse sentido, não era um revolucionário, mas um contra-revolucionário. O melhor deles.

Com suas traquitanas maravilhosas, trabalhou pelo cercamento do conhecimento livre. Jamais acreditou na partilha. O que ficou particularmente evidente após seu retorno à Apple, em 1997. 

Acreditava que para fazer grandes inventos era necessário reunir os melhores, em uma sala, e dela sair com o produto perfeito, aquele que mobilizaria o desejo de adultos e crianças em todo o planeta, os quais formam filas para ter um novo Apple a cada lançamento anual.

A questão central, no entanto, é que o design delicioso de seus produtos é apenas a isca para a construção de um mundo controlado de aplicativos e micro-pagamentos que reduz a imensa conversação global de todos para todos em um sala fechada de vendas orientadas.

O que é a Apple Store senão um grande shopping center virtual, em que podemos adquirir a um clique de tela tudo o que precisamos para nos entreter? A distopia Jobiana é a do homem egoísta, circundado de aparelhos perfeitos, em uma troca limpa e “aparentemente residual”, mediada por apenas uma única empresa: a sua. 

Por isso, devemos nos perguntar: era isso que queríamos? É isso que queremos para o nosso mundo?

Essa pergunta torna-se ainda mais necessária quando sabemos que existem alternativas. Como escreve o economista da USP, Ricardo Abramovay, em resenha sobre o novo livro do professor de Harvard Yochai Benkler The Penguin and the Leviathan, a cooperação é a grande possibilidade deste nosso tempo.

“Longe de um paroquialismo tradicionalista ou de um movimento alternativo confinado a seitas e grupos eternamente minoritários, a cooperação está na origem das formas mais interessantes e promissoras de criação de prosperidade no mundo contemporâneo. 

E na raiz dessa cooperação (presente com força crescente no mundo privado, nos negócios públicos e na própria relação entre Estado e cidadãos) estão vínculos humanos reais, abrangentes, significativos, dotados do poder de comunicar e criar confiança entre as pessoas.”
DANIEL PEARL.

Veja repercussão nas redes do projeto que aumenta os gastos do Governo com propaganda

Veja repercussão nas redes do projeto que aumenta os gastos do Governo com propaganda
Após divulgar a notícia de que o Governo do Estado enviou proposta do Orçamento Geral do Estado (OGE) para ALRN que prevê aumento de 120% nos gastos com propagando, os internautas reagiram à informação:

Veja repercussão no Facebook:
Arthur Pipolo E a Secretaria de meio Ambiente, heim! Perda de 70% da verba! Vamos acabar com os mangues e tudo mais!!! Absurdo!!! Semana passada flagrei uma senhora alimentando uns 20 gatos no calçadão da Roberto Freire! Eles estão dizimando a fauna do Parque das Dunas e ninguém faz nada!

Nataly Magno e não tem dinheiro para cumprir os acordos com servidores...
Dado Santana Roooooosa que te quero Rosa!
Aristacia Batista da Silva É uma vergonha mesmo.

Alberto Luiz Amaro isso é uma grande irresponsabilidade para com o meio ambiente!!! Mas ela já demonstrou que é irresponsável em tudo mesmo: EDUCAÇÃO,SAÚDE E AGORA MEIO AMBIENTE??? SEM CONTAR COM OUTRAS CATEGORIAS!! ESSA ROSA É UM DESASTRE!!! O HOSPITAL DE CANGUARETAMA CONTINUA INTERDITADO E OLHEM QUE É UM HOSPITAL REGIONAL!!!!

Mauricélio Américo Ferreira O hospital de Macaíba também é regional e "interditado" e a governadora é médica. Os outros ainda não estão interditados, mas, também não funcionam.

Zé Henrique Dinheiro pra gastar com propaganda mentirosa tem!! Só falta agora ela mudar a capital do estado para Mossoró.
Herbênia Ferreira E está detonando com os servidores! Esse é um governo que realmente faz acontecer!!

Herbênia Ferreira Vai dar pra um filme "O desgoverno que fez acontecer o caos"
Dado Santana Enquanto isso: A governadora Rosalba Ciarlini embarcará amanhã para os Estados Unidos. Durante dez dias ela estará em “missão oficial” . Seria melhor mudar o nome para "missão impossivel"

Vandeberg Medeiros Isso só confirma o Estado midiocrático. Já num basta a grande mídia pertencer a oligarquias, temos que pagar a mais a propaganda do governo sacrificando setores essenciais.
Fonte: Assessoria do Mandato

Pela terceira vez, Brasil lidera ranking de combate à fome A iniciativa mais recente do país no combate à insegurança alimentar foi o anúncio de R$ 16 bilhões para o Plano Safra 2011/2012.

