quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Calendário da Pirelli mostra transformações do Brasil e homenageia Lula

O piloto de Fórmula 1 Felipe Massa e Lula

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula - O piloto de Fórmula 1 Felipe Massa e Lula.
O ex-presidente Lula foi homenageado ontem no lançamento do Calendário 2013 da Pirelli. A cada ano, o calendário tem tema e local de lançamento decididos pela empresa e, em 2012, a cidade do Rio de Janeiro foi a escolhida. Segundo o presidente da Pirelli, Marco Tronchetti Provera, a escolha foi feita pelo desejo de mostrar as transformações que o Brasil tem tido nos últimos anos.
Para baixar fotos em alta resolução, visite o Picasa do Instituto Lula.
Apresentando Lula como “o grande responsável por essa mudança”, ele convidou o ex-presidente ao palco para receber o primeiro Prêmio Pirelli, que homenageia pessoas com feitos notáveis. A honraria foi entregue por Tronchetti Provera juntamente com Sophia Loren, uma dos mestres de cerimônia da ocasião.
Após receber o prêmio, Lula fez um pequeno agradecimento em que ressaltou sua alegria em ver um calendário tão bonito que mostra as mudanças de nosso país. Agradeceu à Pirelli por proporcionar que ele conhecesse Sophia Loren pessoalmente e descreveu Rodrigo Santoro, que dividia o palco com Loren, como o ator brasileiro mais bem-sucedido em Hollywood. Lula ressaltou ainda os avanços de seu governo na área social e a relação disso com os negócios da Pirelli no Brasil: “Agora as pessoas podem comprar mais carros e precisam de mais pneus. Assim, a Pirelli cria mais empregos, paga mais salários e criamos um ciclo virtuoso”.
O calendário da Pirelli foi criado em 1964 e, em 2013, chega à sua 40ª edição. É a terceira vez que o Brasil tem destaque nessa peça, mas a primeira em que o foco não é apenas a beleza das mulheres e cenários do país, mas sobretudo os avanços sociais da última década.
Essa transformação foi captada pelas lentes do fotógrafo americano Steve McCurry. Ele se instalou no Rio de Janeiro por duas semanas e explorou a diversidade de cores e cenários que a cidade oferece.
Também estiveram presentes ao evento o governador e o vice do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão, o governador da Bahia, Jaques Wagner, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, além de executivos da Pirelli, as modelos do calendário e outras personalidades brasileiras e estrangeiras. Via http://www.institutolula.org.

70% DOS BRASILEIROS QUEREM UM PETISTA NA PRESIDÊNCIA EM 2014


Dilma supera Lula em intenções de voto para eleições de 2104 Considerando 64% dos Brasileiros que atualmente tem preferência para o nome que deve ocupar a cadeira da presidência da Republica em 2014, 70% querem um Petista para continuar mudando o Brasil para melhor. 58% deles prefere Dilma, a atual Presidenta e 42% querem o próprio Lula para dar prosseguimento a obra que iniciou em 2002.

Esta noticia mostra que os brasileiro reconhecem o PT como aquele emissário dos bons ventos que continuarão soprando para a Nação.

Pesquisa Ibope publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo revelou que o eleitorado brasileiro que a presidenta Dilma Rousseff  foi citada espontaneamente por 26% dos eleitores como a candidata predileta para presidir o país daqui a dois anos.

O presidente Dilma Rousseff já superou seu antecessor e mentor político, Luiz Inácio Lula da Silva, em intenções de voto para as eleições presidenciais de 2014, segundo uma pesquisa divulgada neste domingo.

Dilma, eleita em 2010 e que deve concorrer à reeleição, foi citada espontaneamente por 26% dos entrevistados pelo "Ibope" como candidata favorita às eleições de 2014, segundo uma pesquisa divulgada pelo jornal "O Estado de São Paulo".

Lula foi citado por 19% dos 2.002 eleitores indagados em 143 municípios entre os dias 8 e 12 de novembro.

O favoritismo dos dois líderes do PT supera significativamente o de qualquer possível candidato da oposição.

Em terceiro lugar da enquete, com só apenas 4%, aparece o ex-candidato presidencial e ex-ministro José Serra, derrotado em outubro pelo candidato do PT na disputa pela Prefeitura de São Paulo.

No quarto lugar, com 3%, figura o senador Aécio Neves, ex-governador do estado de Minas Gerais e considerado como possível candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) nas eleições presidenciais de 2014.

Segundo o "Ibope", a enquete demonstrou que Dilma deixou de ser vista como a candidata que Lula indicou porque não poderia disputar outra eleição para ser vista como uma presidente com políticas próprias.

Em enquetes similares no passado, Lula sempre aparecia antes de Dilma como possível candidato do PT para as eleições de 2014.

Segundo uma pesquisa realizado pela empresa "Datafolha" em abril do ano passado, apesar de Dilma já ter aparecido com recorde de popularidade (64% de aprovação), 57% dos brasileiros preferia o retorno de Lula à Presidência em 2014 que o de sua sucessora (32%).

"O que mudou agora é o fato de que a enquete mostra que, em dois anos de Governo, Dilma deixou de ser o poste plantado por Lula e passou a ter luz própria", segundo "O Estado de São Paulo".
A porcentagem de indagados que sem uma lista pré-determinada de candidatos não souberam mencionar em quem votariam nas eleições de 2014 chegou a 36%.

