terça-feira, 5 de agosto de 2014
PMDB de Governador Dix-Sept Rosado apoia Fátima.

Do PMDB de Governador Dix-Sept Rosado, o
ex-prefeito Gilberto Martins e os vereadores Nicélia Silveira, Ramón Martins e
Zineuda Macêdo declararam apoio à candidatura de Fátima ao Senado pelo PT.
Os ex-vereadores Antônio Freire, Ricardo Martins e
José Emídio, presidente do PMDB local, também se uniram na aliança.
“Reunimos o diretório do partido, ouvimos cerca de
100 pessoas e todos disseram que queriam apoiar Fátima. Ninguém foi contrário”,
disse o ex-prefeito Gilberto, explicando que na região os dois partidos já têm
afinidades.
Além disso, elogiou a atuação de Fátima como
deputada. “Ela trabalha e é comprometida. Também tem muita ética na vida
pública”.
Dizer “não” é a chave de uma carreira de sucesso e crescimento profissional
Problemas de outras pessoas podem se tornar seus se você disser muitos "sim". James Altucher é a nova voz do gênero de
autoajuda. Além de suas obras escritas, Altucher é também o protagonista de um
podcast semanal chamado “The James Altucher Show”.
Na entrevista abaixo, ele explica porque os
funcionários devem falar “não” para quase tudo, porque dizer “não” é tão
importante em todas as fases de sua carreira. A melhor maneira de falar para
que você não feche nenhuma porta.
FORBES: Você pode dar um
exemplo de um momento que teve de dizer não para alguma situação e isso
impactou de alguma forma o crescimento de sua empresa?
James Altucher: Uma vez eu estava cuidando de um fundo de hedge que tinha
US$ 60 milhões (R$ 132,7 milhões). O valor não é muito alto e nos ofereceram
mais US$ 30 milhões, mas o grupo não queria pagar quase nada de taxa. Nós
dissemos “não” porque não achamos justo com nossos investidores reduzir as
taxas para um grupo em especial.
Outro motivo e o mais importante: nós não
gostávamos deles. O “hoje” é muito curto, então porque gastar o tempo com
pessoas que não gostamos? Pra que gastar o tempo com pessoas que estão
conectadas a você somente pelo dinheiro? Eu não sei se o “não” nesta situação
me trouxe menos ou mais dinheiro, mas sem dúvida me fez mais feliz e menos
estressado.
F: Administrar o tempo é uma
situação difícil para muitos empresários. Como eles podem usar o poder do “não”
para economizar o tempo e ser mais produtivo?
JA: Fundadores de start ups devem dizer não para praticamente
tudo. Alguns exemplos: Reuniões: a maioria das reuniões não resulta em nada.
Contratação: os fundadores devem fazer quase todo o trabalho. Passar a noite em
claro: as 8h de sono são muito importantes e garante e produtividade.
O mais importante é se manter mentalmente
em ordem (se você está doente não vai conseguir trabalhar), esteja cercado de
pessoas que você ama e que te respeitam, seja criativo todos os dias e seja
sempre agradecido pela oportunidade incrível que você está tendo.
F: Você acha que é inteligente
dizer mais “sim” no começo de sua carreira e mais “não” quando já se está mais
estabilizado?
JA: Não. “Não” é sempre o mais inteligente. Todas as vezes que
você diz “sim”, você herda o problema da pessoa para quem você disse isso. Um
exemplo simples é buscar alguém no aeroporto. Quando você diz que sim para ele,
imediatamente torna um problema seu encontrar um carro, encontrar a pessoa no
aeroporto, checar o horário do voo e muito mais. E este é um exemplo simples.
Quanto mais “sim” você diz, mais problemas você vai ter.
Grande parte das minhas parcerias que tenho
hoje, começaram com um “não” sincero e conforme o tempo foi passando nós
aprendemos a trabalhar juntos. De fato, eu diria que grande parte do dinheiro
que eu tenho eu consegui começando com nãos.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Resolução da Comissão Executiva Estadual do PT/RN sobre a proibição de apoio de Dirigentes a candidatos de outros partidos e/ou coligações por mandatários petistas.