Bolça Família muda a vida dos Brasileiro

O Brasil lidera pela terceira vez o levantamento da organização não governamental (ONG) ActionAid, divulgado hoje (10), que lista os países que mais combatem a fome. Desta vez, o anúncio de mais investimentos para a agricultura familiar levou o Brasil ao topo do ranking. Malauí, Ruanda, Etiópia e Tanzânia completam as cinco primeiras posições.

O relatório lista resultados do Programa Fome Zero, que levou à redução da desnutrição infantil em 73% entre 2002 e 2008, e elogia a inclusão do direito à alimentação na Constituição Federal em fevereiro de 2010.

A iniciativa mais recente do país no combate à insegurança alimentar, segundo a ONG, foi o anúncio de R$ 16 bilhões para o Plano Safra da Agricultura Familiar 2011/2012, para investimentos na produção de alimentos, geração de renda no campo e organização econômica de agricultores familiares, assentados da reforma agrária e povos e comunidades tradicionais.

Apesar dos bons resultados, segundo a ActionAid, o Brasil precisa avançar na distribuição de terras, uma das mais desiguais do mundo. De acordo com o relatório, 56% da terra agricultável estão nas mãos de 3,5% dos proprietários rurais. Os 40% mais pobres têm apenas 1% dessas terras.

“O país precisa resolver a profunda desigualdade no acesso à terra e assegurar que os novos processos de crescimento não gerem novas exclusões por meio do deslocamento das populações. E ainda há 16 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza, altamente vulneráveis à fome. Essas pessoas são profundamente excluídas, são necessárias políticas públicas muito específicas e desenhadas para esse grupo”, avaliou o coordenador executivo da ActionAid Brasil, Adriano Campolina.

Segundo ele, pode ser compartilhada com outros países a experiência brasileira em iniciativas de transferência de renda e políticas de proteção social e segurança alimentar, como os programas de merenda escolar e de construção de cisternas em regiões semiáridas.

Na avaliação global, o levantamento aponta que apesar de recentes avanços no combate à fome e à insegurança alimentar, o mundo está prestes a enfrentar uma agravamento da crise de oferta de alimentos. Entre as causas estão os efeitos das mudanças climáticas e a perspectiva de aumento de preço dos alimentos, que deverá levar mais 44 milhões de pessoas à pobreza. De acordo com a ActionAid, a demanda de terras para a produção de biocombustíveis deve continuar inflacionando o preço dos alimentos.

De acordo com Campolina, a crise econômica também deve frear os esforços internacionais de combate à fome. “Em um ambiente de crise há menos recursos disponíveis tanto para a ajuda externa quanto para o investimento doméstico em agricultura, o que pode levar a uma diminuição dos recursos que poderiam ser destinados à agricultura familiar e sustentável. Apesar que boa parte do que se ouviu até hoje sobre promessa de ajuda dos países ricos não constitui novos recursos”, acrescentou.

A ONG sugere que o G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) inclua a crise alimentar na pauta de sua próxima reunião, em novembro, em Cannes, na França, e se comprometa, por exemplo, a garantir investimentos às pequenas propriedades dos países pobres e a frear a especulação de terras para a produção de biocombustíveis.

“O G20 tem que tomar as medidas concretas para cumprir a prioridade de combater a fome. A prioridade não pode ser salvar grupos financeiros que especulam com commodities agrícolas ao custo da fome das populações pobres. É preciso investir em pequenos agricultores que produzem alimentos para consumo local e dinamizam mercados domésticos, apoiar a criação de estoques de alimentos nacionais e regionais e controlar a especulação financeira com produtos agrícolas”, defendeu o coordenador. 
Agencia Brasil.
 

Argentino entra no segundo tempo, marca dois tentos e garante virada do Fla contra o Flu

Foto: Fla-Flu (AE)
Herói do jogo, Bottinelli diz estar tranquilo


O grande protagonista do maior Fla-Flu da História do Brasileiro de pontos corridos foi um argentino. Bottinelli saiu do banco de reservas no segundo tempo, para fazer dois gols com requintes de crueldade, nos minutos finais, dando a vitória ao Flamengo.

Atônito, sem saber da real importância de seu feito, o meia preferiu manter a humildade.
– É muito importante fazer gols como estes, mas estou tranquilo. A torcida do Flamengo é difícil de conquistar. Tem que trabalhar muito para isso – disse após o jogo.
No primeiro gol, em cobrança de falta, Bottinelli pediu a Thiago Neves para cobrar. Mesmo contrariado, o camisa 7 parabenizou o iluminado companheiro.
– Todo mundo pediu a bola na área, mas ele disse que estava confiante, tanto que eu saí e o deixei bater. Méritos para ele – explicou Thiago Neves.