"O fato de liderar a enquete espontânea mostra que seu desempenho no cargo a transformou em candidata natural a sua própria sucessão, independente de Lula", acrescentou o mesmo jornal.

Desde que deixou a Presidência em 1º de janeiro de 2011, Lula reiterou que corresponde a Dilma o direito de se apresentar à reeleição, portanto sempre declina comentar a possibilidade de voltar a se apresentar como candidato. Via http://forumzn.blogspot.com.br.

Vereadora do PT Goreth Orrico realiza o 7º Torneio de Futsal na terra da onça


A 7ª edição do torneio Goreth Orrico de futsal realizado de 22 a 24 de novembro movimentou atletas, desportistas e amantes do esporte santoantonienses, no ginásio do CAIC, onde os jogos aconteceram e os torcedores presentes lotaram as dependências da quadra durante os três dias de competição que teve a participação de 30 times das zonas urbana e rural e mais de 200 atletas inscritos exclusivamente do município de Santo Antônio.

Na abertura oficial, as equipes inscritas na competição desfilaram pelas ruas da cidade da avenida principal em frente à igreja matriz até o ginásio onde foram realizadas as partidas, inclusive as quatro melhores equipes do desfile foram escolhidas por um grupo de jurados para participar de um torneio entre si na disputa o vencedor ganhou um terno completo, entregue ao time vitorioso Pica Pau F.C. As bandas de música Filarmônica e Águias Filomenais da escola estadual Filomena de Azevedo animaram o desfile durante o percurso e se apresentaram antes do pontapé inicial no local dos jogos. Durante a solenidade de abertura, quem marcou presença e prestigiou o evento foi o prefeito eleito Lula Ribeiro, que se comprometeu em incentivar e valorizar a prática do esporte no município a partir de 2013. 

O campeão do torneio na edição 2012 foi o time Guaraná I, a vice-campeã foi à equipe Só na Manha e em terceiro lugar ficou o Resto do Mundo, todos receberam troféus, bolas e prêmios em dinheiro, sendo R$ 622,00 para o primeiro, R$ 300,00 o segundo e R$ 100,00 o terceiro colocado. Além disso, o artilheiro da competição, o jogador Igor do Guaraná I com 08 gols marcados recebeu um troféu e os goleiros menos vazados, Klebson do Guaraná I e Dedé do Resto do Mundo com apenas 02 gols sofridos, ambos também receberam um troféu.

A competição se torna um evento tradicional no calendário esportivo da terra da onça, já que essa é a 7ª edição realizada consecutiva proporcionando lazer, cidadania e qualidade de vida para a população santoantoniense em especial os atletas do município. 








Fotos cedidas pela vereadora Goreth Orrico. Via Os Amigos da Onça.

Jovens debatem importância das Políticas Públicas para a Juventude

O mandato do deputado Fernando Mineiro e a Secretaria Municipal da Juventude do PT promoveram, na noite desta terça-feira, 27, um bate-papo com alunos do Projovem Trabalhador sobre a importância das Políticas Públicas para a Juventude (PPJ). O evento contou com a participação da palestrante Joana Santos, consultora da Secretaria Nacional da Juventude do Governo Federal. 

A abertura do bate-papo ficou a cargo do secretário municipal da Juventude do PT, Rodrigo Bico. O grupo Arte de Rua, formado por adolescentes e jovens da Zona Norte de Natal, também participou do evento. 

A ex-secretária estadual da Juventude do PT no RN, Berna Azevedo, destacou a atuação parlamentar de Fernando Mineiro visando o fortalecimento das Políticas Públicas para a Juventude em Natal, desde seu primeiro mandato como vereador e, agora, no mandato de deputado estadual. Ela observou que a prioridade dele sempre foi tentar inserir no orçamento os recursos para execução das PPJ’s. 

Joana Santos explicou que Políticas Públicas para a Juventude são um conjunto de ações voltadas especificamente a essa parcela da população. O objetivo é assegurar aos jovens seus direitos e criar oportunidades para que exerçam, na prática, o papel de protagonistas nos projetos prioritários do país.

“Há uma diversidade que compõe a pluralidade da juventude. Na verdade, temos muitas juventudes que requerem políticas específicas para suas demandas”, comentou.

O Estatuto da Juventude, aprovado neste ano no Congresso Nacional, representa um “marco histórico” para a criação de um sistema nacional de políticas públicas para os jovens, segundo opinou Joana Santos. 

Ela acrescentou que, com a criação desse marco legal, as políticas para os jovens se consolidaram como política de Estado. 

“O Estado é responsável por construir e tornar efetivas essas políticas, que devem ser permanentes. Mas isso só acontece se houver mobilização social”, conclamou.

Joana disse que o governo federal iniciou, em 2005, a construção de uma Política Nacional de Juventude com a criação da Secretaria Nacional de Juventude, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República, do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) e do Projovem, programa de atendimento aos jovens em situação de vulnerabilidade social.

Na época, além de executar o Projovem, a Secretaria Nacional de Juventude assumiu o papel de coordenar as iniciativas executadas por diversos ministérios, numa ação intersetorial que combina um conjunto de políticas estruturantes com programas específicos. A partir dessas ações combinadas, vários avanços foram conquistados nesse período.

