Este chegou 2 horas antes
Preocupado com o trânsito Fernando Alvarenga
chegou mais cedo ao local de prova,
na UFMG (Foto: Pedro Triginelli / do G1 MG)
chegou mais cedo ao local de prova,
na UFMG (Foto: Pedro Triginelli / do G1 MG)
Os estudantes de Belo Horizonte que vão fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste fim de semana acordaram neste sábado com mais uma preocupação, a chuva. No prédio de Ciências Exatas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) muitas pessoas resolveram chegar mais cedo com medo do trânsito. Henrique Dias, de 18 anos, já estava no local de prova às 11h. "Eu cheguei mais cedo porque estava com medo do trânsito e também dá mais tempo para concentrar para a prova."
Candidatos também comentaram sobre a proibição do uso do lápis durante a prova. Fernando Alvarenga, de 19 anos, quer passar na UFMG para o curso Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis e disse que aprovou a proibição do lápis durante as provas. "Eu acho melhor a caneta. A única coisa que pode dificultar são as contas de matemática, mas isso a gente resolve." Fernando disse ainda que escolheu este curso porque Minas oferece muitas oportunidades.
Perdi um ano da minha vida', diz jovem que chegou atrasada ao Enem
Caroline Hasselmann Do G1,
A estudante Camila Santos Silva, de 18 anos, chegou ao prédio da Uninove, na Barra Funda, em São Paulo, onde ocorre a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), um minuto depois que os portões foram fechados e não conseguiu entrar. "Perdi um ano da minha vida", disse ela.
Esta chegou atrasada
Camila contou que terminou o terceiro ano do ensino médio em uma escola pública, no ano passado, mas não obteve uma boa nota no Enem. Ela resolveu, então, deixar o emprego de recepcionista e começou a trabalhar em um cursinho particular para conseguir uma bolsa de estudos. A jovem pretende cursar odontologia e queria usar a nota do Enem para obter vantagem no processo seletivo.
Ela afirmou que saiu de sua casa, em Osasco, na Grande São Paulo, por volta das 11h30, e ficou presa no trânsito durante todo o percurso até a zona oeste da capital paulista. Quando estava chegando à universidade onde o exame está sendo realizado, ela saiu do carro do seu pai e correu para tentar chegar a tempo. Mas não conseguiu.
No mesmo local, Adalto Pinto, de 28 anos, também chegou atrasado para o Enem. Ele disse que saiu de sua casa, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, às 11h50. O rapaz também reclamou do congestionamento.
ProvaEm todo o país, cerca de 4,6 milhões de estudantes fizeram a inscrição para o Enem, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que organiza a prova.
Neste sábado, entre as 13h e as 17h30, os estudantes responderão questões de ciências humanas e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias. No domingo, a prova será realizada das 13h às 18h30, com perguntas sobre linguagens, códigos e suas tecnologias, além de redação, e matemática e suas tecnologias.
Neste ano, entra no exame pela primeira vez a prova de língua estrangeira. Os inscritos fizeram opção por inglês ou espanhol. No dia da prova, devem fazer apenas a prova escolhida e tomar cuidado para preencher o cartão de respostas.
Pelas regras deste ano, só é permitido fazer a prova com caneta esferográfica preta. É proibido entrar na sala de prova com relógio, lápis e borracha. Segundo o Inep, o objetivo é garantir a segurança do exame.
Outros itens que devem ficar fora das salas são borracha, apontador, lapiseira, grafite, livros, manuais, impressos, anotações, máquinas calculadoras e agendas eletrônicas ou similares, telefones celulares, pagers, bip, walkman, gravador, mp3 ou similar, ou qualquer receptor ou transmissor de dados e mensagens.
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Marcos Imperial