domingo, 10 de novembro de 2013

PED 2013: Não se esqueça de assinar os projetos de iniciativa popular!

Formulários dos projetos pela Reforma Política e pela Democratização da Mídia estão disponíveis nos locais de votação

Durante a votação do PED 2013, das 9 às 17 horas deste domingo (10) em todo o País, os diretórios devem disponibilizar os formulários dos projetos de lei de iniciativa popular pela Reforma Política e pela Democratização da Mídia.
Participe e Assine!

Leia a deliberação da direção nacional do PT sobre o assunto:
DISPONIBILIZAR OS FORMULÁRIOS NAS MESAS COLETORAS DO PED É OBRIGATÓRIO!

Companheiros e companheiras,

O Diretório Nacional do PT aprovou como tarefa prioritária em 2013, a coleta de assinaturas para o Projeto de Iniciativa Popular pela Reforma Política.

Por isso, todos os locais de votação no PED, nos dias 10/11 e no dia 24/11 deverão obrigatoriamente disponibilizar os formulários da campanha da Reforma Política e o abaixo-assinado pela Democratização da Mídia.

A reprodução dos formulários ficará a cargo dos respectivos Diretórios Municipais e Zonais.

A remessa dos abaixo-assinados para o Diretório Nacional, ficará sob a responsabilidade do Diretório Estadual.

Temos certeza de que a capilaridade e a força da militância do PT comprovarão a força do maior partido político do país.
Viva o PT!

Rui Falcão
Presidente Nacional do PT

Alberto Cantalice
Vice-presidente e Coordenador da Campanha da Reforma Política

Florisvaldo Souza
Secretário Nacional de Organização

Jorge Coelho
Secretário Nacional de Mobilização

CLIQUE AQUI para acessar o Formulário do Projeto de Iniciativa Popular pela Reforma Política


CLIQUE AQUI para acessar o Formulário Projeto de Iniciativa Popular pela Democratização da Mídia. 

CONFIRA SE VOCÊ ESTÁ APTO A VOTAR E O SEU LOCAL DE VOTAÇÃO

Consulte aqui a relação oficial da Secretaria Nacional de Organização do PT.



De 19 marcas de azeite extravirgem testadas, quatro sequer podem ser consideradas azeite

A Proteste – Associação de Consumidores testou 19 marcas de azeite extravirgem e constatou que quatro (Figueira da Foz, Tradição, Quinta d’Aldeia e Vila Real) não podem nem ser consideradas azeites, e sim uma mistura de óleos refinados. Menos da metade dos produtos avaliados, apenas oito, apresentam qualidade de extravirgem.

São eles: Olivas do Sul, Carrefour, Cardeal, Cocinero, Andorinha, La Violetera, Vila Flor, Qualitá.

Os outros sete (Borges, Carbonell, Beirão, Gallo, La Espanhola, Pramesa e Serrata) são apenas virgens. Dos quatro testes que a entidade já realizou com esse produto, este foi o com o maior número de fraudes contra o consumidor.

As propriedades antioxidantes do azeite de oliva são o principal atrativo do produto, devido ao efeito benéfico à saúde. Mas para que o azeite mantenha suas características, é importante que ele não seja misturado a outras substâncias. Os quatro produtos desclassificados pela entidade são, na verdade, uma mistura de óleos refinados, com adição de outros óleos e gorduras. Em diversos parâmetros de análise, essas marcas apresentaram valores que não estão de acordo com a legislação vigente. Os testes realizados indicaram que os produtos não só apresentam falta de qualidade, como também apontaram a adição de óleos de sementes de oleaginosas, o que caracteriza a fraude.

Outros sete não chegam a cometer fraude como esses, mas também não podem ser vendidos como extravirgens. A entidade ressalta que o consumidor paga mais caro, acreditando estar comprando o melhor tipo de azeite e leva para casa um produto de qualidade inferior.
É considerado fraude o produto vendido fora das especificações estabelecidas por lei. Para as análises, foram considerados parâmetros físico-químicos para detectar possíveis adulterações: espectrofotometria (presença de óleos refinados); quantidade de ceras, estigmastadieno, eritrodiol e uvaol (adição de óleos obtidos por extração com solventes); composição em ácidos graxos e esteróis (adição e identificação de outros óleos e gorduras); isômeros transoleicos, translinoleicos, translinolênicos e ECN42 (adição de outras gorduras vegetais).
A entidade vai notificar o Ministério Público, a Anvisa e o Ministério da Agricultura, exigindo fiscalização mais eficiente. Nos três testes anteriores foram detectados problemas. Em 2002, foram avaliados os virgens tradicionais e foi encontrada fraude. Em 2007, a situação se repetiu com os extravirgens. Em 2009, uma marca que dizia ser extravirgem não correspondia à classificação. Para a Proteste, isso demonstra que os fabricantes ainda não são alvos da fiscalização necessária.
A reportagem procurou os quatro fabricantes dos óleos desclassificados. A importadora do óleo Quinta d’Aldeia não possuía porta-voz imediatamente disponível para comentar o assunto. As outras três marcas não tiveram representantes localizados.(FONTE: O Globo).