Joana afirmou que uma das diretrizes da Política Nacional de Juventude é o programa “Juventude Viva”, que articula uma série de ações com foco na prevenção e combate à violência contra os jovens. Desses, 91,3% eram homens e 74,6%, negros. 

Para dar uma dimensão da importância do tema, Joana lembrou que, segundo dados do Mapa da Violência 2012, 53,5% das vítimas de homicídio no Brasil em 2010 eram jovens entre 15 e 29 anos. 

“A violência é um problema de idade, raça e território”, declarou. Esses dados, segundo Joana, por si só comprovam a necessidade de políticas emergenciais e permanentes para frear esse verdadeiro extermínio de jovens no Brasil.  Fotos: Vlademir Alexandre.

Íntegra da matéria da CartaCapital: O triste fim de Policarpo [e da Veja?]


A relação do diretor da sucursal de Veja com a quadrilha do bicheiro Carlos Cachoeira era bem mais profunda do que se pensava, revelam gravações da PF.

Leandro Fortes
Na quarta-feira, dia 14, o deputado Dr. Rosinha (PT/PR) irá ao plenário da CPI do Cachoeira para fazer o que ninguém teve coragem até agora: enfrentar a mídia. Com base em um documento preparado a partir de todo material enviado à comissão pela Polícia Federal, o parlamentar vai apresentar um requerimento de convocação do jornalista Policarpo Jr., diretor da revista Veja em Brasília Não será um pedido qualquer. O parlamentar tem em mãos um quadro completo das ligações escusas do jornalista e da semanal da Editora Abril com a quadrilha do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Um relicário de quase uma centena de interceptações telefônicas feitas pela PF nas operações Vegas (2009) e Monte Carlo, realizada em 29 de fevereiro deste ano. 

A conclusão é devastadora. Da encomenda de um grampo ilegal contra um deputado federal à subordinação da sucursal de Veja ao esquema criminoso de Cachoeira, as informações repassadas à CPI revelam uma ligação pessoal ostensiva entre o repórter e o bicheiro. A avaliação de mais de 100 páginas preparada para o deputado, à qual CartaCapital teve acesso, demonstra como Cachoeira fornecia fotos, vídeos, grampos e informações privilegiadas do mundo político e empresarial ao jornalista. O bicheiro usava, sem nenhum escrúpulo, a relação íntima que mantinha com Policarpo Jr. para plantar notícias contra inimigos. Em contrapartida, a revista protegia políticos ligados a ele e deixava, simplesmente, de publicar denúncias que poderiam prejudicar os interesses da quadrilha.

As interceptações da PF provam o que a revista nega desde o primeiro momento em que teve seu nome ligado ao bicheiro. Não se trata simplesmente do ecumênico trabalho jornalístico em busca da notícia que obriga repórteres a se relacionarem com anjos e bandidos, gregos e troianos. É algo muito mais profundo, uma ligação na qual os interesses “comerciais” do contraventor estavam umbilicalmente ligados aos interesses políticos da revista, a ponto de estimular uma cobertura seletiva e levar a publicação a promover ostensivamente um político, o senador Demóstenes Torres, que colocou seu mandato a serviço da bandidagem.

Cachoeira costumava escalar a dupla de arapongas Jairo Martins e Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, para levantar informações e negociá-las com a Veja. O jornalista, por sua vez, mantinha encontros periódicos com o bicheiro e alguns de seus capangas, a fim de confirmar, encomendar e reunir informações para reportagens da revista. As informações da PF com histórico de textos publicados pelo semanário demonstram que Policarpo Jr. tinha conhecimento do funcionamento da quadrilha e usufruía dos métodos ilegais de captação de informações.

O objetivo básico dessa relação para a revista contra alvos específicos. Em troca, Policarpo Jr. informava o grupo de Cachoeira sobre o que seria publicado, uma sinergia viciante iniciada em 2004 e, ao longo dos últimos oito anos, transformada numa relação de dependência mútua sem a qual esse inédito esquema de crime organizado não teria se concretizado. Nem Cachoeira teria o poder que chegou a ter nem Veja teria as informações, quase nunca embasadas em provas reais, para produzir escândalos.

Há um momento crucial em que a participação de Policarpo Jr. no esquema criminoso tornou-se inquestionável, impossível de ser interpretada como mera relação entre um jornalista e sua fonte. Em 26 de julho de 2011, uma terça-feira, uma interceptação telefônica flagrou uma conversa entre o repórter e o bicheiro. Sem mais delongas, o jornalista pede ao contraventor para grampear um parlamentar da base governista.

Policarpo – É o seguinte, não, eu queria te pedir uma dica, você pode falar?
Carlinhos – Pode falar.
Policarpo – Como é que eu levanto aí uma ligações do Jovair Arantes, deputado?
Carlinhos – Vamos ver, uai. Pra quando, que dia?
Policarpo – De imediato, com a turma da Conab.
Carlinhos – O Neguinho.
Policarpo – Hã?
Carlinhos – Deixa eu ver com ele, o Neguinho, vou falar para ele te procurar aí.