Reunida
aos dias 25 do mês de julho do ano de 2014, na sede, sito à Rua Olinto Meira,
1045, Barro Vermelho, Alecrim, Natal/RN, a Comissão Executiva Estadual
deliberou sobre a proibição de apoio a candidatos de outros partidos e/ou
coligações por mandatários petistas, resolvendo fixar as seguintes diretrizes:
Os
mandatários petistas devem apoiar a chapa majoritária integrada pelo Partido
dos Trabalhadores, tendo como candidata ao senado a Deputada Fátima Bezerra e
ao governo o aliado Robson Faria.
O
apoio dos nossos mandatários aos Candidatos a Deputado Estadual e Federal
petistas é obrigatório e deve ser público.
A
violação desta resolução configura, cumulativamente, as infrações descritas no
Art. 227, incisos: II, VIII, IX e X do Estatuto do Partido[1].
Qualquer
filiada ou filiado que tomar conhecimento de fato que se enquadre nas vedações
desta Resolução deverá comunicar através do e-mail: pt13.rn@gmail.com,
identificando-se pelo nome completo e indicando ou apresentando as provas que
puder.
A
apuração será processada segundo o Estatuto e o Código de Ética e Disciplina e
poderá resultar em um ou mais das penas elencadas no Art. 228[2] do Estatuto.
Eraldo
Daniel de Paiva
Presidente.
[1] Art. 227. Constituem infrações éticas e
disciplinares: (…) II – o desrespeito à orientação política ou a qualquer
deliberação regularmente tomada pelas instâncias competentes do Partido,
inclusive pela Bancada a que pertencer o ocupante de cargo legislativo; (…)
VIII – o não acatamento às deliberações dos Encontros e Congressos do Partido,
bem como àquelas adotadas pelos Diretórios e Comissões Executivas do Partido,
principalmente se, tendo sido convocado, delas não tiver participado; IX – a
propaganda de candidato ou candidata a cargo eletivo de outro Partido ou de
coligação não aprovada pelo PT ou, por qualquer meio, a recomendação de seu
nome ao sufrágio do eleitorado; X – acordos ou alianças que contrariem os
interesses do Partido, especialmente com filiados ou filiadas de partidos não
apoiados pelas direções partidárias;
[2] Art. 228. São as seguintes as medidas
disciplinares: I – advertência reservada ou pública; II – censura pública; III
– suspensão do direito de voto por tempo determinado; IV – suspensão das
atividades partidárias por tempo determinado; V – destituição de função em
órgão partidário; VI – desligamento de cargo comissionado; VII– negativa de
legenda para disputa de cargo eletivo; VIII– expulsão, com cancelamento da
filiação; IX – perda de mandato.
Caravana de Fátima e Robinson percorre 12 bairros da Zona Norte de Natal, com aprovação popular

A
primeira caravana da coligação "Liderados pelo Povo", de Fátima
senadora e Robinson governador, percorreu neste sábado (2), 12 bairros e 48
ruas da Zona Norte de Natal. "O termômetro das ruas tem nos
animado cada dia mais e tem nos dado a certeza de que as pessoas estão do nosso
lado, que querem renovar no voto", comentou a deputada.
Fátima
e Robinson foram recebidos nas ruas com gestos e acenos das pessoas, que
externaram a todo tempo a preferência pela aliança entre o PT e o PSD.
"Meu voto é seu. A deputada responsável por mudar para melhor a
perspectiva da Educação do meu estado", frisou Maria de Lourdes Araújo,
residente em Nova Natal.
Também
estiveram presentes na carreata, candidatos a deputados estadual e federal,
lideranças políticas e comunitárias, e principalmente populares. "Minha
senadora. Ainda espero muita coisa dela para meus filhos e netos, por isso meu
voto é garantido", acrescentou João Felipe, do Parque dos Coqueiros.
A
caravana percorreu os bairros de Nova Natal, Igapó, Panatis, Parque dos
Coqueiros, Vale Dourado, Jardim Progresso, Gramoré, Pajuçara, Novo Horizonte,
Parque das Dunas, Jardim Brasil e Nova República.