NO DIA DO PED LULA CONVOCA MILITÂNCIA DO PT A PARTICIPAR DA VOTAÇÃO


Assista o vídeo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, gravado com exclusividade para a TVPT.


Ex-presidente Lula destaca importância do Processo de Eleições Diretas para a escolha dos novos dirigentes que irão conduzir o PT para consolidar a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, e a continuidade do projeto político nacional que vem transformando o Brasil.

VEREADOR ODON JR RESPONDEU AS INVERDADES PÚBLICADAS EM BLOGS E JORNAIS E REAFIRMOU SEU PAPEL NA POLÍTICA

terça-feira, 5 de novembro de 2013

PED 2013 faltam 5 dias.

Boa tarde companheir@s,

Comunicamos que devido o atraso da Nacional encaminhar a documentação necessária para organizarmos e realizarmos a eleição do PED 2013 no próximo dia 10 de Novembro. 

Hoje a tarda em contato com a SORG NORDESTE, fomos comunicado que amanhã estão enviando o link disponibilizando a documentação. 

Como não vai da tempo de enviar o material pelo correio, vamos envia do material para todas as 101 cidades aptas a realizarem o PED 2013 por E-mail e ligar confirmando o recebimento. Como vamos enviar para as Executivas Municipais, Coordenador@s de polos e parlamentares, pedimos aos companheir@s que dê o recebido e ajudem para que esse material chegue  aos companheir@s onde vai haver PED 2013. 

Marcos Imperial
Secretário Executivo do Diretório Estadual PT/RN.

A ministra Tereza Campello fala sobre o legado do Bolsa Família Confira a entrevista exclusiva

Acha-se que a pessoa é pobre porque não trabalha. As pessoas são pobres no Brasil mesmo trabalhando muito
Acha-se que a pessoa é pobre porque não trabalha. As pessoas são pobres no Brasil mesmo trabalhando muito", afirma a ministra. Foto: Glaucio Dettmar.

A ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, em previsão sobre a pobreza no país, aposta numa equiparação aos EUA.
Coordenadora do grupo que criou o Bolsa Família no primeiro governo Lula, a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, fez questão de coordenar pessoalmente os mínimos detalhes da organização da solenidade que comemorou os 10 anos do programa, semana passada, em Brasília.
Defensora intransigente do benefício de R$ 24 bilhões por ano que tirou da miséria 13,8 milhões de famílias, ela rejeita com veemência a visão de que a assistência serve de desestímulo ao trabalho. "Dos adultos, 75% trabalham. Acha-se que a pessoa é pobre porque não trabalha. Ao contrário, as pessoas são pobres no Brasil mesmo trabalhando muito", afirmou, ementrevista exclusiva ao Brasil Econômico. Após citar um estudo do IPEA segundo o qual em 20 anos o Brasil estar melhor do que os EUA do ponto de vista da desigualdade, a ministra garantiu: "Vamos chegar muito antes".
Qual o maior legado dos dez anos do Bolsa Família?
Na cerimônia de aniversário do programa, tentamos mostrar o que foi possível fazer com o Bolsa Família. Tem uma coisa que para nós, gestores, é muito cara e aparece pouco: integramos as três principais redes de políticas públicas do Brasil, que são a assistência social, a saúde e a educação. Nenhum programa conseguiu fazer isso. Primeiro, porque é muito difícil construir uma rede - nós trabalhamos no Brasil com sistemas universais, algo que hoje está na contramão do desmonte das redes de proteção da Europa.
Temos saúde pública universal, educação universal, uma rede de assistência disponível para a população. E no caso do Bolsa Família, eles estão integrados nacionalmente em todos os municípios. É a rede de assistência que faz o cadastro único (que identifica e detalha as condições das famílias beneficiárias) e o refaz a cada dois anos. E a partir dele há o acompanhamento na área de saúde - se houver criança ou gestante na família, elas têm que ser acompanhadas pela saúde. E no caso da educação, há o acompanhamento de frequência escolar. O Bolsa Família unificou essas três grandes redes públicas. Hoje, o programa atinge 13,8 milhões de famílias, o correspondente a 50 milhões de pessoas - um quarto da população brasileira - e faz desembolsos de R$ 24 bilhões por ano.
Ainda tem muita gente necessitada fora do Bolsa Família?
Sim, ainda tem. Mas nós acreditamos que o patamar do programa é em torno desse a que chegamos. Tivemos um crescimento grande - saímos de cerca de 3 milhões de famílias atendidas no início do governo do presidente Lula (2003) e agora estamos em quase 14 milhões.
Qual o tamanho do contingente que ainda estaria fora?
Nós estimamos que hoje tenhamos em torno de 600 mil famílias para localizar. É uma estimativa, porque objetivamente não é possível saber quem está fora. Se soubéssemos, colocaríamos essas pessoas dentro do programa. A linha agora é universalizar o Bolsa Família, ou seja, queremos alcançar todos que estão na faixa de renda do programa. O processo em que o beneficiário procurava o Estado brasileiro, de certa forma, se esgotou. Agora, é o Estado que assume a obrigação de ir atrás dessas pessoas. É o movimento inverso, chamamos de "busca ativa". Estamos indo atrás dessas famílias de várias formas diferentes, porque são famílias muito diferentes. Um exemplo: estamos com vários mutirões interdisciplinares de servidores públicos no Pará. As equipes passam uma semana dentro de um barco, dormindo em rede, indo nas reservas extrativistas para tentar localizar a população pobre. É um trabalho de formiguinha. Você encontra 10 pessoas aqui, 15 ali, não é mais um trabalho de inclusão de milhares.
Essas famílias seriam equivalentes então a 2,28 milhões de pessoas, utilizando-se o multiplicador de 3,8 (número de pessoas por família utilizado como referência pelo Ministério do Desenvolvimento Social).
Sim, uma parcela dessa população está em territórios ermos - reservas extrativistas, florestas, no meio rural.
Mais na região Norte, ou ainda no Nordeste?
No Nordeste ainda tem, mas é menos. Temos uma população pobre muito grande no Nordeste, mas é onde o cadastro único está mais bem implantado e melhor focalizado. O cadastro é bem focalizado quando não tem erro de exclusão ou inclusão, ou seja, ele está chegando aos mais pobres e não inclui gente que não é pobre. Um estudo do Banco Mundial, realizado há dois anos, apontou que o Piauí, na ocasião, tinha o melhor cadastro do Brasil.
E os piores, onde eram?
Por incrível que pareça, estavam no Sudeste e no Sul. Digo estavam, porque isso vem melhorando bastante. A partir de junho de 2011, quando foi lançado o Brasil Sem Miséria, os municípios que tinham uma baixa cobertura começaram a se preocupar mais com isso, porque tudo começou a ser monitorado publicamente. Tinha município com cobertura abaixo de 45% - menos da metade da população extremamente pobre estava no cadastro. Hoje, não deve haver mais nenhum município com percentual tão baixo.