Em suma, o diretor da sucursal da Veja queria saber com quem o deputado Jovair Arantes (PTB/GO) andava conversando ao telefone entre os dirigentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ligada ao Ministério da Agricultura. Para tal missão, segundo a íntegra do áudio, Cachoeira avisou que iria destacar “Neguinho”, apelido do delegado da Polícia Federal Deuselino Valadares, informante da quadrilha preso durante a Operação Monte Carlo. Ou seja, Policarpo Jr. não apenas sabia das atividades de arapongagem clandestina do bicheiro com fazia encomendas específicas para alimentar o noticiário da Veja.

Três dias depois, em 29 de julho de 2011, outro grampo detectou uma conversa entre um certo “Paulo Abreu” e Jairo Martins. Como jamais apareceu outra interceptação, “Paulo” deve ser Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta Construções no Centro-Oeste. No áudio, o araponga avisa a Abreu que, naquela semana, a revista da Abril iria sair com uma reportagem da Conab. Diz ainda que Veja iria “bater” em seis diretores do órgão. Informação realmente de primeira: no mesmo dia, a revista estampou uma entrevista com Oscar Jucá Neto, o Jucazinho, irmão do senador Romero Jucá (PMDB/RR), então líder do governo no Senado.

Ex-diretor-financeiro da Conab, Jucá Neto havia sido demitido na semana anterior por supostamente ter autorizado o pagamento de R$8 milhões a uma empresa fantasma, segundo denúncia veiculada pela própria Veja. Na nova edição da revista, Jucazinho destilou seu fel contra a Conab e acusou o então ministro da Agricultura, Wagner Rossi, do PMDB, de comandar um esquema de corrupção na pasta. Rossi seria demitido um mês depois.

Só no meio da reportagem é possível compreender o interesse de Policarpo Jr. no deputado Jovair Arantes, então líder do PTB na Câmara. O parlamentar aparece como beneficiário do dinheiro de campanha doado pela Caramuru, de Goiás, uma das maiores empresas de armazenagem de grãos do País. A companhia estaria negociando o recebimento irregular de uma dívida de R$20 milhões por parte da Conab, em troca de distribuir R$5 milhões em propinas entre os diretores do órgão, segundo Jucazinho.

A reportagem da revista não trouxe, porém, uma única prova para sustentar as declarações do ex-diretor da Conab, muito menos para incluir Arantes como das supostas negociações de propina com a Caramuru. Ao que parece, ou a encomenda de Policarpo Jr. não foi entregue a tempo ou o delegado Deuselino Valadares não fez o dever de casa. O deputado do PTB goiano acabou envolvido na Operação Monte Carlo por outro caminho. Arantes foi flagrado em grampos da PF quando negociava dinheiro de campanha com Cachoeira em troca de apoio ao projeto de legalização do jogo no Brasil.

O marco inicial da relação do bicheiro e o jornalista, a quem Cachoeira e alguns capangas chamavam eventualmente de “Poli”, “PJ” ou “Júnior”, pode ser determinado em 22 de fevereiro de 2005. Naquela data, Policarpo Jr. foi depor de forma voluntária ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados e defendeu Cachoeira. O depoimento serviu para vitimizar e inocentar o bicheiro de suas ligações espúrias com o Congresso Nacional. À época, o contraventor alegou ter sido chantageado pelo ex-deputado André Luiz (PMDB/RJ). O parlamentar teria exigido propina para não incluí-lo no relatório final da CPI da Loterj, a conturbada estatal de loterias do Rio de Janeiro.

Segundo Cachoeira, André Luiz havia pedido R$4 milhões, mas queria um adiantamento de R$200 mil para pagar dívidas de campanha de um filho. O bicheiro gravou a conversa, pegou um laudo do perito paulista Ricardo Molina e deu para Policarpo Jr. produzir uma reportagem. A reportagem de Veja, intitulada “Vende-se uma CPI”, foi publicada em 27 de outubro de 2004.

No depoimento que deu á Comissão de Ética da Câmara, Policarpo Jr. afirmou ter sido procurado por Cachoeira porque este, segundo ele, tinha interesse em conversar com um veículo “independente” e um jornalista de “boas referências”.


A gratidão do bicheiro não tardaria a se manifestar. Em maio de 2005, por meio de um trabalho de arapongagem de Jairo Martins, viria à tona o vídeo onde Maurício Marinho, então diretor dos Correios indicado pelo PTB, recebia propina para facilitar licitações na estatal. A denúncia levaria o deputado Roberto Jefferson a denunciar a existência do chamado “mensalão”.

Em 22 de março deste ano, em entrevista à mídia, o ex-prefeito de Anápolis (GO) Ernani de Paula jogou um pouco de luz nessa trama. Segundo ele, em 2003, Demóstenes Torres, senador cassado recentemente, era cotado para assumir a Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça. Para tal, precisaria migrar do DEM para o PMDB, partido da base aliada. O movimento iria permitir ainda que a ex-mulher de Ernani de Paula, suplente de Demóstenes, ganhasse um mandato no Senado. O ex-prefeito diz ter convicção de que o flagrante a Marinho nos Correios foi armado por Cachoeira e Demóstenes para atingir o então ministro José Dirceu.