Prefeito de Assu oficializa apoio a Fátima

O prefeito de Assu, Ivan Júnior (PROS), oficializou
nesta quinta-feira (31) o apoio à candidatura de Fátima Bezerra para o Senado.
O anúncio foi feito no espaço "Dida. Tom", no município do Vale do Açu, com a
presença de 12 dos 15 vereadores da cidade, lideranças e agentes políticos.
"Quem trabalha é reconhecido e nós precisamos
fortalecer essa mensagem com relação à Fátima porque trabalhar é o que ela tem
mais feito", frisou o prefeito.
Ele lembrou a atuação decisiva que teve a futura
senadora para viabilizar os cursos da Universidade Federal do Semi-Árido
(Ufersa) em Assu e para concretizar o campus do Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do RN (IFRN) de Ipanguaçu.
"Se tivesse feito só isso já seria muito. Mas
ela fez mais. A luta de Fátima tem sido muito importante para o Vale do Açu,
por isso peço a vocês que retribuam agora", acrescentou o prefeito.
A futura senadora agradeceu o apoio dos assuenses e
destacou que, uma vez eleita, dará continuidade ao trabalho que ajudou a
melhorar a educação. Ela frisou ainda que pretende atuar em ações voltadas às
áreas de segurança, saúde, entre outras. "Quero ir para o Senado para
fazer ainda mais", concluiu Fátima
Pelo direito de um homem acordar mal humorado

"Eu
não sei se vocês pegaram essa época mas, quando eu era um menino estudante,
sempre que as aulas retornavam os alunos eram obrigados pela professora de
português a escreverem uma redação com o tema “Minhas férias”, para contar o
quanto tinham sido legais e proveitosos todos aqueles dias longe
da escola.
Uma vez que quase sempre as minhas férias eram
passadas na roça — moleque pegando berne, chupando manga, pescando traíras,
discutindo a relação com as cabritas, patinando em bosta de vaca — suponho que as
minhas redações foram se tornando, a cada temporada, mais entediantes à
professora, da mesma forma que eu achava um porre decorar as conjugações
verbais feito um papagaio quando enfia uma bíblia no sovaco.
É bem provável que haja uma crise irreparável no
mercado de tintas nanquim e penas de ganso (naqueles dias, pirralhos cruéis que
éramos, alguns de nós se ocupavam em depenar o sobre-cú dos gansos pelo mero
prazer da judiação, ou então, pela obrigação de escrever todo o conteúdo
programático à mão), pois os atuais recursos tecnológicos avançadíssimos deixam
a meninada com uma leseira danada: preguiça de ler, de escrever, de pensar, de
levantar do sofá.
Não. É tudo mentira. Nunca tive pena de escrever.
Não sou assim tão velho quanto me sinto. Nem jamais judiei de passarinho, ainda
que ele fosse um ganso. Nunca atirei pedras numa ave, a não ser os petardos de
sábado à tarde na pombinha da Gorete, uma dançarina que fazia cover de
chacrete, imitava como ninguém a Rita Cadilac ao expor o virabrequim dentro de
uma das gaiolas do Buraco Azul, decadente cabaré da cidade onde se adquiriam
chatos, decepções e um bocado de experiência de vida.
Vocês têm razão: memórias são um saco. Detesto
biografias, principalmente, a minha. Não estou aqui para descrever com floreios
os equívocos hormonais da minha juventude fuleira em Buraco Azul. Por outro
lado, já que me toleraram até este ponto, vou lhes contar quase tudo o que não
farei durante as minhas próximas férias. Quem se importa com o que eu faço, com
o que eu deixo de fazer?! Ora, tenham a santa paciência: tampouco, eu me
importo com os seus devaneios, leitores, e eles não são poucos!
Mesmo com este entrevero, continuemos: eu tenho um
velado fetiche pelas listas. Então fiz uma em que anotei um corolário de
proposituras (favor, não confundirem com prostitutas) que será uma tentativa
honesta de rompimento com o cotidiano, um lembrete para que eu fuja da moenda
diária das roldanas e engrenagens do caos urbano, um cenário não somente
embrutecedor, desumanizante, mas, viciante como uma pedra no meio do caminho.