A pobreza urbana em regiões metropolitanas foi resolvida?
Isso depende da cidade. São Paulo, por exemplo, tinha uma cobertura baixíssima. E nós, inclusive, fizemos um trabalho diferenciado, porque a cobertura era tão baixa que nós não conseguiríamos atingir a nossa meta sem contar com a inclusão das famílias da capital paulista. Chegamos a fazer um acordo com a Eletropaulo (isso foi feito em outros estados também) para que eles nos ajudassem a localizar as pessoas em regiões adensadas, com baixa cobertura. Mas é um trabalho difícil, porque, de qualquer forma, o cadastro único tem que ser feito pela rede de assistência social e não havia rede suficiente em São Paulo. Melhorou bastante no ano passado, e, neste ano, virou uma prioridade da prefeitura, que determinou uma reorganização dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras).
Qual o valor médio do benefício?
É de R$ 153, valor que subiu ao longo do tempo. Logo que a gente montou o programa, tinha um benefício de R$ 70 para a família e mais R$ 32 para crianças até 15 anos. Criamos depois um segundo benefício para jovens de 15 a 17 anos. Mas eram no máximo três crianças e dois jovens. Logo que a presidenta Dilma assumiu, nós subimos o número para sete. Agora, nosso critério é: todo mundo da família tem que ganhar no mínimo R$ 70 e deixou de ter limite. Nossos números estão crescendo em uma velocidade muito grande. No Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), havia 506 mil cadastrados em maio e hoje temos 802 mil. Um caso típico de busca ativa é o de um senhor cego, em Campinas, que foi abandonado pela família, morava em uma favela, e só sobrevivia porque os vizinhos levavam comida para ele. Ele tinha direito não só ao Bolsa Família, mas ao BPC (Benefício de Prestação Continuada), porque uma pessoa com deficiência tem direito a ganhar um salário mínimo por mês. Ele não apenas entrou no BPC como também fez cirurgia de catarata. Como esse caso, há dezenas, porque as pessoas estão sendo localizadas e acabam tendo acesso a outros serviços.
Então, multiplicando por 3,8, seriam 2,5 a 3 milhões de pessoas em nível de pobreza extrema?
Sim, e com direito ao Bolsa Família.
Quando se vê crianças e moradores de rua numa cidade pedindo esmola, é razoável supor que esse município não está fazendo direito a sua busca ativa?
Primeiro, é muito difícil ver criança na rua hoje. Há 20 anos, as ruas eram cheias de crianças. Você não vê mais isso. Criança em situação de rua é raro. Criança morando na rua também é muito raro. Há alguns bolsões de crack, mas, ainda assim, já são meninos mais a partir dos 14 anos. Mesmo assim, é o que mais choca. Você vê uma criança, a impressão que você tem é que viu 200. Diminuiu por uma série de razões - inclusive porque o conselho tutelar vai lá e tira a criança da rua, ela vai para o abrigo. As famílias têm muito medo de botar a criança hoje na rua para pedir esmola, porque o conselho tutelar vai lá e tira. Isso acontece, não tem discussão. O que às vezes se tem, e ainda assim é temporário, é o seguinte: a criança tem casa, mora na casa, acontece algo, e aí a criança vai para rua. Mas mesmo assim, criança vendendo bala, chiclete, você vê menos; se vê mais adultos. Isso é, talvez, uma das vitórias que essa construção de políticas que o Estatuto da Criança e do Adolescente trouxe. Não tem a ver só com o Bolsa Família, que contribuiu muito. Mesmo mesmo nesse caso específico de crianças em situação de rua, é preciso atribuir a melhoria a um conjunto de outros elementos.
Agora, se vê gente adulta, não é? No centro do Rio de Janeiro, por exemplo, isso é comum. Há como acabar com isso?
Este é um tema com muito apelo e visibilidade: população de rua. Hoje, são 50 milhões de pessoas recebendo o Bolsa Família. Uma parte é pobre e outra extremamente pobre. Desses, se o Bolsa Família acabasse, 36 milhões voltariam a ser extremamente pobres. Quantos devem ser os moradores de rua? 300 mil. Estão debaixo da ponte, onde você passa todos os dias. A nossa tarefa é muito maior. Seria fácil resolver o problema dessa população se fosse só dinheiro.
Tem drogas, alcoolismo...
Nós estamos resolvendo o problema de 36 milhões, o que nos custaria incluir mais 300 mil? Não é essa a questão. É de natureza bem maior e múltipla. Então, entramos nessa discussão e não adianta só o Bolsa Família. Agora mesmo, essas pessoas podem receber o Bolsa Família. Antes, para receber tinha que ter endereço. Hoje, isso é uma novidade, temos como dar Bolsa Família para ciganos, acampados da reforma agrária, para a população sem endereço fixo. A pessoa precisa ter uma referência: ou é o CRAS - porque a gente tem que poder localizar essa família se for necessário - ou é uma igreja, ou um asilo que ela frequenta. O problema para acabar com essa população de rua não seria apenas renda. Há populações que estão na rua por questões de saúde mental - uma parcela não desprezível; por outros problemas de saúde; ou por dependência de drogas - e o grande problema de drogadição no Brasil é o álcool, continua sendo o álcool, não é o crack. Saiu uma pesquisa recente da Fiocruz, a primeira que se tem no Brasil realmente ampla sobre drogas e álcool - quem são essas pessoas, onde moram, de onde vêm, para onde vão - e, surpreendentemente, a imensa maioria da população em situação de crack não está nas ruas, está em suas próprias casas.