Hoje se sabe que os planos de Cachoeira dependiam da construção da imagem de Demóstenes, proposto da quadrilha no Senado, como paladino da moralidade pública. A partir desse personagem, falso como uma nota de R$3,00, o bicheiro conseguiu agregar apoio na mídia. A participação de Veja foi fundamental. “Não há dúvidas de que o mito de Demóstenes foi construído na Veja e replicado pelo resto da mídia”, avalia Dr. Rosinha.

Aos poucos, foi possível à PF mapear, desde 2009, por meio da Operação Vegas, como se construir a curiosa disputa entre Cachoeira e Demóstenes pela atenção e a amizade de Policarpo Jr. Estrategicamente, a revista cuidou de consolidar a relação com o bicheiro por meio de reportagens laudatórias sobre o senador do DEM.

A mais marcante foi publicada em 4 de julho de 2007. Intitulada “Os mosqueteiros da ética”, trazia uma série de parlamentares que supostamente representariam a defesa de valores republicanos e democráticos no Congresso contra as torpezas e a corrupção. Demóstenes era um dos destaques. O ex-senador ainda iria brilhar em uma entrevista nas páginas amarelas da revista, na qual foi vendido como o escolhido do povo brasileiro na luta contra a corrupção.

As informações passadas à CPI demonstram que Cachoeira e Demóstenes eram consultados antes de as notícias serem publicadas, não se sabe se com ou sem a autorização da redação de Veja em São Paulo. Também atuavam para impedir a publicação de notícias consideradas prejudiciais à quadrilha.
Em uma conversa gravada em 13 de maio de 2009, Demóstenes pede a Cachoeira para convencer Policarpo Jr. a entrevistar o delegado Aredes Correia Pires, então corregedor-geral de Segurança Pública de Goiás no governo de Marconi Perilo, do PSDB. Pires havia sido subordinado do ex-senador do DEM na Secretaria de Segurança Pública. “Ele [Policarpo] é de confiança, você sabe que ele nunca furou com a gente”, insiste Demóstenes. O bicheiro promete resolver o problema.

Em outro grampo, de 19 de maio de 2009, Demóstenes se desespera com a possibilidade de Policarpo Jr., por ter desprezado o delegado, se voltar contra a quadrilha. “Poli me ligou dizendo que vai estourar o diretor-geral aí [corregedor-geral Aredes Pires]”, choraminga o ex-senador a Cachoeira. Em seguida, pede para o bicheiro conseguir “umas fotos” para calar a boca do jornalista. “Mas pelo menos as fotos vê se consegue, senão [Policarpo] acaba arrancando a cabeça do Aredes e fica a pior situação do mundo.” A PF não identificou de quais fotos o ex-senador e o bicheiro falavam, mas a estratégia deu certo. Veja nunca publicou qualquer denúncia contra o delegado Pires, mas tarde apontado pela Monte Carlo como informante da quadrilha.

Entre os dias 9 e 16 de maio de 2011, a PF flagrou outro conjunto de conversas que revelam a articulação de Cachoeira e Cláudio Abreu para evitar a publicação de reportagem sobre a suposta ligação da Delta com o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, do PT. Obviamente, para preservar a empreiteira de Fernando Cavendish. Como pode ser verificado na interceptação de 9 de maio, Abreu conta a Cachoeira que Cavendish “já tem um discurso” para resolver a crise e revela que estão todos satisfeitos com a atuação de Demóstenes no Senado. O bicheiro avisa que vai encontrar o diretor de Veja em “20 minutinhos” no prédio da empreiteira para resolver a questão.

Em um grampo de 10 de maio de 2011, Cachoeira conversa com Abreu sobre um almoço que teve com Policarpo Jr. para tratar de um suposto encontro, em Itajubá (MG), de José Dirceu com Cavendish. O encontro teria sido intermediado pelo ex-governador do DF José Roberto Arruda, defenestrado do cargo por denúncias de corrupção.

Cachoeira diz a Abreu que a fonte é “furada” e garante que o assunto vai morrer na revista. “O Policarpo confia muito em mim”, diz o bicheiro. “Vou te mostrar a mensagem que ele passou pra mim antes, 10 horas da manhã, pra eu me encontrar com ele aqui em Brasília.” A confiança de Policarpo Jr., neste caso, mostrou-se mesmo inabalável. Nada saiu a respeito do suposto encontro.

Em conversa interceptada em 16 de maio de 2011, Demóstenes comemora aliviado o recuo de Policarpo Jr. em relação ao tem. “Morreu o assunto, né? Tranquilo. Então, beleza, isso aí resolveu, então, 100% resolvido”, diz Cachoeira. O bicheiro esclarece: “Foi a conversa que eu e o Cláudio [Abreu] tivemos lá com o Policarpo. Foi bom demais, valeu.”

Em outra conversa, ainda em 10 de maio de 2011, Cachoeira conta a Abreu, em linguagem chula, como fez para convencer o jornalista a não publicar nada contra a Delta. “Enfiei tudo no rabo do Pagot! Aquela hora, Policarpo estava na minha frente.”

Em seguida, dá a dica definitiva ao diretor da Delta de como se comportar nesses casos: “Você me fala, então, depois, porque por fora eu posso ajudar demais plantando em cima dele [Policarpo], igual plantei do Pagot naquela hora. Ele anotou tudo, viu? Uma beleza. Pagot tá fodido com ele.”