Aliás, de fato, no meio do caminho tinha uma pedra. Tinha uma pedra no meio do
caminho. E agora, Carlos Drummond de Andrade? O que fazer se não me sinto mais
poeta?
O meu destino será onde vocês quiserem que ele
seja. Pra mim, tanto faz. Só não revelo aqui, neste parágrafo, o logradouro
completo com CEP e tudo mais, porque não tenho vontade de ser encontrado, que
venham me fazer companhia, estorvos a interromperem o meu
nem-tão-inflexível-assim compromisso de me desligar das mazelas do dia a dia.
Embora eu jamais tenha dito isso nesta crônica, até
este ponto, eu torno a dizer, tão somente a título de trocadilho, de
incoerência e de prolixidade — atributos dos quais não me orgulho nem um pouco
— que, pela primeira vez na vida, desobedecerei a imposição das minhas saudosas
professoras de português (que Deus reserve o melhor lugar do céu a elas; se não
for pedir muito, Senhor, acomode as velhotas em poltronas nas janelas) para
comunicar que não escreverei mais redações, muito menos crônicas, para comentar
como foram as minhas férias de verão na fazendinha da vovó.
Aliás, a titulo de nulidades, dir-lhes-ei como não
serão as minhas férias onde quer que elas aconteçam, e aquilo tudo que pretendo
desfazer ou não fazer durante o meu suíno retiro espiritual, que poderá durar
sabe-se lá quanto tempo — se acaso eu tomar apego pela solidão — num dos mais
longínquos esconderijos do mundo, quem sabe, na minha mente que jamais mente,
um refúgio onde haja uma modesta e limpa cabana desprovida de percevejos,
construída à lavra de um rio livre de cadáveres, titica e sofás, edificada com
a madeira de demolição dos meus dramas diários.
Eu sei que ficou tudo muito confuso nessas linhas que,
contudo, não serão mais confusas que eu mesmo, mas — relaxem — já estou
terminando o texto. Quem quiser que me desacompanhe. Não importa. Não quero
companhia alguma, senão dos meus ais, de um violão e de um blister de dipirona,
caso me doa o estômago de tanto rir de mim mesmo. Mesmo sem pena e nanquim,
anotei tudo numa folha de jornal para embrulhar bananas.
Lista de coisas para não fazer nas férias
1 — Sentir culpa por ter acordado mal humorado.
Quero todo o mau humor que tiver direito.
2
— Dirigir um carro numa cidade de perdidos. Quero me dar ao luxo de
caminhar descalço pelo regaço e tentar outra vez, pois a água limpa ainda está
na fonte. Sei que vocês já ouviram isso nalgum lugar, não?!
3 — Tomar banhos na soda. Penso em ficar três dias
consecutivos sem tomar um banho sequer. Recordar o meu cheiro ruim de suor,
desse corpo domado em roupas. Preciso feder para me sentir diferente dos
fantoches.
4 — Almoçar em pé com o cronômetro ligado. Aliado
do tempo, viajarei sem relógios. Eu quero mais é comer com os olhos, sem
pressa. Vou caçar o que fazer com minhas próprias palavras e — vitorioso —
botar a cozer a minha presa e a minha prosa com as batatas.
5 — Bater o ponto com uma porrada. Não
necessariamente nesta ordem, farei mais ou menos assim (com a mesma languidez
de um pendão de trigo entregue ao vento): vou rachar lenha pela manhã; morder
anzóis à tarde; introduzir, à noite, o Programa Sangue Zero ao apetite voraz de
uma legião de pernilongos. A isso eu chamo crescimento interno sustentável.
6
— Pescar lambaris com redes sociais. “What’s up, man?!”, perguntaria —
inconformado — o peixe, meu mais novo aliado. Então, vou me desconectar e cair
n’água para, enfim, fazer parte do grande aquário."
#PraFazerMuitoMais #Fátima Senadora131

Fátima Bezerra
ajudou a realizar o sonho dos mossoroenses de transformar a ESAM em UFERSA -
Universidade Federal Rural do Semi-Árido. A atuação da deputada do PT do Rio
Grande do Norte foi decisiva na articulação para votação do projeto.