A srª falou em 2 a 3 milhões fora do Bolsa Família, mas há dados que falam de 6 milhões...
Nosso objetivo é que todos estejam no Bolsa Família. No começo do governo, achávamos que precisávamos localizar 800 mil famílias. Já localizamos 913 mil. Agora estimamos que faltam 600 mil, que estão fora de tudo. Quando fizemos um mutirão na Amazônia, antes do Brasil Sem Miséria, achamos um menino - na época tinha uns 12 anos - que se chamava Tatu. Ele não tinha nome. Não é que tivesse nome, mas não tivesse certidão de nascimento; ele não tinha nome mesmo, nem sobrenome. Morava com parentes e tinha apenas esse apelido com nome de bicho. Tiramos a certidão de nascimento e ele mesmo se deu um nome - Benedito. Por que Benedito? "Porque eu acho bonito", disse. Imagine a falta de cidadania que significa uma pessoa não ter nome. Houve também um senhor que foi lá para tirar carteira de identidade, mas não tinha certidão de nascimento. Ele saiu de lá com todos os documentos, conta bancária e aposentado. Saiu da extrema pobreza para uma aposentadoria com um salário mínimo.
Esses 50 milhões de brasileiros permanecerão sempre no programa, ou algum dia poderão ter uma sobrevivência própria?
Sempre falo isso, mas vou continuar falando pelo resto da minha vida: temos como provar que 42% das pessoas atendidas pelo Bolsa Família não trabalham de jeito nenhum, porque têm menos de 15 anos de idade; e 39% têm menos de 14 anos.
Nem deveriam trabalhar...
Ainda há quem pense: "Se é filho de pobre, vai estar na escola para quê? É melhor trabalhar". Mas se estão no Bolsa Família, não trabalham. E se tem menor trabalhando, queremos que pare de trabalhar imediatamente. É condição do Bolsa Família. Dos adultos, 75% trabalham. Acha-se que a pessoa é pobre porque não trabalha. Ao contrário, as pessoas são pobres no Brasil mesmo trabalhando muito. O que deixou de acontecer no Brasil - e o Bolsa Família é um dos responsáveis por isso - é que antes as pessoas achavam que podiam oferecer R$ 30 por mês para uma pessoa trabalhar. Tinha empregada doméstica no interior do Maranhão que ganhava R$ 100 no mês, e que, muitas vezes, levantava antes da família para fazer tapioca, às 4h da manhã, e só ia dormir depois de lavar a louça na última ceia, às 23h. É difícil imaginar uma pessoa que trabalhe mais do que essa empregada doméstica. "Não precisa ganhar mais de R$ 100 porque ela come aqui; roupa, a gente doa para ela". Essa pessoa deixou de trabalhar e o Brasil não precisa mais disso. Os que não trabalham são mães que ficam em casa com as crianças. Uma mãe que não tem onde deixar os filhos, se ela resolver trabalhar, o risco para essas crianças é altíssimo. Se nós não tivermos creche ou algum tipo de estabelecimento que possa acolher essa criança, o que pode acontecer é ela ficar sozinha em casa, o irmãozinho maior cuidando do menor, ela ser fruto de acidente doméstico, de isolamento, abandono, de um conjunto de problemas. E aí perdemos mais uma geração.
Então, não é verdade que os beneficiários estão sem trabalhar?
Temos um pesquisador que foi a campo e chegou a essa conclusão: não é verdade que as pessoas não trabalham. Mas trabalham nos piores empregos, porque estamos lidando com uma sociedade que herdou um passivo de pessoas analfabetas. O Brasil não vai mais ter pessoas analfabetas daqui a 15 anos. Estamos dando qualificação profissional para essas pessoas, o que vai melhorar a inserção no mercado de trabalho. Mas essas são as pessoas mais frágeis do ponto de vista de emprego e empreendedorismo. As pessoas trabalham - 62% da renda delas pessoas vêm do trabalho, o Bolsa Família complementa essa renda.
Mas esse contingente de pessoas vai deixar o programa um dia?
Olha, as pessoas acham que tem 50 milhões de pessoas no Brasil que não trabalham porque dependem do Bolsa Família. Não é verdade. Mas eu vou dar quatro exemplos do que estamos fazendo para apoiar essas pessoas.
Primeiro: qualificação profissional. Só no Brasil sem Miséria, 800 mil adultos foram qualificados. Queremos chegar a 1 milhão até dezembro de 2014.Estamos fazendo qualificação profissional no Brasil como nunca foi feito, são mais de 800 tipos de cursos diferentes. Tem toda a área de construção civil, soldador, galvanizador, costureiro industrial, auxiliar de cozinha, sushiman, cuidador de idoso e de criança. São pessoas pobres que trabalham e que quiseram se qualificar.