E estava mesmo. Luiz Antônio Pagot, ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, foi demitido dois meses depois da conversa entre o bicheiro e o repórter. Exatos 26 dias após o almoço, Veja denunciaria um suposto esquema de cobrança de propinas para beneficiar o Partido da República (PR) nos contratos do Dnit.

A partir da Monte Carlo e das revelações nos diálogos entre Cachoeira e Policarpo Jr. foi possível descobrir o que realmente ocorreu. Pagot pode não ser um beato, mas sua queda tem mais a ver com o fato de ele ter contrariado interesses da Delta e da quadrilha. O ex-diretor cometeu o erro de criar problemas para a construtora em licitações. Em uma delas, por exemplo, a Delta foi investigada pelo Dnit por ter subcontratado uma empresa para obras de recuperação de um trecho de 18 quilômetros da BR116, no Ceará, sem autorização pra tal. Em uma conversa captada pela PF em 20 de março de 2011, Cachoeira revela a Demóstenes que Policarpo Jr. teria censurado uma entrevista feita em setembro de 2010, véspera das eleições, por Diego Escosteguy, então repórter da sucursal de Brasília. Na entrevista, Arruda, ex-governador cassado por corrupção, envolvia figurões nacionais do DEM e do PSDB no esquema de propinas no Distrito Federal. A entrevista só seria publicada em 18 de março de 2011, mas pela concorrenteÉpoca, para onde Escosteguy se transferira (clique aqui).

Ainda assim, o diretor de Veja tentou dar uma rasteira no ex-subordinado. Na quinta-feira anterior à publicação da entrevista emÉpoca, Policarpo Jr. vazou diversos trechos da entrevista para o site da semanal da Abril na internet. Uma tentativa pueril de atingir a concorrência e, principalmente, de tentar camuflar a censura anterior. “O Policarpo ajudou também, viu? Ia foder todo mundo. Mas você viu que ele ficou com medo e recuou. Tenho certeza que recuou por causa de seu nome”, revelou o bicheiro, para a satisfação do ex-senador do DEM.

Dono da situação, Cachoeira passou a pautar todo tipo de reportagem, a fim de favorecer os negócios da Delta. Em um grampo de 29 de junho de 2011, o bicheiro conversa sobre uma notícia encomendada a Veja por Abreu. Tratava-se de uma reunião de 70 construtoras da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor) para encaminhar a licitação de uma obra na BR280, em Santa Catarina. A reunião, marcada para acontecer em Curitiba, segundo Cachoeira, seria em 1º de julho de 2011.

O evento era um prato cheio. Naquela mesma semana, a sucursal de Brasília preparava uma reportagem sobre supostos esquemas de corrupção no Ministério dos Transportes. Os alvos eram o então titular da pasta, Alfredo Nascimento, presidente do PR, e Pagot. Em uma conversa captada pela PF, Cachoeira e Abreu combinam a infiltração de alguém da revista na reunião e a retirada estratégica dos representantes da Delta do evento. O bicheiro e o diretor da empreiteira mal conseguem se segurar de tanta excitação:
Carlinhos Cachoeira – Teve com Policarpo?

Cláudio Abreu – Cara, show de bola, achei que ele ia beijar minha boca.
Em seguida, traçam a estratégia de infiltração de um repórter, de preferência Policarpo Jr.

Cláudio Abreu – Já mandei o pessoal da Delta sair, né? Que nós não vamos participar da obra. Então falei para eles ir (sic) lá. Ele [Policarpo] vai lá. Falou: “Tem jeito de entrar?”. Falei:”Tem, cara, você infiltra lá e grava a conversa, o sorteio, vão sortear duas obras.” Ele tem de falar que é de uma empreiteira. Talvez, dar caução.

Carlinhos Cachoeira – Ele vai fazer o trem? Vai tá lá?

Cláudio Abreu – falou que ia mandar gente.
No dia seguinte, 30de junho, Cachoeira apressa-se em ligar para Demóstenes para contar sobre a reunião da Aneor, em Curitiba. “Passei um trem para o Policarpo aí hoje, que ele vai bamburrar, viu?”, conta o bicheiro ao ex-senador do DEM. “Só guarde para nós aí, que ele vai infiltrar lá.” Demóstenes não se contém: “Show de bola, show de bola! Aí vai ser de derruba.” Cachoeira dá os últimos detalhes e pede sigilo sobre a operação: “Não conta pra ninguém, ele vai com filmadora e tudo.”

A reportagem “O mensalão do PR” gerou uma crise imediata na cúpula do Ministério dos Transportes, mas não conseguiu derrubar o ministro Alfredo Nascimento. Um dia depois, em 2 de julho de 2011, Cachoeira voltou a conversar com Abreu para falar da repercussão.

Cláudio Abreu – Rapaz, o [Policarpo] Junior, o amigo nosso em Brasília, é mais forte que Aldrin 40 (agrotóxico inseticida). Você chegou a ler a matéria dele hoje, não é?

Carlinhos Cachoeira – Não. O que ele falou? Foi boa?

Cláudio Abreu – “Agora, às 15 horas e 12 minutos, a presidente Dilma Rousseff convoca o ministro dos Transportes e manda afastar todos os citados na reportagem da Veja.” Entra no site do UOL que você vai ver. A matéria ficou boa pra caralho, ele citou a reunião [da Aneor, em Curitiba], cara.
Carlinhos Cachoeira – Você é forte também, hein, Cláudio!

