sexta-feira, 29 de outubro de 2010

São Gonçalo: Campanha de Dilma foi encerada com emoção, desabafo e fé.

Uma noite de festa, no enceramento da campanha de Dilma em são Gonçalo, coordenada pelo vereador e presidente do PT estadual e coordenador no estado da campanha de Dilma. No dia do padroeiro da cidade São Benedito a emoção e fé tomaram conta do comício que contabilizou cerca de 1000 militantes.

Depois de um 2º turno de muito trabalho de toda base aliada, a persistência do vereador Eraldo Paiva do prefeito Jaime calado pela importância que ambos tiveram em desmentir as calúnias e boatos que foram espalhados em todo o nosso município. Realizando por noite mais de 4 (quatro)  comícios relâmpagos em todos os municípios de são Gonçalo. Sempre com a militância incansável presente, vereadores da base, o deputado Fernando mineiro que não perdeu uma noite nessa jornada em songa, o prefeito, Eraldo em fim foi um exemplo de bem estar para a nossa cidade. E exemplo também para os prefeitos que mesmo apoiando Dilma cruzaram os braços e não fizeram campanha, aqui foi diferente os vereadores, e prefeito colocaram o bloco na rua, e declararam e mostrando como aliado faz campanha.

 Participaram do comício a deputada boa de voto, Fátima bezerra e coordenadora também da campanha de Dilma no estado, o deputado Fernando mineiro, que disse a Jaime que ele não se preocupasse, porque são Gonçalo tem representante na assembleia legislativa, Fernando mineiro, e reassumindo seu compromisso. Também presente Ricardo Amauri representando o sindicado dos portuários de natal, o prefeito Jaime calado, o vereador Geraldo Veríssimo, João costa, Eraldo Paiva, Helomar Júnior presidente do PT de são Gonçalo e outras lideranças. Todos levaram suas palavras ao povo que ali estava.

O prefeito Jaime calado, falou da importância de Dilma pra são Gonçalo pela construção do aeroporto que vai gerar30 mil empregos para os jovens de são Gonçalo. Espero!Falou dos avanços do governo, comparou e falou da minha casa minha vida que vai entregar agora mil casas em são Gonçalo. E mandou um recado para os Judas  que trabalham na prefeitura que votam e pede votos pra serra, peça pra sair, se não pedir eu vou colocar pra fora (delírio da população). No enceramento o prefeito pediu para toda população, deu as mãos e rezou o pai nosso e dizendo vamos à vitória.
Prefeito Jaime Calado diz: as judas peça pra sair, porque se não pedir eu vou colocar pra fora.

População diz:  Dilma sim.

Eraldo diz: São Gonçalo foi fiel com Dilma

Sami Carlos, Ricardo Amauri e sua esposa.

Vereador Eraldo Paiva dizendo: militância do PT trabalhará ate as 17hs do domingo

Deputado Fernando Mineiro, reassumindo o compromisso com songa

Datafolha: Dilma manteve a liderança de 12 pontos

Pesquisa Datafolha realizada ontem voltou a indicar estabilidade no quadro da corrida presidencial, com Dilma Rousseff (PT) mantendo liderança de 12 pontos sobre José Serra (PSDB).


