Ontem mais cedo, a Suíça estava empatando e se complicando no grupo. O técnico deles arriscou, colocou a promessa de 20 anos, Johan Manzambi, e o moleque fez história como o mais jovem a sair do banco e brocar dois gols em Copa do Mundo.
Aqui, a gente se irrita vendo o Endrick subutilizado pelo Ancelotti, enquanto o potencial dele fica preso no banco e jogadores com menos poder de decisão ganham espaço. É frustrante, mas é exatamente aí que mora a nossa virada.
O talento do Endrick é gigante e imparável. A história do futebol mostra que o brilho do craque brasileiro sempre rompe a barreira do banco de reservas. É questão de tempo para ele assumir o protagonismo, calar os críticos e trazer a nossa alegria de volta. O gigante está acordando, e o nosso futuro está nos pés dele! Por Mali!
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Marcos Imperial