Um artigo realmente libertador para muitas mulheres hoje em dia. "Ele só quer te comer": Por que esse discurso não deveria incomodar

O texto abaixo, de Nathalie Macedo, foi publicado
no site casal sem vergonha. / Diário do Centro do Mundo
"Você conheceu um cara incrível ontem. Ele é
amigo do namorado da amiga da sua amiga. Não importa, ele gostou de você.
Gostou do seu batom vermelho, do seu riso debochado e do cheiro que sentiu
quando você chegou perto pra dar um ‘oi’. A malícia nos olhos dele deixou claro
que ele sabia o que o seu oi significava: você queria fumar um cigarro, nua, na
janela do apartamento dele, enquanto ele adormecia, exaustivamente satisfeito,
com os seus gemidos ainda ecoando no quarto desarrumado.
E você – cujos olhos têm malícia também – soube ler
no sorriso dele que ele queria mesmo arrancar seu sutiã no final da noite. Sem
ter que pedir seu e-mail, nem conhecer sua mãe, nem saber qual é o seu prato
preferido e nem te chamar pra jantar no japa.
No fundo, no fundo – e do alto da sua safadeza
genuína – pouco te interessa se ele vai ligar no dia seguinte; não te interessa
se ele ronca, porque você vai sair de fininho quão logo estiver saciada. Vai
fechar a porta devagar e pegar o primeiro táxi. Sem deixar nem um bilhete na
geladeira – porque, pra você, foi o suficiente. O agora valeu a pena e não
precisa ter depois.
E quando você está quase absolutamente convencida
do seu direito – pensando bem, não é um direito, é uma vontade mesmo – de
querer só sexo casual, a sua amiga politicamente correta e entediante até a
alma, fala alto no seu ouvido (por causa da música contagiante, que seria capaz
de te salvar de ouvir aquela asneira): “Cai fora, ele só quer te comer!”
Ele
só quer te comer. Como se você tivesse saído pra a noite, com a sua micro
calcinha recém comprada e suas boas doses de tequila pra procurar um casamento.
Um cara que tivesse um bom emprego e uma mãe menos chata que as
sogras que você já teve. Que bebesse pouco e quisesse ter filhos, que não
roncasse e também quisesse uma lua de mel em Veneza – porque qual mulher não
quer uma lua de mel em Veneza? – ah, é, você não quer. Você só quer transar – e
qual é o problema nisso?
Então, junto com essa nossa tão sonhada e, pouco a
pouco conquistada liberdade sexual, deveria vir um manual de instruções sobre
como se livrar da hipocrisia (e como ensinar isso às nossas amigas certinhas).
Pra que toda mulher que quer sexo casual compreenda que não há nenhum desvio de
caráter em um homem que quer só sexo casual. E isso quer dizer que não há nada
de errado no fato de ele só querer te comer, desde que isso fique claro pra
você – é como um ‘li e aceito os termos de uso’ – ninguém engana ninguém e os
interesses coincidem.
Então
você aprendeu que não há nada de errado em querer sexo casual. E não há nada de
errado em um homem só querer sexo casual com você – isso não te faz uma
biscate. Isso não significa que você não é digna de alguém que te dê mais que
sexo: Pode significar – e significa, muitas vezes – que você simplesmente não
quer alguém que te dê mais que sexo. E então, depois de jogar toda a
hipocrisia na primeira lixeira pública, encha o peito pra responder à sua amiga
politicamente careta: – Ele só quer me comer?! – ótimo. Eu só quero comê-lo
também."
Robinson e Fátima participam de FestMelão em Jandaíra

A noite de sábado (2) do vice-governador Robinson
Faria e da deputada Fátima Bezerra, representantes da coligação "Liderados
pelo Povo", foi dedicada ao município de Jandaíra, no Mato Grande.
Acompanhados de lideranças da região, os candidatos a Governo e Senado foram
recepcionados na residência do prefeito Beto Roque antes de visitarem o
FestMelão, tradicional festa que ocorre há 18 anos na cidade.