A diferença agora é que o percentual de indecisos caiu de 8% para 4% em dois dias. Essa redução nesse grupo de eleitores indica que há cada vez menos espaço para mudanças na tendência de favoritismo da candidata do PT.
O levantamento do Datafolha, encomendado pela Folha, foi realizado ontem em 256 cidades e com 4.205 entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Quando se consideram os votos válidos, Dilma manteve os mesmos 56% que obteve nos levantamentos de terça-feira (dia 26) e quinta-feira (dia 21). Serra também ficou com seus 44% registrados nas últimas duas sondagens.
Queda dos indecisos
Há alguma variação no que diz respeito aos votos totais, pois aí houve redução dos indecisos. Dilma oscilou de 49% para 50% nesta semana. Serra foi de 38% para 40%. Ambos movimentaram-se dentro da margem de erro da pesquisa.
Os que votam em branco, nulo ou nenhum mantiveram-se em 5%. E houve a queda nos indecisos, de 8% para 4% em dois dias, de terça para ontem.
No geral, as curvas dos candidatos na pesquisa Datafolha neste segundo turno mostram uma tendência clara: Dilma conseguiu ganhar algum fôlego desde o início do mês (pulou do patamar dos 48% para o dos 50% dos votos totais), enquanto Serra parece ter ficado estagnado (começou outubro com 41% e agora tem 40%).
Há também uma pequena variação para baixo, dentro da margem de erro, no percentual total dos que são indecisos somados aos que votam em branco, nulo e nenhum. No início deste mês, eram 11%. Agora, são 9%. Há sinais de que esses eleitores não querem mesmo sair desse grupo.
Marina
Essa tendência é perceptível entre os eleitores que dizem ter votado em Marina Silva (PV) no primeiro turno. No começo de outubro, 9% deles votavam em branco, nulo ou nenhum e outros 18% estavam indecisos. Somados, esses dois grupos eram 27%.
Ontem, segundo o Datafolha, os "marineiros" indecisos caíram para 8%, mas os que vão anular ou votar em branco foram a 18%. Os dois grupos totalizam 26%. Ou seja, cerca de um quarto dos eleitores de Marina não se convenceram até agora a votar em Dilma ou em Serra.
Outro dado que ajuda a entender porque a petista subiu um pouco neste mês e consolidou sua dianteira é o comportamento de quem no primeiro turno votou em branco ou nulo. Na primeira semana de outubro, 14% desses eleitores diziam estar propensos a votar na petista e 25% declaravam apoio ao tucano.
Passadas quase quatro semanas, o quadro se inverteu: 25% dos eleitores que votaram em branco ou nulo no primeiro turno dizem agora que vão escolher Dilma contra 13% que optam por Serra.
A vantagem de Dilma continua ancorada no eleitorado masculino. Entre os homens, ela tem 54% contra 38% de Serra. Já no voto feminino há um empate técnico: a petista está com 46% e o tucano obtém 43%, diz o Datafolha. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número 37721/2010.
Fonte: site UOL

Duas eras em confronto.

PT e PSDB comandaram o País nos últimos 16 anos. Conheça quais são as diferenças entre as gestões e tenha mais elementos para definir o seu voto
 
Amauri Segalla e Luiza Villaméa
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TRUNFOS
A marca do governo Lula é o pré-sal. Na gestão tucana, as privatizações.
Abaixo, FHC com Wilma Motta, viúva de Sérgio Motta,
e Mendonça de Barros, que caiu após escândalo
 
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A eleição do domingo 31 não vai apontar apenas o nome do vencedor da corrida presidencial. Ela também simboliza um inédito confronto entre os partidos que dominaram a cena política nos últimos anos – o PT e o PSDB. Pela primeira vez, os brasileiros terão como base de comparação dois períodos precisos, que duraram exatamente oito anos, e que ficaram marcados por diretrizes econômicas e ações políticas divergentes na maioria das vezes. O PSDB deteve o poder de 1995 a 2002, com o presidente Fernando Henrique Cardoso. Desde 2003, é o PT quem dá as cartas por intermédio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A despeito de convicções ideológicas, tão exacerbadas nestes tempos de eleição, os dois inegavelmente estão na lista dos líderes mais importantes da história do Brasil. Ambos tiveram méritos e defeitos, erros e acertos, e é impossível não creditar à dupla o excepcional momento vivido pelo País. Mas, afinal, como comparar os dois governos? Por mais que um lado ou outro possa reclamar, não há forma mais justa de avaliar as duas eras do que colocar na mesa de discussões os indicadores de cada gestão. Foi isso o que ISTOÉ fez, no levantamento mais completo já realizado a respeito dos dois governos.
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Principalmente nas áreas econômica e social, a análise dos números indica que a gestão petista tem resultados melhores para apresentar. Nesse aspecto, o primeiro dado que chama a atenção é a evolução do Produto Interno Bruto (PIB), que traduz o aumento da riqueza de um país. Nos dois mandatos de FHC, a taxa média anual de crescimento foi de 2,3%. Nos governos Lula, o índice será de 4% (considerando uma alta do PIB de 7,5% em 2010, embora analistas independentes acreditem que a taxa possa chegar a 8%). Lula também conseguiu uma proeza notável: elevou a renda per capita brasileira a US$ 10 mil, um marco que aproxima o índice brasileiro do indicador observado em países desenvolvidos. Nesse ponto, FHC não brilhou. Entre 1995, primeiro ano do governo Fernando Henrique, e 2002, quando ele deixou o poder, a renda per capita brasileira caiu de US$ 4,85 mil para US$ 2,86 mil. Em defesa de FHC, é importante lembrar que ele enfrentou duas sérias crises (da Ásia e da Rússia), que causaram estragos mundo afora.
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REMÉDIO
O PSDB popularizou os genéricos, medicamentos mais baratos
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ALIMENTO
O PT criou o Bolsa Família, que tirou brasileiros da miséria
 