Veja os gols do clássico carioca:
A primeira etapa foi muito abaixo daquilo que se esperava. Os dois times pareceram mais preocupados em marcar do que criar. O Fluminense manteve a posse de bola, mas só conseguiu chegar uma vez com perigo. Rafael Moura, live de marcação, chutou duas vezes. A primeira ele errou e na segunda a bola passou perto do gol de Paulo Victor, que substituía Felipe, vetado por conta de uma virose. 
O Flamengo só conseguiu aparecer quando Renato deum ótimo passe para Deivid. O camisa 9 bateu cruzada, na entrada da área. Diego Cavalieri fez boa defesa e impediu o gol rubro-negro.
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Nos minutos finais, uma grande confusão aconteceu por conta de uma cotovelada de Renato em Rafael Moura. O jogador reclamou com a arbitragem e mostrou o sangue em seus lábios.
Segundo tempo
A segunda parte do jogo foi bem mais atraente do que a primeira. Não demorou muito e o Fluminense voltou a tomar conta da partida, desta vez com mais objetividade. Paulo Victor foi exigido em boas jogadas de Rafael Sobis e Deco. Em uma delas, Marquinho ganhou na raça de Diego Maurício e passou a Leandro Euzébio, que como um exímio lateral-direito, colocou na cabeça de Sobis, que livre de marcação, abriu o placar para o Fluminense. 1 a 0.
Vendo que seu time estava totalmente dominado, Vanderlei Luxemburgo queimou suas três substituições. Trocou a dupla de ataque titular formada por Diego Maurício e Deivid e colocou Negueba e Jael. Além disso, Bottinelli também reforçou a aramação no meio de campo no lugar de Maldonado. 
E foi na raça, que Thiago Neves, empatou o jogo. Cruzamento de Junior Cesar e na sobra, Negueba bateu cruzado para o camisa 7 desvuar para dentro. Ele sempre bilha em clássicos.
Foi a vez de Abel Braga colocar Lanzini, Martinuccio e Souza em lugares de Diguinho, Deco e Rafael Sobis. Também deu certo. Em belo cruzmento de Mariano, o argentino Lanzini finalizou de cabeça. 2 a 1 Fluzão. Pela segunda vez, a zaga rubro-negra vacilou.
Mas o Flamengo naõ desistiu. E o grande protagonista do jogo resolveu entrar em ação. Desta vez, o argentino que brilhou foi outro. Em cobrança de falta, o hermano marcou um golaço. A bola chegou a bater na trave e em Diego Cavalieri antes de entrar.
Logo depois, o argentino acertou mais um belo chute de longe, no canto esquerdo do goleiro tricolor. Gol da virada. Em um jogo sensacional. 
Yahoo Esport.



Hepatite C: Silêncio e perigo

Isaac Ribeiro - Repórter
Existem muitas campanhas preventivas contra o HIV, vírus causador da Aids, grande temor dos tempos atuais. Porém, há uma doença cujo número de infectados no mundo é seis vezes maior, e poucos sabem como se prevenir, tratar-se ou sequer seus sintomas e situações de riscos. A hepatite C é um mal silencioso que atinge cerca de 170 milhões de pessoas no planeta, segundo dados da Organização Mundial de saúde (OMS). No Brasil, seria algo em torno de 1,5 milhão de contaminados. E o pior é que a grande maioria desconhece ser portadora do mal.
Alex Régis
Sem apresentar sintomas, mas podendo causar cirrose e câncer de fígado, doença atinge 3% da população mundial.
Sem apresentar sintomas, mas podendo causar 
cirrose e câncer de fígado, doença atinge 3% da 
população mundial.

Geralmente, os casos crônicos não apresentam sintomas durante vinte ou trinta anos, diferente dos tipos A e B, que têm sinais definidos:  olhos amarelados, urina escura, fezes esbranquiçadas, falta de apetite, dores pelo corpo.

Pode-se contaminar com o vírus HCV (o da hepatite C) quem entrar em contato direto com o sangue infectado no uso de agulhas e seringas não descartáveis, algo praticado até final dos anos 1980, início dos 90.  É alto o risco de infecção em pessoas que, nessa época, fez transfusão de sangue, tatuagem, piercing, uso de drogas endovenosas (injetáveis), fez uso de instrumentos de manicure e pedicure também não descartáveis ou sem a devida assepsia.


Outro grupo considerado de risco pelos especialistas são ex-atletas, principalmente jogadores veteranos de futebol, por receberem remédios, vitaminas e infiltrações sem os cuidados de hoje. Estima-se que 80% dos contaminados pelo HCV só descobrirão ter a doença em exames motivados por outros objetivos, como doação de sangue ou hemodiálise, por exemplo. Os sintomas mais frequentes, manifestados geralmente na faixa dos 60 anos de idade, são a cirrose hepática e o câncer de fígado. 