Segundo exemplo: o programa Crescer, de microcrédito produtivo orientado (ao receber o empréstimo, o beneficiário também recebe orientações sobre como usar o dinheiro). Foi criado dentro do Brasil sem Miséria, são empréstimos com taxas de juros de 6% ao ano e garantias diferenciadas. O desenho é inspirado no que o BNB (Banco do Nordeste do Brasil) já fazia, mas ampliamos para a Caixa Econômica e o Banco do Brasil. Somente com beneficiários do Bolsa Família, já temos 2,3 milhões de operações realizadas. É para aquele microempreendedor bem pequeno, orientado para a produção. Pode ser usado também para capital de giro: a pessoa só conseguia fazer 20 pastéis por dia porque só tinha dinheiro para comprar ingredientes para fazer 20. Mas com o capital de giro - por exemplo, R$ 300, é disso que estamos falando - consegue comprar mais farinha e triplica a produção. A pessoa faz o pastel na casa dela e vende na construção civil da esquina.
Terceiro: microempreendedor individual. Temos uma parceria enorme com o Sebrae para apoiar nossos microempreendedores e formalizá-los. São três milhões de empreendedores no Brasil e, desses, 10% estão no Bolsa Família. A pessoa já trabalha - por exemplo, tem um carrinho de cachorro quente - mas é informal. Se ele tiver êxito, poderá deixar o Bolsa Familia. A cada dois anos, a pessoa tem que atualizar seu cadastro.
E o quarto ponto?
É a estratégia para o meio rural, muito focada no Nordeste, onde temos a maior concentração de população pobre rural. Nós usamos o mapa do Bolsa Família para identificar territórios no Semiárido nordestino que têm grande concentração de agricultores familiares. Como em Irecê, na Bahia. Fizemos chamadas públicas e contratamos equipes de técnicos para dar assistência a esses territórios. O Nordeste tem um número grande de universidades nas áreas de Ciências Agrárias, Zootecnia, Agronomia, e tem muito curso técnico de escolas agrícolas. Então, há muita gente disponível no mercado. Essas equipes acompanham os agricultores por dois anos, é uma assistência técnica continuada.
Não é o médico de família, é o técnico de família...
(Risos) Já me falaram exatamente isso, bem bacana essa expressão. Se a pessoa quiser melhorar seu negócio, precisa de uma injeção de recursos - às vezes precisa comprar galinha, ou, se tiver cabra, cercar a área. Estamos entrando com R$ 2.400 a fundo perdido para essa família, partindo do princípio de que o Bolsa Família é para comer e vestir. Entramos também com semente, água. A ideia é cercar esse agricultor de um conjunto de políticas, bens e serviços, de forma que ele possa melhorar a produção para seu próprio consumo e ter um excedente. Nós vamos comprar esse excedente, garantindo que ele tenha uma entrada no mercado e consiga se estabelecer. Já são 253 mil agricultores. Infelizmente, por causa da seca, ainda não conseguimos mostrar as pessoas saindo da miséria. As sementes que distribuímos em 2011 foram perdidas. Os agricultores não evadiram, estão sendo treinados, adiamos um pouco os treinamentos. A nossa expectativa é que, chovendo agora, conseguiremos pegar essa safrinha do final do ano.
Há possibilidade de o Brasil chegar a um padrão de vida, por exemplo, de países europeus?
Temos muita gente no Brasil que vive num padrão muito superior ao europeu. O nosso problema é de outra natureza: é a quantidade que está fora de um padrão minimamente digno. O Sergei Soares, pesquisador do IPEA, diz que em 20 anos vamos estar melhor do que os Estados Unidos do ponto de vista da desigualdade. Eu acho que nós vamos chegar lá antes.
Mais pelo avanço da desigualdade lá, ou pela redução da nossa?
Se for pelas duas coisas, vamos chegar muito antes. São muitos os determinantes diferenciados para o sucesso da redução da desigualdade no Brasil. Em 2000, tínhamos 26% da população brasileira sem documentação. Hoje, praticamente erradicamos a ausência de registro civil. Os dados do Sistema de Vigilância Sanitária mostram que o percentual de crianças até dois anos com baixo peso caiu de um patamar de 16% para 1% em dez anos. O que viabilizou isso? Não pode ser só o Bolsa Família. Temos a ampliação da cobertura na área de saúde, a educação das mães, o acesso às informações. A mortalidade infantil caiu, no Nordeste em 50%; no Brasil, 40%. O professor Maurício Barreto (médico epidemiologista da Universidade Federal da Bahia) diz que 20% dessa redução se devem ao Bolsa Família.
Isso tudo dá voto?
Tem cientista hoje que diz que não dá voto nenhum, que o efeito do Bolsa Família no resultado eleitoral já foi eliminado. Se isso for verdade, pelo menos acaba esse ônus de que nós estamos fazendo política social e construímos essa megarrede de proteção por questões eleitorais. O presidente Lula construiu o Bolsa Família no primeiro ano do seu governo, e não em 2005, às vésperas da eleição. Todos falam agora do Bolsa Família - lembrando que estamos próximos de uma eleição. Mas todo mês o Bolsa Família pinga na conta das famílias, não é só em véspera de eleição. Os outros programas de transferência de renda - todos - foram construídos por candidatos à véspera da eleição.Via Brasil Econômico   Octávio Costa e Sonia Filgueiras, por Marcos Imperial.