 
Para muitos especialistas, o principal acerto econômico do governo Lula foi a política de crédito. “A expansão brutal do crédito dinamizou a economia”, diz Aldo Fornazieri, diretor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo. “Ela gerou empregos, estimulou investimentos das empresas e blindou o Brasil diante das crises financeiras internacionais.” Com empréstimos mais acessíveis, as pessoas passaram a comprar mais bens, o que contribuiu para o aumento da produção industrial, mobilizada para atender à crescente demanda. Nesse ciclo, mais empregos foram gerados e, como consequência, veio o aumento da renda da população. Um dos efeitos colaterais dessa lógica capitalista é a alta inflacionária, em geral associada ao consumo desenfreado. Com metas de inflação rigorosamente cumpridas, o governo Lula não foi vencido por esse mal. No quesito controle de preços, motivo de orgulho para os tucanos, Lula também obteve um desempenho destacado. Na era Fernando Henrique, a inflação média foi de 9,1%. Nos oito anos de governo Lula, o índice deverá fechar abaixo de 6% – número surpreendente diante dos recorrentes argumentos utilizados pelos defensores de FHC, de que Lula supostamente levaria o País ao abismo inflacionário. “Lula demonstrou uma responsabilidade econômica que foi fundamental para o desenvolvimento do País”, diz o cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília.
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Justiça seja feita, Fernando Henrique herdou um quadro econômico muito mais complicado do que Lula. Inflação desenfreada, desconfiança internacional, empregos em declínio, investimentos minguados, tudo isso elevou de forma significativa os desafios colocados diante de seu governo. Ao PSDB deve ser atribuído o feito histórico de, enfim, consolidar no País uma moeda forte – o real –, que permitiu que os brasileiros controlassem suas despesas e planejassem melhor o futuro. A estabilidade econômica representou uma virada brutal, que fixou os alicerces necessários para sustentar o crescimento que viria mais adiante. Por sua vez, o PT pegou a casa relativamente arrumada, pronta para avançar num ritmo mais intenso. Lula, porém, foi suficientemente inteligente para prosseguir apostando no que funcionava. “Um dos méritos de Lula foi ter dado continuidade às políticas fiscal e monetária do governo Fernando Henrique”, diz Fleischer.
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ENERGIA
Acima, apagão no governo FHC.
Abaixo, Lula no anúncio do pré-sal
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Embora a condução da política econômica tenha convergido em alguns pontos, as eras PSDB e PT possuem características muito distintas. Qual é a marca principal de cada governo? No caso FHC, seu maior legado foi a estabilidade da moeda, façanha reconhecida por economistas de qualquer inclinação ideológica. No campo das realizações, Fernando Henrique se notabilizou pelas privatizações. Apesar das críticas, o processo de venda das estatais trouxe a melhoria dos serviços e foi fundamental para a multiplicação dos resultados financeiros das empresas. Algumas delas – como as de telefonia – estiveram envoltas em suspeitas de favorecimento a grandes grupos econômicos, denúncia que culminou na demissão do então ministro das Comunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros, e do presidente do BNDES à época, André Lara Resende.
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g_7.jpgisto é.
 