Mas apesar de o diagnóstico ser difícil, existe tratamento e cura para a hepatite C, como afirma o infectologista Antônio Araújo, que trata vários pacientes infectados. Segundo ele, ao iniciar o tratamento, os doentes sofrem mais com os efeitos colaterais das drogas usadas na busca da cura do que com os próprios sintomas da doença. Atualmente, são usadas interferon e rivabalina, com uma resposta terapêutica em torno de 50% a 55%."Essas drogas causam desde uma febre, dor no corpo - o que é quase comum a todos - até distúrbios de comportamento, de tireóide, distúrbios psicóticos. O paciente emagrece, tem anemia, isso durante um período de um ano ou de seis meses, dependendo do tipo de hepatite C que ele pegou. Os tipos melhores de tratar é o dois e o três. E os mais difíceis de tratar e de ter uma resposta são o um e o quatro. Nos outros é mais fácil ter uma resposta terapêutica sustentada", explica Antônio Araújo.


Novas drogas serão lançadas próximo ano
Duas drogas novas serão lançadas no primeiro semestre do próximo ano e prometem otimizar o tratamento contra a hepatite C. O boceprevir e o telaprevir serão usados em combinação com os dois medicamentos usados atualmente, o interferon e a ribavarina, e devem melhorar a resposta terapêutica em 80%. Hoje, esse índice fica em torno dos 55%. "Aquelas pessoas que não negativaram  a hepatite, poderemos incluí-las no tratamento com essas drogas novas", comenta o infectologista Antônio Araújo.Hoje não existe uma vacina para a prevenção ao vírus HCV. A melhor prevenção é evitar situações de risco: nunca abrir mão de seringas e agulhas descartáveis em procedimentos médicos - transfusões e doação de sangue, principalmente - ou na hora de fazer tatuagens ou colocar piercings. 


As mulheres devem ficar atentas na hora em que forem à manicure. É aconselhável que cada cliente leve os próprios instrumentos, como alicate e tesouras. As profissionais do salão devem usar luvas ao atender suas clientes.Embora pouco frequente, o vírus da hepatite C também pode ser transmitido através das relações sexuais sem proteção. Portanto, o uso da camisinha é absolutamente imprescindível. Sempre.


Outras recomendações: ficar longe de bebidas alcoólicas, principalmente se for ou tiver sido portador do vírus, não utilizar drogas injetáveis, fazer o teste de hepatite C se estiver pensando em engravidar - a transmissão de mãe para filho representa 5% dos casos -, tomar vacinas contra hepatites A e B, vacina contra gripe todos os anos e contra pneumonia, se for portador do vírus HCV. A hepatite C gera um prejuízo econômico grande para o País. As drogas são caras e, segundo Antônio Araújo, as novas que estão por vir são ainda mais caras. "Cada doente desse gasta muito. Uma ampola do medicamento fica em torno dos 400 reais; e é uma por semana. 


Só de injeção, são  1.600 reais por mês. E tem outra coisa: se não tratar agora, aí vai para o transplante, que é mais caro ainda", comenta o médico.Quando não há outras doenças associadas, como a cirrose, por exemplo, a probabilidade de cura varia de 30% a 70%, dependendo do tipo de vírus. Mesmo quando considera-se eliminado o vírus do organismo, o paciente deve ser acompanhado por até sete anos, de acordo com Antônio Araújo. "Ontem mesmo recebi no consultório um paciente que já fazia sete anos que tinha se tratado. E está negativo. Então, eu acho que ele está curado da hepatite C dele. Ele não vai começar a beber, porque se fizer isso, vai lesar o fígado e a doença pode voltar novamente."Ele comenta que o pior no tratamento são os efeitos colaterais das drogas. 


São raras as pessoas que não apresentam reações adversas: anemia, indisposição, falta de apetite, perda de peso, depressão, ansiedade, insônia, febre, calafrios, dores pelo corpo e de cabeça. Tudo isso acaba afastando paciente de suas atividades diárias.


Ex-jogadores de futebol estão entre os mais contaminados


Pode parecer inusitado, mas ex-jogadores de futebol estão entre os principais suspeitos de infecção pelo vírus da hepatite C; principalmente os atuantes nas décadas de 1980 e 90. De acordo com o infectologista Antônio Araújo, é bastante alta a incidência do HCV nesses ex-atletas.O motivo é que naquela época os jogadores eram medicados sem os devidos cuidados de assepsia, como o uso de material descartável. "Havia muita infiltração, os jogadores tomavam vitaminas para jogar, alguns tomavam certas injeções, alguns estimulantes, pois na época não tinha anti-doping; existiam as medicações para contraturas musculares, as distensões, os traumatismos. Então, esses jogadores da época, a maioria deles, têm hepatite C", explica Antônio Araújo.O problema é que esses ex-jogadores têm medo de aparecer, o que representa um sério problema com relação ao diagnóstico e tratamento. 


Para reverter essa situação, é preciso ir de encontro dessas pessoas enquadradas nesse grupo epidemiológico. O infectologista conta ter feito uma reunião, este ano, com vinte ex-atletas. Ele fez o teste rápido neles e dez apresentaram resultado positivo para HCV. Dos dez, apenas três apareceram para fazer o tratamento. "Esses que não foram estão esperando o quê? Ter cirrose, câncer de fígado?" 