Com Robinson, Fátima e o prefeito Beto estiveram
também, em Jandaíra, o deputado José Adécio; o prefeito de Taipu, Louvado
Júnior; os ex-prefeitos Ricardo Araújo (Galinhos) e Silvano Pinheiro
(Jandaíra); os vereadores Tumba, Wellington, Tiago e Wbagno; além das
lideranças Lêvo, João Costa, Edilma, Júnior Carioca e Beto Bernardino.
Os candidatos da coligação "Liderados pelo
Povo" foram exaltados pelas lideranças presentes como legítimos
representantes da política feita com coerência e lisura. "Estamos muito
felizes por tê-los como opções. Que bom que podemos escolher pela ética e pela
honestidade", disse Ricardo Araújo, por três ocasiões prefeito de
Galinhos.
A união se faz com todas as forças juntas, em 2014 sou 1333 Eraldo Federal.

Meus car@s conterrâne@s São Gonçalenses,
O filho do nosso município Eraldo 1333, concorre a
uma vaga nas eleições de 2014 a deputado federal em São Gonçalo do
Amarante/RN.
Eraldo 1333 é nosso conterrâneo, que vem se
destacando na caminhada política Municipal e Estadual, e tem o reconhecimento
do seu partido a nível Nacional para sua candidatura. Aqueles que confiam em
nos, quero dizer que são novos tempos chegando em São Gonçalo, é hora de
renovar o quadro político de nosso município, e da vez e vos a nosso
povo.
Abre-se uma oportunidade para o novo, então convoco
vocês para fazer o novo, e caminhar com Eraldo 1333 nessa batalha.
Eraldo 1333 filho de dona Ester, de seu Dozio,
irmão de Aninha, de Judite, de Neném, de Geraldo, de Dedé, de Gerson, de
Joquinha e dos Padres Antonio Murilo, e Emanuel. Amigo de Rodrigo, Bira, de
Toinho de Amalha, de Valdeci e Diva, de José, Chico, Francisco João, Maria e de
todas as famílias São Gonçalenses.
Eraldo 1333 é bastante conhecido em São Gonçalo e
em nosso Estado, pessoa muito querida pela nossa sociedade, estimado pelos
nossos amigos que admiram pela sua historia de militância dentro do Partido dos
Trabalhadores, na PJMP, no Grupo de Teatro União Gruteu, dos conselhos que
participou dentro dos movimentos populares municipais e Estaduais que foi
membro, foi Secretaria Estadual da Juventude do PT, é vereador de São Gonçalo,
e Presidente Estadual do PT no Rio Grande do Norte.
Vamos juntos com Eraldo 1333 embarcar nesse grande
sonho de poder colaborar de forma mais contundente para o desenvolvimento de
nossa cidade e das nossas famílias com inteligência e obstinação. As
expectativas em torno da nossa candidatura são grande, reais e cheia de sonhos,
garra e luta.
Eraldo 1333 deputado federal vai mobiliza a
população São Gonçalense, vamos nas casas das nossas professoras, pessoas que
nos viram crescer e virar homens de bem, vamos na casa de dona Luíza e seu
Joaquim, na casa de Zé Alves e dona Dalvinha, na casa de Severino Ubiraci,
vamos em Coqueiros, Pajuçara, Santo Antonio, Amarante, Poço de Pedra, Bela
vista, Guajiru, Barro Duro, Alagadiço, Igreja Nova, Guanduba, Oiteiros, Jacaré
Mirim, Jardim Lola, Cidade das Rosas, Jardim Petrópolis, Padre João Maria, em
cada comunidade iremos, em cada rua de São Gonçalo iremos, dialogar e
apresentar Eraldo 1333 na casa de cada cidadão dizer os nossos propósitos e
ouvir da nossa gente as suas propostas para construirmos uma São Gonçalo melhor
para todos com Eraldo 1333 na Câmara Federal.
Juntos somos fortes, e podemos eleger pela primeira
vez em mais de 300 anos de historia, o primeiro deputado federal de São Gonçalo
do Amarante. Quero aqui dizer que confio em meus conterrâneos, em meus amigos e
amigas daqui e de todo Estado do RN, principalmente aqueles que não podem
declara seu voto, por medo de represarias de vereadores, prefeitos e vice.
Aqueles que têm conversado, e pedido apoio, saibam que vamos dar o máximo de
nosso melhor, para melhorar a vida do nosso povo.