Queríamos provar que é preciso crescer e distribuir ao mesmo tempo’

Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula. Instituto Lula.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta sexta-feira (1º) do 2º Fórum Mundial de Desenvolvimento Econômico Local, em Foz do Iguaçu. Organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em parceria com o Sebrae, a Itaipu Binacional e o Fundo Andaluz de Municípios para Solidariedade Internacional (Famsi), o evento reuniu mais de quatro mil pessoas de diversos países da África, América Latina, e Europa para discutir experiências e a importância do desenvolvimento local, focado no território, para o crescimento da economia.

No evento, Lula falou da sua experiência, não só como presidente, mas também nas Caravanas da Cidadania, quando viajou pelo Brasil conhecendo as realidades locais e o potencial de desenvolvimento do interior do país, quando os prefeitos discutem a cidade com a sociedade.
“Eu percorri o país de ônibus, trem e de barco, e em cada cidade que eu chegava, eu fazia reunião com os prefeitos, vereadores, movimentos sociais, sindicatos e empresários. Tinha uma pergunta que eu fazia em todas as reuniões. E eu perguntava em cada câmara de vereadores, se eles já tinham feito reuniões para discutir o desenvolvimento da cidade. Perguntava para os prefeitos se tinham feito com outros setores e nunca tinham feito. É impressionante como as pessoas se acostumaram a achar que as coisas caem do céu”.
Para baixar fotos em alta resolução, visite o Picasa do Instituto Lula.
Para Lula, seu desafio quando eleito foi provar que era possível a sociedade ser protagonista do seu desenvolvimento. “Nós queríamos provar que, em vez de de crescer primeiro para distribuir depois, era preciso crescer e distribuir ao mesmo tempo”.
O ex-presidente ressaltou a importância de encontros como esse pela troca de experiências em políticas públicas. “A gente precisa saber que há possibilidades. O que está sendo feito na Bolívia, em Gana, em Moçambique, na Itália. Se a gente souber e aplicar isso a nossa realidade, a gente vai dar um salto extraordinário.”
Lula ressaltou o caráter multiplicador desse tipo de iniciativa. “Vocês não sabem o que um material produzido por vocês aqui pode significar para um cidadão que nem sabe que vocês existem. Porque também não tem uma grande cobertura da imprensa”, disse.
O ex-presidente também cobrou a adoção e aplicação pelos municípios brasileiros da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, que estabelece preferência em licitações de até R$ 80 mil para pequenos negócios da própria cidade. “Temos que cobrar os prefeitos para fazer a aplicação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, que está aprovada em quatro mil municípios, mas só está aplicada em 1500 deles”.
Ouça a íntegra da fala do Lula:

Cruzex começa hoje em Natal reunindo 90 aeronaves e 2 mil militares do Brasil e mais 6 países

Foto: Agência Força Aérea / Sgt Jhonson.

