Durante as diligências da Operação Mederi, a Polícia Federal apreendeu R$ 57,5 mil em espécie na casa do secretário de Allyson Almir Mariano. Conhecido em Mossoró por ser homem da confiança do prefeito, ele ocupa atualmente a pasta de Programas e Projetos e é ex-titular da Saúde. Ele é descrito pela PF como quem atuou
Durante as diligências da Operação Mederi, a Polícia Federal apreendeu R$ 57,5 mil em espécie na casa do secretário de Allyson Almir Mariano. Conhecido em Mossoró por ser homem da confiança do prefeito, ele ocupa atualmente a pasta de Programas e Projetos e é ex-titular da Saúde. Ele é descrito pela PF como quem atuou no nível intermediário da organização, servindo como o gerente administrativo que validava formalmente os contratos e pagamentos fraudulentos negociados pelo núcleo político e empresarial.
Maços de dinheiro foram encontrados em diferentes cômodos da casa dele em Mossoró. No primeiro quarto, a Polícia Federal se deparou com uma quantia que o investigado atribuiu à sua mãe.
O auto de apreensão descreve que no quarto e no closet de Almir Mariano, que estava com o namorado na hora da ação da PF, foram encontrados R$ 6,8 mil na mochila do namorado.
Distribuídos entre pertences, mochilas e gavetas, a PF achou mais R$ 50.700,00. No total foram 57.500,00 apreendidos na casa do secretário de Allyson.
Os agentes da PF também fizeram registro de seringas, ampolas, medicamentos e três veículos que estavam na casa de Almir Mariano, uma BMW X1, de propriedade do secretário; Uma Triton L-200, apontada como de propriedade do namorado de Almir e uma Mitsubishi L200 Triton, pertencente à Ufersa, da qual Almir é professor.

O Papel do Secretário de Allyson, segundo a PF
Almir Mariano é apontado pela PF como peça fundamental na engrenagem administrativa que permitiu a continuidade dos desvios de recursos na saúde de Mossoró.
As condutas e responsabilidades atribuídas a ele nos documentos da Operação Mederi são:
1. Continuidade do Esquema Criminoso (Sucessão na Fraude)
A investigação aponta que Almir assumiu a pasta, remanejado da secretaria de Programas e Projetos, em janeiro de 2025, quando o esquema já estava estruturado e garantiu a sua continuidade. Ele permaneceu à frente da saúde até agosto, quando Allyson o devolveu para a pasta originária.
Em seu lugar, o prefeito colocou no comando da pasta central das fraudes descritas pela PF Morgana Dantas, que estava na Assistência Social e que comandara durante todo o primeiro ano de gestão Allyson a saúde de Mossoró. Morgana também foi alvo da Operação Mederi. Via Blog do Dina
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Marcos Imperial