Cláudio Abreu – Você que é forte, amigo. Ainda bem que sou seu amigo. Eu já mandei uma mensagem pra ele [Policarpo], manda uma pra ele. Ele tem um Viber [aplicativo de mensagens para celular], manda um Viber pra ele. Eu botei assim: “Sua matéria já deu repercussão, você é mais forte que Aldrin 40.” Ele respondeu: “Já? Já teve repercussão?” Falei: “Veja o site do UOL.” Falou: “Vou ver, abraço.”










































Um dia após a saída de Nascimento dos Transportes, em 7 de julho de 2011, Cachoeira falava como se fosse chefe de Policarpo Jr. Naquele dia, o bicheiro iniciou um forte lobby para promover um apadrinhamento político instalado no governo Perilo, o secretário estadual de Educação, Thiago Peixoto. Em mais uma conversa interceptada pela PF, Cachoeira diz para Abreu: “Você está com Policarpo Junior? Fala para ele fazer uma reportagem aí. O Thiago tá fazendo uma revolução na educação aqui. Manda ele designar um repórter pra cobrir.”

Havia um interesse comercial. Em uma conversa de 9 de junho de 2011, Cachoeira fala com um comparsa da quadrilha, Gleyb Ferreira da Cruz, sobre um projeto de construção de escolas de baixo custo em Goiás. “Comenta com ninguém não, mas o Thiago [Peixoto, secretário de Educação] passou o modelo pra nós, tá? Vai alugar várias escolas no estado, entendeu? E vamos construir, porque na hora que sair [a licitação], tá pronta, é só fornecer”, diz o bicheiro. Em dezembro do mesmo ano, a capa da Veja seria inspirada em um projeto de educação “de qualidade e baixo custo” na China.

Não foi surpresa nenhuma para a PF e para CPI, portanto, quando a 15 dias a mulher de Cachoeira, Andressa Mendonça, tentou chantagear o juiz federal Alderico Rocha Santos com um dossiê, segundo ela produzido por Veja. Andressa teria dito, contou o juiz: “O senhor conhece Policarpo Junior? O Carlos [Cachoeira] contratou o Policarpo para fazer um dossiê contra o senhor. Se o senhor soltar o Carlos, não vamos soltar o dossiê.”

O bicheiro continua preso e Andressa teve de pagar uma fiança de R$100 mil para não acabar no xadrez (clique aqui).

Nota do Limpinho: O texto de Leandro Fortes foi digitado da revista CartaCapital, nº 710, de 15/8/2012, páginas 24 a 29. Este blog só retirou da matéria imprensa da revista as imagens das conversas do bicheiro com seus capangas. As demais que estão no post foram capturadas da internet. Via Limpinho e Cheiroso.

Uern abre inscrições nesta 4ª com 2.602 vagas

No próximo dia 30, começa o prazo de inscrições para o Processo Seletivo Vocacionado (PSV 2013) para preenchimento de 2.602 vagas de cursos de graduação da UERN. Uma das novidades deste ano é a abertura de 50 vagas para o curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia, ofertado no Campus de Natal (CaN). 

”A proposta pedagógica da UERN para o BC&T prioriza a formação multidisciplinar sólida, com base científica, ao mesmo tempo em que capacita o indivíduo para assimilar, avaliar, gerenciar e empreender inovações tecnológicas que direcionam os rumos a serem tomados como estratégias de desenvolvimento científico e tecnológico na sociedade contemporânea”, explica a diretora do Campus de Natal, Profa. Dra. Ana Lúcia Dantas. Segundo ela, o Campus de Natal escolheu ofertar este curso diante das demandas atuais por profissionais das áreas das ciências tecnológicas. “A UERN não pode mais adiar sua inserção na área das ciências tecnológicas. O BC&T deverá servir de embrião para ampliar o número de cursos das ciências tecnológicas na nossa Universidade”, prevê. O bacharel em Ciência e Tecnologia é um profissional multidisciplinar e, portanto, não há uma demanda específica para o BC&T.

Este profissional poderá atuar em organizações públicas, privadas ou do terceiro setor, em especial na área de Ciência e Tecnologia (C&T), como pesquisador, gestor e consultor; poderá trabalhar em atividades de pesquisa em Ciência e Tecnologia, inclusive por meio de estudos em nível de pós-graduação stricto sensu e/ou lato sensu; no comércio (vendas, gerenciamento e serviços relacionados a produtos na área de C&T ou em outras áreas que exijam a postura de um profissional formado em nível superior); empreender seu próprio negócio em C&T; ocupar cargos de tecnologista em instituições de pesquisa; fazer cursos de ensino superior preparados para funcionar como segundo ciclo formação, ou ciclo de formação específica, onde o reingresso é a única forma de acesso; e ocupar cargos de nível superior oferecidos em concursos públicos. Na UERN, o BC&T terá duração de três anos e será ofertado exclusivamente no Campus de Natal. 