A campanha de Dilma no RN continua com energia e entusiasmo nesta sexta-feira, 29. Confira quais são os comícios, caminhadas e atos em Natal e no interior. Participe!

 

Os apoiadores da campanha começaram  o dia cedo, com panfletagem em frente a CEASA, às 5h. Às 9h, haverá mobilização e panfletagem Dilma13 na Praça Gentil Ferreira.

Mais tarde, às 10h, tem r
eunião do Comitê Jurídico na sede do PSB.

Durante a tarde, às 16h, militantes fazem bandeiraço e panfletagem Dilma 13 no calçadão da João Pessoa,Centro.  Às 17h é a vez de Macaíba reunir força e energia para caminhar por Dilma 13. A concentração será na rua Olímpio Maciel, próximo à Lagoa das Pedras.

Às 17h30 haverá panfletagem com carro de som no semáforos da Av. Bernardo Vieira com a Av. Senador Salgado Filho.


À noite, várias atividades ocorrem em Natal e no interior. Às 18h,  será realizada uma Plenária do dia D na Área de Lazer dos Garis, em frente a estação de trem em Nova Natal. Às 19h será realizada aPlenária de Fiscalização, no Salão Paroquial da Igreja da Cidade da Esperança.
 
Fonte: Assessoria do Mandato

A bala de prata do Lula. O pré-sal é ainda maior.

Lula acena: Bye bye Petrobrax
Outra vitória da Petrobrás.
Bye bye Petrobrax.
Extraído do blog do Nassif:
 
A descoberta de petróleo na Bacia de Santos



Do Estadão

Descoberta de grande reserva de óleo na Bacia de Santos deve ser anunciada

Poço da área de Libra pode ser a maior descoberta de óleo do Brasil; ANP deve divulgar resultado nas próximas 48 horas

28 de outubro de 2010 | 16h 41

Kelly Lima e Nicola Pamplona, da Agência Estado

RIO – A maior descoberta de óleo do Brasil pode ser confirmada nas próximas 48 horas. Este é o prazo em que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) espera concluir a perfuração do poço exploratório da área de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. As estimativas, que constam de relatório da consultoria Gaffney Cline & Associates (GCA) – que avaliou para a agência as reservas do pré-sal, inclusive dos blocos usados na cessão onerosa – dão conta de que Libra pode conter entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris.

Segundo fontes do setor, a perfuração da área atingiu ontem pela manhã o seu alvo, a 6,9 mil metros de profundidade. Foram encontrados indícios líquidos que podem ser óleo. A perfuração no poço de Libra, porém, ainda não chegou ao fim, afirmou há pouco a diretora da agência Magda Chambriard.

área pertence à União e, caso aprovado o novo marco regulatório, poderá integrar o primeiro leilão pelo novo modelo de partilha. Como operadora única do pré-sal, a Petrobrás já detém 30% das reservas de Libra, como de todas as outras áreas da região do pré-sal.

A área de Libra está localizada próxima dos blocos BS-4, operado pela Shell, e do BM-S-45, operado pela Petrobrás em parceria com a Shell. Fontes acreditam que, se confirmado o tamanho da megareserva, ela pode “vazar” para estes dois blocos.

Ontem, o gerente executivo de Exploração da Petrobrás, Mario Carminatti, confirmou que a companhia está perfurando o bloco BM-S-45, mas que só dentro de um mês poderá ter alguma notícia da área. Ontem, rumores sobre uma nova grande descoberta movimentaram o mercado financeiro e impactaram a cotação das ações da estatal, que tiveram alta de 1,32% (PN), num dia em que o Ibovespa caiu 0,24%.