Natal e Recife sediam o maior exercício de combate aéreo da América Latina, o #CruzexFlight2013. O evento teve início hoje e segue até o dia 15, reunindo cerca de 2 mil militares e 90 aeronaves de nove países. http://goo.gl/ZJ4SyU

As bases aéreas das duas capitais serão o palco para missões que envolvem desde o combate aéreo entre caças até o salto de paraquedistas de forças especiais. Segundo o diretor da Cruzex Flight 2013, brigadeiro Mário Luis da Silva Jordão, o evento “aumenta a interação, eleva a troca de conhecimento e padroniza ações para que a Força Aérea Brasileira (FAB) possa atuar no cenário internacional”. 

Acompanhe a cobertura em tempo real nas redes sociais da #FAB.


Programas gratuitos para PCs que você não pode perder

Segurança, utilitários, comunicação, entretenimento e mais: você não precisa gastar muito para equipar seu PC com alguns dos melhores programas do mercado.
Quando o assunto é software, grátis não significa ruim. Um programa que é fruto da paixão de um desenvolvedor pode acabar se tornando uma ferramenta sem a qual você não conseguiria viver, e o fato de que você não precisa pagar um centavo sequer por ela é um imenso bônus. Estes são alguns de nossos programas gratuitos favoritos, e se você conhece algum que não está em nossa lista, deixe sua sugestão nos comentários desta matéria.
Note que alguns desenvolvedores aceitam doações. Se você puder, colocar alguns trocados na “caixinha” é uma boa forma de dizer você realmente aprecia o software e todo o esforço necessário para seu desenvolvimento.
Segurança
É imperativo proteger seu PC contra todas as ameaças que você irá encontrar na “selva” que é a web. Felizmente, é fácil montar um excelente pacote de segurança sem gastar um tostão sequer.
Começe com um antivírus como o
Microsoft Security Essentials ou o AVG AntiVirus Free Edition, mas escolha apenas um deles: nunca é uma boa idéia instalar dois antivíru no mesmo PC, já que isso pode causar conflitos entre os programas, e consumir recursos do sistema desnecessariamente.
Para proteção extra use a versão gratuita do Malwarebytes, especializado na detecção de ameaças tão tinhosas que podem ser desconhecidas até mesmo pelos anti-vírus tradicionais.
Sabemos que é um saco memorizar uma senha para cada site que você visita, então muitas pessoas tendem a reutilizar uma única senha em todos eles. Isso é um risco IMENSO para sua segurança. O LastPass é uma ferramenta que armazena as senhas de todos os sites que você frequenta, e faz o login automaticamente com apenas um clique, para que você não tenha que memorizar nada. Além disso ele é capaz de identificar senhas fracas, gerar senhas fortes e alertar quando percebe que você está reutilizando uma senha. E você pode usá-lo em seu smartphone ou tablet também (há versões para Android, BackBerry e iOS, entre outros), embora isso exija uma assinatura do Lastpass Premium, que custa US$ 12 anuais.
Utilitários
Compactadores tornam os arquivos menores e mais fáceis de compartilhar, e o próprio Windows inclui ferramentas básicas para criar e abrir arquivos no popular formato .ZIP. Mas há alternativas de terceiros que são mais rápidas e eficientes, como o 7-Zip. Ele é tão bom, se não for melhor, que alternativas pagas como o WinZIP e WinRAR, lida com praticamente todos os formatos populares de arquivos compactados e pode até criar arquivos criptografados com o algoritmo AES e uma chave de 256 Bits, para máxima segurança na hora de transmitir dados. O Peazip é outra boa opção nesta categoria.
Pendrives são úteis para levar aqueles arquivos importantes sempre com você, mas guardá-los na nuvem é ainda mais prático, e você reduz o risco de perda de informações se seu pendrive parar de funcionar, ou sumir. O Dropbox é um dos mais populares serviços de armazenamento de arquivos, e há alternativas como o Google Drive ou SkyDrive, mas em nossa opinião o SugarSync é ainda melhor.
CCleaner é a ferramenta de limpeza pesada para os PCs. Ele vai fundo nos cantinhos mais obscuros de seu PC para se livrar do lixo que se acumula com o uso do sistema ao longo do tempo.
Se você precisa ficar de olho em seu PC, vai gostar das ferramentas da CPUID. Duas delas, o CPU-Z e o PC-Wizard, merecem um lugar permanente em seu desktop. O CPU-Z dá informações detalhadas sobre o processador de seu PC, incluindo fabricante e modelo, processo de manufatura, frequência, tamanho do cache , temperatura e muito mais.
O programa pode até mesmo dizer o fabricante, modelo e número de revisão de sua placa-mãe, qual chipset ela usa e a data da BIOS. Por fim, ele também indica qual tipo de memória está instalado em seu PC e seu clock. Já o PC-Wizard faz tudo isso, e também faz uma auditoria completa de todos os componentes em um PC bem como testa seu desempenho.
Se você precisa gravar discos ópticos, sejam CDs ou DVDs, ou quer convertê-los em imagens ISO para facilitar o armazenamento, precisa experimentar o ImgBurn. Ele faz isso e muito mais, e é completamente gratuito.
Vida na web
Se os anúncios engraçadinhos da Microsoft não te convenceram a continuar com o Internet Explorer, experimente oMozilla Firefox ou o Google Chrome. Complemente eles com suas extensões e add-ons favoritos.
Para quem tem familiares, amigos e colegas de trabalho espalhados pelo mundo, a tecnologia VoIP oferece uma forma muito mais barata de se comunicar do que a telefonia tradicional. O popularíssimo Skype, da Microsoft, permite fazer o bate-papo em texto, chamadas de voz ou videochamadas de Skype para Skype grátis, e ligações para telefones fixos ou celulares ao redor do globo a preços atraentes.
Outra forma de se manter em contato são os serviços de mensagens instantâneas, mas nem todos usam o mesmo serviço. O Trillian resolve esse problema, consolidando todos eles, seja Google Talk, AIM, Skype ou mesmo Facebook, em um lugar só. E há versões do programa para vários dispositivos, então você pode começar uma conversa no desktop e terminar no smartphone, e vice-versa.
Quem gosta de jogar online com os amigos tem à disposição utilitários como o VentriloMumble e Teamspeak, que permitem que todos se mantenham em contato sem colocar as mãos no teclado, basta falar. Todos eles consomem pouca banda (algo essencial em partidas online, onde um millisegundo pode significar a diferença entre a vida ou a morte) e são fáceis de configurar e usar.
Jogos
Falando em jogos, o Steam é o rei da distribuição digital, e praticamente o serviço definitivo para comprar e jogar em PC com Windows, com Linux e Macs. Se você gosta de jogos da Electronic Arts, como SimCity, Need for Speed ou a série Battlefield, terá de instalar o Origin, um serviço similar. Ambos são gratuitos, e tem em seu catálogo jogos gratuitos, jogos pagos e versões de demonstração de novos títulos.
Já o Raptr não permite comprar jogos, mas esta rede social funciona como um ponto de partida de onde você pode rodar todos os jogos em seu PC, capturar screenshots e vídeos que podem ser compartilhados em serviços como o Twitch.tv, controlar quanto tempo você passa jogando e mais.
Entretenimento digital
Quando o assunto é gerenciar sua biblioteca de músicas, é difícil superar o iTunes, e ele é essencial se você tem um aparelho com o iOS. Ele irá organizar todas as suas músicas, filmes, episódios de TV e podcasts, baixa novo conteúdo assim que ele fica disponível e sicroniza tudo isso com seus aparelhos com o iOS, como iPhones, iPods e iPads.
Já quem quer apenas um Media Player não deve deixar de conhecer o VLC, o melhor programa gratuito em sua categoria. Ele é capaz de reproduzir praticamente qualquer tipo de arquivo de mídia, e há versões para praticamente qualquer sistema operacional popular.
Criação de conteúdo
Audacity é uma poderosa ferramenta para gravação e edição de áudio que pode atender tanto os “podcasters” quanto os audiófilos. É fácil o suficiente para ser usada por um iniciante (em caso de dúvidas, siga nossas dicas), mas sofisticada o suficiente para agradar mesmo os engenheiros de som.
E se você precisa de um software de edição de imagens poderoso, não precisa gastar todo o seu dinheiro com o Photoshop. O Paint.NET é poderoso e sofisticado, com recursos como camadas, transparências e vários plugins, e não custa nada. Pode não ser o suficiente para um profissional acostumado às ferramentas da Adobe, mas para o usuário doméstico, dá e sobra. Marcos Pedroza, do minuto.com

PT conclama militância a apoiar a #ReformaPolítica e a #LeidaMídiaDemocrática

O PT está em campanha nacional para a coleta de assinaturas em favor do Projeto de Iniciativa Popular da Reforma Política e apoia a iniciativa de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular para um novo marco regulatório das comunicações, proposto pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), pela CUT e outras entidades.

O Diretório Nacional do PT conclama a militância do Partido dos Trabalhadores a se juntar decididamente a essas duas campanhas e é fundamental que os mais de 800 mil filiados e filiadas aptas a votar assinem no dia do PED os formulários dos abaixo assinados.

Veja a entrevista do Secretário Nacional de Mobilização, Jorge Coelho



OBS. Militancia do RN, temodos formulários disponivel na Sede Estadual do PT.

MARCO CIVIL DA INTERNET , ENTENDA E DEFENDA

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

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