Tribuna do Norte.

sábado, 8 de outubro de 2011

A presidenta é maior que o PT

Mauricio Dias
Carta Capital

A soma da campanha de Dilma, candidata vitoriosa em 2010, com as ações de Dilma no exercício da Presidência ampliou e agora consolidou o resgate da imagem do Partido dos Trabalhadores entre o populoso contingente de eleitores da classe média, conforme pesquisa Ibope divulgada no início do mês.Em 2005, após o rumoroso episódio chamado de “mensalão” – um flagrante crime de caixa 2 dos petistas transformado pela imprensa em falso maior escândalo de corrupção da República em todos os tempos – perdeu uma grande fatia de apoio da população. 

Dois anos antes, porém, o governo Lula tinha aprovação generosa da população. Mais da metade dela (51%) avaliava o governo como ótimo e bom. Dois anos depois, a avaliação nesse item teve uma queda, dramática politicamente, para 35%. Os que avaliavam o governo como ruim e péssimo subiram, nesse período, de 7% para 22%.Tabelas do Ibope, preparadas exclusivamente para esta coluna, mostram que esse movimento de queda tem estreita relação com a opinião das classes média e alta, aqui representadas pelo nível de escolaridade.

Em março de 2003, 54% desse contingente de eleitores, que soma à carga de preconceito uma rejeição política a alguns programas do PT, ainda sufocava sua oposição diante do sucesso do governo: 54% avaliavam o governo Lula como ótimo e bom.O reflexo desse apoio ainda continha a disposição da mídia de declarar guerra ao governo. Mas o “mensalão” provoca o fim dessa circunstância. 

Em junho de 2005 (tabela), esse apoio baixou para modestos 33%.“Essa me parece ser a mais importante pesquisa para o PT nos últimos dez anos”, afirma Carlos Augusto Montenegro, diretor do Ibope.A declaração é apoiada em fatos, não em simpatia. A pesquisa Ibope-CNI mostrou um apoio expressivo a Dilma no Sul do País. Nessa região, em 2010, Dilma perdeu a eleição para Serra no primeiro turno. Nos três estados – Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina – ela venceu entre os gaúchos e perdeu entre os paranaenses e catarinenses.



Compare-se esse quadro com a situação do governo Dilma. A própria presidenta, oriunda da classe média que se meteu na luta armada contra a ditadura, baixou o nível de rejeição ao PT e a ela. Uma mulher de gostos e gestos diferentes dos gostos e gestos de Lula. 

Ao longo da campanha eleitoral, a Dilma candidata de Lula já não sofria rejeição igual à que a classe média dedicava ao ex-presidente. Vitoriosa, ela iniciou o governo com apoio do eleitor de “nível superior” em porcentual que o metalúrgico Lula nunca alcançou.

Em março deste ano, o governo Dilma alcançou 55% de avaliação “ótimo/bom”. Em setembro, esse porcentual variou para menos: 51%.

“Dilma recuperou, sem dúvida, o descrédito nessas regiões, Sul, Sudeste e Centro-Oeste, de população mais rica e importante formadora de opinião”, explica Montenegro.

O diretor do Ibope lembra que Dilma não tem o perfil exato do militante petista. Ela ingressou na política na porta aberta pelo PDT de Brizola.

“Dilma, a exemplo de Fernando Henrique para o PSDB e de Lula para o PT, também é maior do que o partido. Mas o partido, sem dúvida, se favorece disso”, analisa Montenegro, que um dia chegou a pregar a morte do PT.
Essa é uma questão incômoda para ele. A frase de Montenegro, de 2005, foi dita em tom mais profético que analítico – Montenegro não é profeta, é analista com experiência de mais de 30 anos –, mas deu bastante dor de cabeça.

Ele admite o erro e faz uma correção de rumo.
“Eu errei o tom. Mas, de fato, aquele glamour inicial e o verniz de novidade o PT perdeu. Ele está igualado aos outros, mas ainda mantém certo vigor social que os demais partidos não têm.”
Talvez seja melhor a mídia se aproximar mais dos leitores do que tentar afastá-los do governo Dilma.

“Comam os ricos”, “Se o governo não pode deter Wall Street, nós o faremos”

David Brooks - La Jornada - Tradução: Katarina Peixoto
Nasce um novo movimento social nos Estados Unidos

A presença de um amplo leque de sindicatos transformou o perfil do movimento iniciado por algumas centenas de jovens em Nova York, em sua maioria brancos, de universidades privadas, no dia 17 de setembro. Mudou não só em números, mas também em diversidade, gerando o que muitos líderes sindicais e comunitários estão chamando de um novo movimento social por justiça econômica. Algumas fontes policiais estimaram em mais de 10 mil os participantes da marcha e os organizadores calcularam o dobro. A reportagem é de David Brooks, do La Jornada.

