sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Microempresas impulsionam economia potiguar e fecham 2025 com saldo positivo de 2,1 mil novos negócios


O empreendedorismo de pequeno porte segue como força estratégica para o dinamismo econômico do Rio Grande do Norte. Em 2025, o estado registrou saldo positivo de 2.155 microempresas, resultado de 9.680 aberturas frente a 7.525 encerramentos no período, segundo levantamento da Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte. Os dados evidenciam o papel central dos pequenos negócios na geração de emprego, renda e diversificação da atividade produtiva.

O desempenho reforça a importância das microempresas como vetor de crescimento regional, ampliando a oferta de serviços e produtos, estimulando a competitividade e fortalecendo cadeias econômicas locais. O cenário positivo indica um ambiente favorável ao empreendedorismo e à formalização, contribuindo para a consolidação de um ecossistema empresarial mais robusto no estado.

Entre os principais segmentos das microempresas abertas em 2025, destacam-se Saúde & Bem-Estar (32%), Casa e Construção (18%), Supermercados e Hipermercados (9%), Moda e Confecção (8%), além de Serviços de Alimentação e Serviços Administrativos e Facilities, ambos com 7%. A concentração nesses setores demonstra a força do comércio e dos serviços na estrutura produtiva potiguar, áreas que absorvem mão de obra, estimulam o consumo interno e ampliam oportunidades de negócios.

No universo dos pequenos negócios ativos no estado, as microempresas representam 31,32% do total, segundo dados consolidados por SEBRAE e Receita Federal. O percentual confirma o peso desse segmento no tecido econômico local e sua relevância para a sustentabilidade do mercado empreendedor.

A distribuição territorial do saldo de micro e pequenas empresas em 2025 revela crescimento em todas as regiões do estado. A Grande Natal lidera com 58% do saldo total, consolidando-se como principal polo de atração de novos empreendimentos. Em seguida aparecem as regiões Oeste (14%), Agreste (8%), Alto Oeste (5%), Trairí (5%), Seridó Ocidental (4%), Vale do Açu (4%) e Seridó Oriental (3%). O movimento indica não apenas a força da capital e entorno metropolitano, mas também a interiorização do empreendedorismo, com expansão de oportunidades em diferentes territórios.

O resultado demonstra que o avanço das microempresas está alinhado a uma dinâmica econômica mais descentralizada, fortalecendo economias locais e promovendo desenvolvimento regional equilibrado. O desempenho de 2025 confirma o empreendedorismo como pilar estratégico para a economia potiguar, ampliando a base produtiva e criando condições para crescimento sustentável nos próximos anos.

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Marcos Imperial

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