
Por Fernando Mineiro,
Já tem gente meio sem paciência pra esse assunto, mas precisamos falar sobre a PEC 55, que na Câmara Federal era a PEC 241. Esse verdadeiro presente de grego que o governo quer que o povo engula calado é o maior ataque aos direitos tão duramente conquistados nos últimos anos. Mas tem quem ainda não se tocou e acha que o negócio “tá tranquilo, tá favorável”.
Enquanto a maioria da sociedade fica indiferente diante do que está acontecendo, Temer consegue fazer o que quer, com apoio da maioria dos deputados, dos senadores, da mídia, atendendo aos interesses dos que vivem da especulação financeira. E, mais uma vez, se não houver uma reação à altura, quem vive do trabalho pagará o pato na atual crise econômica.
As centrais sindicais, as entidades estudantis e demais movimentos sociais estão se mobilizando nacionalmente contra as medidas em curso que, seguramente, levarão o país ao aprofundamento da recessão, do desemprego e ao aumento da crise.
A próxima sexta-feira, 11, é dia de luta e resistência. Dia da greve geral, que tem o objetivo de deixar claro o nosso repúdio à PEC 55 e às demais medidas anunciadas pelo governo ilegítimo.
O RN precisa fazer parte dessa luta.
Motivo é o que não falta. Confira:
– Contra a PEC 55 (PEC 241): Temer quer congelar por 20 anos os investimentos em serviços públicos essenciais à população. As áreas da Saúde, Educação e Segurança serão as mais atingidas, com forte impacto na economia como um todo.
– Contra a Reforma da Previdência: Temer quer aumentar a idade mínima da aposentadoria de homens e mulheres para 65 anos, penalizando especialmente quem começou a trabalhar cedo e os/as jovens que ainda não entraram no mercado de trabalho;
– Contra a Reforma Trabalhista: Temer quer reduzir direitos como FGTS, Férias, 13º, licença-maternidade e paternidade, auxílio creche e outras garantias, além de aumentar as terceirizações, permitindo a contratação com salários mais baixos, condições precárias de trabalho e sem nenhum direito trabalhista;
– Contra a entrega do Petróleo do Pré-Sal às empresas estrangeiras: Temer não quer que os lucros com a exploração de nossas riquezas sejam revertidos em benefício da população, nas áreas de Infraestrutura, Saúde, Educação e Segurança, entre outras.
- Não à reforma do Ensino Médio: Temer quer excluir a sociedade, os profissionais da área e os/as estudantes do debate sobre essa reforma. Em vez disso, ele chamou empresários bilionários do setor para “reformar” a educação brasileira de acordo com a seus interesses privatistas.
E então: não temos motivos suficientes para sair às ruas?
#ChegueJunto
FONTE: http://www.mineiropt.com.br/sexta-11-e-dia-de-dizer-nao-ao-retrocesso/
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Marcos Imperial