Somos os 99%, gritaram juntos milhares de estudantes, sindicalistas, veteranos, imigrantes, professores e ativistas de todo tipo na primeira ação massiva contra o cobiça empresarial do 1% mais rico, a corrupção do sistema político e a desigualdade econômica que cresceu desde que o setor financeiro provocou a pior crise econômica desde a Grande Depressão.

A presença de um amplo leque de sindicatos transformou o perfil do movimento iniciado por algumas centenas de jovens, em sua maioria brancos, de universidades privadas, no dia 17 de setembro. Mudou não só em números, mas também em diversidade, gerando o que muitos líderes sindicais e comunitários estão chamando de um novo movimento social por justiça econômica. Algumas fontes policiais estimaram em mais de 10 mil os participantes da marcha e os organizadores calcularam o dobro. Na noite de quarta, ao terminar a manifestação, foram reportadas algumas detenções quando um grupo de manifestantes tentou ingressar em Wall Street.

Bob Masters, diretor político do distrito noroeste do sindicato de telefonistas CWA, declarou: Ocupa Wall Street lançou um novo movimento e juntos ganharemos. Enquanto milhares continuavam chegando à Praça Foley, no meio dos tribunais de Nova York, onde ocorreu a marcha, Masters fez um chamado pela solidariedade ao movimento. “Todos juntos estamos dizendo: já basta!”.

Todo o dia, toda a semana, Ocupa Wall Street, gritavam enquanto caminhavam pela Broadway. Entre eles estavam as filiadas ao Sindicato Nacional de Enfermeiras (com cartazes que diziam ‘Vamos curar os Estados Unidos’), trabalhadores do metrô, motoristas de ônibus do TWU e trabalhadores de lojas de departamentos do sindicato UFCW. Com a brisa, tremulavam bandeiras do sindicato de professores (UFT), dos automotrizes (UAW), do setor público (AFSCME), do setor de serviços (SEIU), de professores e pesquisadores de universidades da cidade de Nova York, como Columbia.

Também participaram da manifestação uma ampla gama de organizações comunitárias, com latinos, hindus, chineses, porto-riquenhos, dominicanos, mexicanos e árabes, entre outros, que se somaram ao ato em solidariedade. “Filipino-estadunidenses” apoiam Ocupa Wall Street, lia-se numa faixa, e outra proclamava o mesmo de parte de indígenas norteamericanos. Estudantes abandonaram as aulas em vários cursos da Universidade Estatal de Nova York para somarem-se aos protestos.

Uma multiplicidade de expressões mostrava o mosaico de cartazes feitos a mão. “Comam os ricos”, “Se o governo não pode deter Wall Street, nós o faremos”, “Quando os ricos roubam dos pobres isso se chama negócio; quando os pobres se defendem se chama violência”, “Protejam as escolas, não aos milionários”.

Circula um par de camisetas de estadunidenses com a imagem de Zapata e um jovem que esteve na Praça Liberdade desde o dia 17 de setembro mostra orgulhoso um emblema do EZLN ao saber que o La Jornada estava cobrindo a marcha.

O mesmo que ocorreu no Egito está acontecendo aqui; já não podemos aguentar mais, afirmou Hank, integrante do Sindicato de Trabalhadores do Transporte Público (TWU), quando marchava. Um turista espanhol tirava fotos da marcha e comentava com seus companheiros: olha que bonita, igual a nós.

Ao passarem por ônibus de turismo, os manifestantes gritavam: deixem de tomar fotos e unam-se a nós. Outros alertavam ao exército de policiais: vocês também são parte do 99%, venham com nós. Trabalhadores da construção que trabalham em um edifício próximo liam exemplares do jornal Wall Street Journal Ocupado.

Tudo começou quando uma marcha desde a praça ocupada a um par de quadras de Wall Street se dirigiu à Praça Foley, a umas dez quadras de distância. Ao chegar ali, se escutou um ensurdecedor grito de júbilo no momento em que se encontravam com um ato organizado pelos principais sindicatos de Nova York com organizações comunitárias. 

Depois dos inevitáveis discursos, ocorreu a marcha de regresso à rebatizada Praça Liberdade, movimento que levou umas duas horas pelo seu tamanho. Assim se celebrou a solidariedade entre Ocupa Wall Street, sindicatos e organizações comunitárias.

AFL-CIO: o movimento capturou a paixão de milhões nos EUA

Desde Washington, o presidente da central operária nacional AFL-CIO, Richard Trumka, fez uma declaração pública: o movimento conhecido como Ocupa Wall Street capturou a paixão de milhões de estadunidenses, que perderam a esperança nos políticos desta nação e, agora, com esses atos, falam diretamente a eles. Apoiamos os manifestantes em sua determinação de responsabilizar a Wall Street por suas ações e demandar a criação de empregos. Estamos orgulhosos que hoje em Wall Street, motoristas, pintores, enfermeiras e trabalhadores de serviços básicos unam-se a estudantes, proprietários de casas, desempregados e aos que não têm emprego fixo para fazer um chamado por mudanças fundamentais que precisam ser feitas.

