Ovacionado
pela plateia que lotou um auditório do Senado Federal no lançamento da
candidatura à reeleição do atual presidente do Partido dos Trabalhadores,
deputado Rui Falcão, nesta terça-feira (13), o ex-presidente Luiz Inácio Lula
da Silva num discurso emocionado, lembrou da história e da trajetória da
legenda. Lula enfatizou que o PT paga o preço de ser o maior partido de
esquerda da América Latina e também porque a agremiação, segundo ele, teve a
primazia de eleger um operário e uma mulher para presidir o Brasil.
“O
PT é tão grande que as pessoas não compreendem que, mesmo depois de tentarem
massacrar e destruir o nosso partido com infâmia e injúria, ele continua sendo
o partido com mais credibilidade neste País”, afirmou Lula.
O
ex-presidente disse ainda que os opositores cometem “erro infantil” quando
creem que criticando ele ou a presidenta Dilma Rousseff irão destruir o PT.
Para ele, o partido é maior que suas representações no Executivo ou Legislativo
e resumiu: “O PT é o desejo da sociedade brasileira por mudanças. Imaginem o
que seria o Brasil, hoje, sem o PT?”, questionou.
Lula
lembrou também que o PT, ao longo de 10 anos à frente do Executivo Federal, fez
muito mais para a população brasileira que todos os governos que antecederam a
gestão petista.
De
acordo com o ex-presidente, o mundo está vivendo a maior crise econômica,
“maior inclusive que a crise mundial de 1929”. Ele estava se referindo a
maior depressão econômica do século XX. Para Lula, são poucos os países
em situação favorável como o Brasil. Entre esses, ele citou a China e a Índia -
integrantes dos Brics (grupo de cooperação formado por Brasil, Rússia, Índia,
China e África do Sul).
“Em
qual lugar do mundo a taxa de desemprego se assemelha ao do Brasil? Em qual
lugar o salário mínimo cresceu 10 anos consecutivos, criou mais de 20 milhões
de empregos com carteira assinada? Em qual lugar do mundo o povo teve ascensão
social igual ao Brasil?”, questionou.
O
petista fez questão de frisar que tem muita gente que não gosta do nosso
partido, mas que a militância não deve dar vazão a isso. “Tem gente que não
gosta de petista. Vamos dar importância para quem não gosta da gente ou vamos
nos alegrar com quem gosta do PT, que é a maioria. Temos que ter orgulho da
camisa vermelha, da nossa estrela”, concluiu. Postado
por Marcos Imperial, via PDFB. Benildes Rodrigues.
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