Este é o segundo poço perfurado pela Petrobrás sob encomenda da ANP na área de Libra. O primeiro deles, visando a cessão onerosa de cinco bilhões de barris da União para a estatal, apresentou problemas técnicos e foi abandonado. Este segundo poço começou a ser perfurado logo em seguida, em julho, e está sendo concluído agora. Libra foi descartada da cessão onerosa quando percebeu-se que lá havia uma reserva gigantesca, disse uma fonte.

O segundo alvo escolhido pela ANP para fazer a perfuração, de acordo com estas fontes, está localizado em área que foi devolvida pela Shell e que fazia parte do bloco BS-4. As estimativas da Gaffney Cline indicaram para o prospecto de Libra um reserva de, no mínimo, 7,9 bilhões de barris de óleo recuperável. Segundo uma fonte que teve acesso ao relatório, esta estimativa considera um volume de óleo recuperável de 13% na área. Ou seja, os oito bilhões de barris citados seriam apenas 13% do total existente na potencial reserva. As estimativas da ANP consideram um porcentual de óleo recuperável entre 13% e 18%, o que permitiria elevar a projeção total para 12 bilhões de barris.

Mesmo esse porcentual é considerado conservador por especialistas, já que a média internacional é de 20%. A própria Petrobrás, ao apontar o volume recuperável estimado de Tupi entre 5 e 8 bilhões de barris, considera que este volume seja equivalente a algo entre 20% e 25% da reserva “in place” (o total de óleo contido em um reservatório, que nunca pode ser integralmente extraído).

Há dois meses, o diretor geral da ANP, Haroldo Lima, chegou a comentar que se confirmado o volume de 8 bilhões de barris de óleo na área, o bônus de assinatura num eventual leilão de partilha de Libra poderia chegar a até R$ 25 bilhões.

Divulgação

O diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, afirmou há pouco que pretende divulgar nesta sexta-feira, 29, a confirmação de reservas do poço de Libra, que está sendo perfurado em parceria com a Petrobrás no pré-sal da Bacia de Santos. Lima não quis adiantar detalhes, alegando que a agência precisa ainda coletar últimas informações sobre o poço. Segundo ele, até o momento a agência trabalha com o cenário moderado estipulado pela consultoria Gaffney Cline Associates (GCA), que estima reserva de 7,9 bilhões de barris.

A própria GCA porém, em um cenário otimista que eleva o volume para 16 bilhões de barris. Ele participou da cerimônia de retirada do primeiro óleo definitivo de Tupi. Conversa Afiada.

Bomba ! Bomba ! FHC e Ellen Gracie estão a namorar ?

Que bandeira ! Em Higienópolis ?


Notícia que a Mônica Bergamo NÃO daria:

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e a Ministra Ellen Gracie, do Supremo Tribunal Federal, foram vistos, de mãos dadas a passear pelo Shopping Higienópolis.

FHC é o mais ilustre morador do aristocrático bairro de Higienópolis em São Paulo.

(Este ordinário blogueiro, o menos ilustre).

Se este potin (como diria o FHC) se confirmar, estamos diante de fato político de relevância Suprema.

A Ministra Ellen Gracie terá que se considerar impedida de votar qualquer assunto que se refira ao Governo Serra/FHC.

E mais impedida ainda de votar qualquer aspecto de uma Ley de Medios.

Ela, a rigor, não poderia ter rejeitado a ADIN por Omissão que o emérito professor Fábio Comparato quer levar ao Supremo para obrigar o Congresso a votar os artigos de Constituição de 88 que tratam da Comunicação Social.

Clique aqui para ver que Comparato não se deixou intimidar por Ellen Gracie.

A Ministra não pode votar sobre Meios, porque o FHC é o Herói e Supremo Guru do PiG (*).

Só o PiG (*) o leva a sério.

(E, possivelmente, a ilustre Ministra).

Temos aí um impasse.

A Ministra não pode votar e o Ex-Supremo Presidente Supremo do Supremo também não pode votar sobre a Ley de Medios.

Porque ambos foram escolhidos por FHC e, aparentemente, em seu coração residem.