Um pouco antes, os integrantes do comitê executivo – presidentes de sindicatos nacionais – tinham aprovado de maneira unânime dar apoio a Ocupa Wall Street.

Também ocorreram ações semelhantes em outras partes do país. Em Boston, centenas de estudantes e enfermeiras sindicalizadas fizeram um ato de protesto contra os altos custos da educação, as reduções orçamentárias na saúde e o que definem como controle do governo pelas corporações. Em Seattle, foram reportadas algumas prisões quando “ocupantes” se recusaram a acatar ordens de abandonar um espaço público.

Em Los Angeles, relata a agência Associated Press, houve um tratamento diferente do governo, depois que conselheiros municipais aprovaram uma resolução de apoio ao Ocupa Los Angeles, e o gabinete do prefeito Antonio Villaraigosa distribuiu 100 capas de plástico para os manifestantes se protegerem da chuva. Também ocorreram ações em Boise, Idaho e outras cidades.

Hoje esse movimento deu um giro que não só ampliou suas bases, mas que, caso essa nascente aliança entre estudantes e trabalhadores se consolide, pode transformar o panorama político dos Estados Unidos.

Os limites do Facebook


Entrevista: David Kirkpatrick
Autor de 'O Efeito Facebook' diz que serviço ajuda a derrubar ditaduras, mas não constrói democracias, e que empresa possui dados demais sobre usuário.

O jornalista e escritor americano David Kirkpatrick ficou conhecido por seu livro O Efeito Facebook, em que narra a história da fundação da rede social com um auxílio tão raro quanto luxuoso: Mark Zuckerberg, criador do serviço. 

A obra lhe deu fama, mas também muitas críticas. Os detratores o acusam de apresentar uma história parcialmente favorável a Zuckerberg. Kirkpatrick é, de fato, um estusiasta do potencial da rede, como fica claro na entrevista a seguir. 

"Zuckerberg é uma pessoa resolutamente voltada para o mundo", diz o escritor. "Ele quer construir um serviço para todos." Contudo, decepcionando os críticos, ele pontua os elogios com críticas. 

A primeira é dirigida a limitações do serviço. Segundo Kirkpatrick, o Facebook pode ajudar cidadãos a derrubar ditadores, como se viu no Egito e na Tunísia, mas ainda não consegue auxiliá-los a erigir democracias. 

A crítica mais dura, no entanto, é voltada à crescente influência da rede social sobre as interações entre usuários – o que deve se intensificar com as novidades anunciadas recentemente por Zuckerberg, como o compartilhamento de vídeos e músicas dentro do site e a Timeline, espaço em que o usuário poderá adicionar informações sobre toda a sua vida, desde o nascimento. 

"O lado negativo disso é que uma única companhia terá uma influência muito grande sobre as interações sociais na web", diz. Leia os principais trechos da entrevista a seguir.


Como que o senhor interpreta as recentes mudanças no Facebook? O Facebook está expandindo sua capacidade de fornecer serviços aos usuários. Agora, será possível, por exemplo, assistir a um filme com um amigo. 

Por outro lado, a Timeline permitirá fazer uma retrospectiva de sua vida. As mudanças revelam que a rede social pretende ter um olhar mais amplo sobre a vida do usuário. O propósito continua sendo possibilitar que você compartilhe coisas com seus amigos. As pessoas por trás do Facebook são notavelmente ambiciosas: elas estão determinadas a construir a camada social da internet. 

Zuckerberg é uma pessoa resolutamente voltada para o mundo, para o global, ao contrário de vários americanos, que costumam se focar mais no próprio território. Ele quer construir um serviço para todos.

Se o Facebook atingir seu objetivo – a conexão ilimitada entre indivíduos –, quais as consequências para nosso dia a dia? Obviamente, o Facebook oferece meios para que os usuários se organizem para propósitos políticos. Isso tem um impacto social muito forte. Temos protestos políticos aparecendo por todo o mundo, organizados pelo Facebook. O usuário emite uma posição e seus amigos concordam ou discordam dele. 

Uma ideia pode se tornar poderosa em pouco tempo, sem que um partido político esteja envolvido. Isso dá poder ao usuário, reestrutura a relação entre indivíduos e instituições e faz com que estruturas hierárquicas tenham menos poder. Por outro lado, cidadãos e consumidores passam a ter mais poder. 

Governos que não sejam admirados pela população terão mais dificuldades para governar. Isso tudo é muito bom e muito impressionante. O problema é que ainda não existem canais que possam construir um desfecho positivo para a movimentação no Facebook. Por exemplo, o governo do Egito caiu com a ajuda do Facebook, mas a rede social não ajudou os egípcios a construir um novo governo.