A UFRN e a Ufersa já oferecem esse curso desde 2007.  “O BC&T existe em todas as regiões do País e possui, hoje, mais de 10 mil estudantes matriculados em 26 cursos de graduação em algumas das melhores Universidades brasileiras”, contou a professora Ana Dantas. Sobre a estrutura e corpo docente do novo curso, a diretora do CaN disse que a UERN deverá fazer concurso para complementar o quadro de professores e que apesar de já dispor dos laboratórios de informática, precisará de laboratórios de física, química e biologia, que deverão estar disponíveis de acordo com o cronograma das disciplinas.

SOBRE O PSV 2013
As inscrições para o PSV 2013 deverão ser efetuadas, exclusivamente, via internet, acessando o portal da UERN (www.uern.br) ou no endereço eletrônico da Comperve (www.uern.br/comperve). As inscrições terão início às 9h do dia 30 de novembro e irão até as 23h59 do dia 26 de dezembro de 2012, observado o horário oficial local. As provas serão realizadas nos dias 03 e 04 de março de 2013. O PSV 2013 será aplicado, simultaneamente, nos municípios de Mossoró, Assu, Pau dos Ferros, Patu, Natal e Caicó. O valor da taxa de inscrição é de R$ 110,00 (cento e dez reais). O boleto gerado até as 23h59 do dia 26 de dezembro poderá ser pago até o dia 28 de dezembro de 2012. O candidato pagante, para confirmar sua inscrição, deverá realizar o pagamento da taxa exclusivamente por meio de boleto bancário, pagável nas agências bancárias e casas lotéricas.

Cotistas
Em cumprimento à Lei Estadual nº. 8.258 de 27 de dezembro de 2002, 50%  das vagas iniciais distribuídas por campus, núcleo, curso, habilitação, turno e semestre letivo da UERN são destinados a alunos que tenham cursado integralmente e exclusivamente o ensino fundamental e médio em escola pública (candidatos da modalidade cotista). As demais vagas serão preenchidas em obediência à classificação geral dos candidatos, independente da rede de ensino de origem. O candidato identificado em sua ficha de inscrição como pertencente ao sistema de cotas e/ou como isento do pagamento da taxa de inscrição, integral ou parcial, ou ainda que solicitou atendimento especial, deverá obrigatoriamente entregar a documentação exigida no edital no período de 21 a 25 de janeiro de 2013, das 8h às 17h. A documentação exigida deverá ser entregue pessoalmente ou através de procuração.

Cartão de Identificação
O candidato deverá imprimir uma via do seu cartão de identificação, que contém dados do candidato e o local de provas. O cartão será disponibilizado a partir do dia 19 de fevereiro de 2013, na página da Comperve (www.uern.br/comperve), e ficará disponível até a data da aplicação das provas. O cartão de identificação deverá ser recortado no local indicado e o candidato deve colar a sua fotografia 3×4 recente e de frente no espaço reservado para tal fim. A divulgação do resultado do PSV 2013 será feita pela Comperve/UERN no dia 05 de abril de 2013.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

PT/RN realiza encontro de prefeitos e reunião ampliada do diretório

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O Partido dos Trabalhadores realiza no dia 30 de novembro, um encontro com os prefeitos e vice-prefeitos eleitos em 2012 pelo PT no estado, junto com os cargos de confiança federais, no Hotel Maine, das 09 às 16 horas. O encontro é uma parceria dos mandatos de Fátima Bezerra e Fernando Mineiro. O objetivo da reunião é trocar experiências referentes ao modo petista de governar.

Já no dia 01 de dezembro acontece às 09 horas, na Assembleia Legislativa do RN, uma reunião ampliada do Diretório Estadual que contará com os principais  dirigentes dos PT no RN e tem como pauta debater o quadro eleitoral do partido, durante as eleições deste ano, além de discutir a conjuntura politica nacional e estadual.

Nas eleições realizadas em outubro, o PT cresceu no estado. O partido reelegeu os prefeitos Francisco (Parelhas) e Leonardo (Ipanguaçu), e elegeu prefeitos e prefeitas de cinco outras cidades (Ouro Branco, Serra Negra do Norte, Serrinha dos Pintos, Serra do Mel e Pureza). Além disso, foram eleitos nove vice-prefeitos e 63 vereadores.

Encontro de prefeitos e vices | 30 de novembro | Hotel Maine.

PROGRAMAÇÃO


09h00 – Abertura
09h15min – Apresentação do quadro pós-eleitoral do RN (Secretario de Organização Rildo Santos).
09h30min – Mesa I: A experiência PeTistas nas administrações municipais. Com: Francisco (Prefeito de Parelhas),  Leonardo (Prefeito de Ipanguaçu), Salomão Gurgel (Prefeito de Janduís), Miguel (Vice-Prefeito de São Tomé), Caramuru (Vice-Prefeito de Campo Grande)
10h00 - Debate
11h30min - Apresentação dos Dirigentes dos Órgãos Federais
12h30min - Almoço
14h00 - Mesa II: Os mandatos estadual e federal e as gestões Petistas com:
Deputado Fernando Mineiro e Deputada Fátima Bezerra
15h00 – Debate e encaminhamentos
16h00 – Encerramento do encontro.


Reunião Ampliada do Diretório Estadual | 01 de dezembro | Assembleia Legislativa
09h00 – Abertura.
10h00 – Quadro Eleitoral.
10h30min – Conjuntura Nacional e Estadual.
13h00 – Encaminhamentos.
13h30min – Encerramento.


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