Paulo Henrique Amorim


(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista. ConversaAfiada

Santayana: Kirchner era amigo do Brasil e do Mercosul

Uma perda irreparável para o Mercosul

O Conversa Afiada reproduz texto de Mauro Santayana:

O nosso vizinho do Sul


Por Mauro Santayana


A morte de Néstor Kirchner, que foi decidido partidário de aliança econômica e política com o Brasil, como base para a unidade continental, coloca de novo em debate as relações entre as duas maiores nações do continente. Elas se alteraram em momentos de aproximação e distan ciamento, dependendo dos homens que as lideravam. Contribuiu para isso a divisão da sociedade argentina entre a província de Buenos Aires, ocupada, a partir do século 19, por europeus nórdicos, e as provínc ias do norte, de maioria mestiça. Essa divisão entre los de cabecitas rubias e de cabecitas negras explica, em grande parte, a tumultuada história argentina.


A Argentina sempre teve uma educação superior à brasileira. Sua primeira universidade foi criada em 1622, em Córdoba, quando o Colégio Maximo, fundado pelos jesuítas, foi autorizado a graduar alunos em cursos superiores. Nós só tivemos o primeiro curso superior, no Brasil, em 1827, com as Faculdades de Direito de São Paulo e do Recife. Basta essa terrível circunstância para explicar a diferença. Em compensação, mesmo com o menor conhecimento de filosofia política, os brasileiros conseguiram enfrentar as dificuldades com habilidade pragmática, durante o período de consolidação da Independência, com os graves episódios da Abdicação do primeiro imperador e as rebeliões sucessivas no período da Regência e nos primeiros anos da Maioridade.


É interessante registrar que em 1930 tivemos, de um e do outro lado do Prata, mudanças políticas marcantes. Em 6 de setembro de 1930, o presidente Irigoyen, que fora um excelente administrador entre 1916 e 1922, e se reelegera dois anos antes, foi derrubado, sem resistência, pelo golpe militar do general Uriburu. País exportador de comida, a Argentina se beneficiara durante a Primeira Guerra Mundial, mas a crise econômica de 1929 já fazia os seus efeitos. A Revolução de 30, no Brasil, tinha outras causas e teve outros efeitos.


Durante o Estado Novo, os governos do Brasil e da Argentina se deram bem, como se haviam dado na passagem do século 19 para o 20, com os pactos regionais conhecidos. A única viagem de Getulio Vargas ao exterior, entre 16 de maio e 7 de junho de 1935, foi ao Uruguai e à Argentina. Mais tarde, já em seu segundo governo, Getulio e Perón – cada um com suas próprias razões – se entenderam na defesa do nacionalismo e contra a ingerência norte-americana.

O Mercosul recuperou os melhores momentos de colaboração bilateral entre o Brasil e a Argentina. A submissão aos Estados Unidos, política comum a Fernando Henrique e a Carlos Menem, ao reduzir a autonomia dos dois países, esvaziou o entendimento entre Buenos Aires e Brasília. Esse entendimento foi retomado a partir de 2003, com a posse, quase simultânea, de Lula e de Kirchner. Os dois governantes iniciaram uma era de colaboração efetiva, na busca da unidade continental, que levou o ex-presidente argentino à presidência da União Sulamericana.

A morte de Kirchner é uma perda para o Mercosul e para a unidade continental.


Ficha Limpa


Prevaleceram a razão política e a lógica ética. Um empate, em qualquer julgamento, significa o retorno à situação imediatamente anterior. Os recursos contra a Lei de Ficha Limpa só seriam deferidos se houvesse maioria nesse sentido.


Havendo o empate, o Tribunal deixou de aceitar esses recursos. Para que fossem acatados, os juízes, em sua maioria, teriam que manifestar-se positivamente nesse sentido. Ao manter o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral, isto é, a decisão anterior, o STF atuou com a razão, quaisquer sejam os argumentos jurídicos invocados, de um lado, ou de outro.


O poder político começa a ser saneado, o que nos traz a esperança de uma República mais próxima da cidadania.Conversa Afiada

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