O Facebook parece ter a ambição de ser uma espécie de internet dentro da internet, onde será possível assistir a filmes, ouvir música, jogar games e se expressar. Quais são os aspectos positivos e negativos disso? O lado positivo é permitir que pessoas compartilhem mais coisas umas com as outras. O lado negativo disso é que uma única companhia terá uma influência muito grande sobre as interações sociais na web. Sou fã de Zuckerberg, não duvido de sua capacidade ou de suas intenções. Porém, não é bom que uma única empresa tenha tamanho poder.

Pessoas gastam dez vezes mais tempo no Facebook do que na busca do Google. Por que a "web social" está substituindo a "web de buscas"? Não acredito que o compartilhamento ficou mais importante do que a busca. Mas as coisas realmente parecem estar caminhando nessa direção. Busca é uma atividade impessoal. Acredito que as pessoas sejam mais atraídas por outras pessoas do que por informação. Fonte: Portal Veja.

Greve dos bancários fecha 8.951 agências no 11º dia e pressiona Fenaban


greveA greve nacional dos bancários chega a seu décimo primeiro dia nesta sexta-feira (7) ainda mais forte. Os trabalhadores fecharam 8.951 agências e vários centros administrativos de bancos públicos e privados em todos os 26 estados e no Distrito Federal. O balanço foi feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a partir dos dados enviados pelos sindicatos até as 18h.

"A greve segue se fortalecendo a cada dia.

Os bancários estão indignados com o silêncio e a hipocrisia dos bancos. Se de um lado eles não marcam nova negociação e sequer respondem à carta enviada pela Contraf-CUT na terça-feira (4), de outro divulgam informações falsas para confundir os bancários e a sociedade ao dizer que as tratativas continuam e que estão abertos ao diálogo", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

"A culpa pela greve é dos bancos, que mesmo com um lucro altíssimo, que chegou a de R$ 27,4 bilhões no primeiro semestre, se recusam a negociar com o Comando Nacional e apresentar uma proposta decente com avanços econômicos e sociais", destaca Cordeiro.

A greve da categoria já é a maior nos últimos 20 anos, superando o pico de 2010, quando os bancários pararam 8.278 agências em todo país. Os bancários entraram em greve no dia 27 de setembro, depois de rejeitarem a proposta de reajuste de 8% feita pela Fenaban na quinta rodada de negociações, que significa apenas 0,56% de aumento real.

Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,8% (aumento real de 5% mais inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, extinção da rotatividade, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança, igualdade de oportunidades, melhoria do atendimento dos clientes e inclusão bancária sem precarização, dentre outros itens.

"Enquanto dão as costas para as reivindicações de seus funcionários, os bancos gastam cada vez mais com a remuneração dos altos executivos", diz Cordeiro. Segundo dados do Dieese, entre junho do ano passado e o mesmo mês de 2011 o crescimento foi de 12% em média. No Itaú Unibanco, por exemplo, os gastos com os executivos aumentaram de R$ 297,6 milhões para quase R$ 333 milhões.

"Além de ignorar as reivindicações da categoria, os bancos desrespeitam o direito constitucional de greve ao utilizar práticas antissindicais, pressionando e intimidando seus funcionários para que furem o movimento. Eles chegam a utilizar helicópteros para levar bancários para os centros administrativos", indigna-se Cordeiro. "Mesmo assim, a participação na greve continua aumentando e nesta sexta, os trabalhadores fecharam áreas de callcenter de vários bancos", completa.

Fonte: Contraf-CUT

Atenção babacas. Um câncer não é brincadeira!




Para os babacas que estão brincando com o câncer de mama,pedindo para as meninas mostrarem o peito...

Ta ai a imagem real disso tudo... Na qual eu não acho nenhum pouco engraçado!

Aposto que nao brincariam se a mãe de vocês ou alguma mulher da familia tivesse o câncer de mama!

Se deve brincar com coisas que se deve brincar. 

Um câncer não é brincadeira! 

OBS: Babaca não é só a pessoa que posta isso não...é quem acha graça também!

Por 
Emerson Mattos via Facebook.
 


Os melhores momentos do PeduBreu no Festival MADA 2011- Música Alimento da Alma



Mais uma banda potiguar. De São Gonçalo do Amarante, PEDUBREU.







Vereador Eraldo Paiva e o Prefeito Jaime Calado sancionou a lei que institui oficial o hino de São Gonçalo do Amarante.

A partir de agora passa a ser obrigatória a execução do hino nos eventos oficiais do município. 

A letra do hino foi criada por Francinaldo, mais conhecido como frança em um concurso promovido pela prefeitura de songa. 

Parabéns ao prefeito Jaime Calado pela valorização e prevenção de nossas raízes.

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