Além da procissão, programação religiosa para o dia da Padroeira do Brail inclui missas solenes.Para celebrar o 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, a Arquidiocese de Natal vai realizar, além das tradicionais missas solenes, uma procissão em homenagem à santa. O cortejo vai percorrer as ruas do bairro de Neópolis a partir das 16h30 e deve reunir mais de sete mil fiéis, de acordo com padre Nunes.
“Como Aparecida é padroeira de Neópolis, estamos organizando uma programação especial. Teremos missa solene às 8h30 e 16h. Depois faremos procissão pela rua do bairro. Para este ano, esperamos um público ainda maior do que o do ano passado, que foi de sete mil pessoas”, disse ele. Na catedral, as missas em homenagem à santa ocorrerão às 11h e às 18h.
História
A história do culto à Nossa Senhora Aparecida teve início em meados de 1717, quando chegou ao município de Guaratinguetá (SP) a notícia de que o conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, governador da então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, iria passar pela povoação a caminho de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), em Minas Gerais.
Com o objetivo de propor um grande banquete à autoridade, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves lançaram as suas redes no rio Paraíba do Sul em busca de peixes. Depois de muitas tentativas infrutíferas, descendo o curso do rio chegaram a Porto Itaguaçu, a 12 de outubro.
Já sem esperança, João Alves lançou a sua rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de Nossa Senhora sem a cabeça. Em nova tentativa apanhou a cabeça da imagem. Envolveram o achado em um lenço. Daí em diante, os peixes chegaram em abundância para os três pescadores.
Durante quinze anos a imagem permaneceu na residência de Filipe Pedroso, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para orar. A devoção foi crescendo entre o povo da região e muitas graças foram alcançadas por aqueles que oravam diante da imagem. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil.
Logo, já não eram somente os pescadores os que vinham rezar diante da imagem, mas também muitas outras pessoas das vizinhanças. A família construiu um oratório no Porto de Itaguaçu, que logo se mostrou pequeno. Por volta de 1734, o vigário de Guaratinguetá construiu uma capela no alto do morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. O Minuto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Olá queridos leitores, bem vindo a pagina do Blog Imperial. Seu comentário é de extrema importância para nosso crescimento.
Marcos Imperial