Para finalizar meus caros amigos e amigas, quero
dizer que a hora é de união por nossa terra, pelo nosso sofrido e esquecido
povo. Quem tem proposta e historia, não precisa mentir para conquistar o voto
de confiança de vocês, vocês nos conhecem e sabem onde nos encontrar aqui em
São Gonçalo. Por Marcos Imperial.
Vamos juntos libertar o RN com
Todo sonho pode ser encontrado

Peter Pan entra em cena: imagem extraída da primeira edição da obra, de
1930 "A eterna
magia
de Peter Pan
é
alimentada pela Terra do Nunca que carregamos, cada um com seu próprio sonho
Por Lilian Corrêa, Carta
Fundamental
Quem nunca sonhou com poder voar por aí e conhecer
lugares mágicos muito além da imaginação? Ultrapassar as barreiras do som e das
alturas, os limites do tempo e da idade e, principalmente, as regras
determinadas por aquilo que dizem ser certo ou errado?
E quando o sonho vira realidade? Parece estranho,
mas a Literatura pode nos proporcionar tudo isso, sabemos... e Peter Pan, a
obra de J. M. Barrie, nos traz essa magia toda com maestria.
Data de 1904 a estreia de uma peça teatral escrita
por Barrie de nome Peter e Wendy, na qual o personagem Peter é protagonista e,
em 1911, o texto foi lançado em forma de livro com o título
sendo, anos mais tarde, adaptado para Peter Pan. Mas de onde surgiu toda a
temática? O que de fato inspirou o autor a escrever sobre esse menino que
encantou e ainda encanta adultos e crianças?
Há fatos que envolvem a vida de J. M. Barrie, bem
como há especulações sobre as reais origens que levaram o autor a escrever a
história das aventuras na Terra do Nunca. Contam os biógrafos de Barrie que o
autor conheceu, já adulto, os filhos do casal Arthur e Sylvia Llewelyn Davies:
George, Michael, Nicholas, Jack e Peter e, como amigo do casal, compartilhava
muito tempo ao lado das crianças e gostava muito de suas companhias. Criava
muitas histórias de aventuras para contar aos meninos.
Alguns pesquisadores dizem que um dos meninos foi a
inspiração para que Barrie criasse a personagem Peter Pan, e outros devem a
inspiração ao irmão do autor, David, falecido aos 6 anos de idade, perda que
provocou um trauma terrível na família e deixou a senhora Margareth Ogilvy, mãe
dos meninos, em profunda depressão. Durante toda sua vida, J. M. Barrie tentou
fazer com que a mãe sentisse por ele ao menos parte do orgulho que sentia por
David e tentava fazer de tudo para se parecer com o irmão, chegando a vestir
suas roupas e criando uma relação obsessiva com a mãe.
Esse fato marcou o então garoto para sempre e a mãe
costumava dizer que seu irmão se fora tão jovem que ficaria imortalizado
eternamente como criança e Barrie acabou tomando isso como verdade, mesmo que
inconscientemente, o que pode ser comprovado pela personagem Peter Pan, o
menino que não queria crescer.
Mas o que há de tão especial nessa narrativa e o
que tanto atrai o público leitor? Vamos descobrir juntos!
A narrativa de Peter Pan ocorre em tempo algum ou,
talvez fosse mais apropriado dizer, em um tempo indeterminado. São apresentadas
características temporais que dizem respeito às descrições físicas e
geográficas dadas pelo narrador quanto à família Darling e sua casa, na cidade
de Londres, mais precisamente na região de Kensington Gardens, descrições
relacionadas à aparência das personagens e ao seu comportamento social, mas,
quando se trata do mundo mágico em que Peter vive, denominado a Terra do Nunca,
tudo fica bastante obscuro, começando do endereço: “Segunda à direita e depois
direto até amanhã de manhã”.
A Terra do Nunca dispensa descrições... é um
espaço idílico onde cabem os sonhos de cada uma das crianças que nela habitam e
de todos que um dia a visitarem. Segundo a escritora Flávia Lins e Silva,
na apresentação da edição de Peter Pan, da editora Jorge Zahar, o que é
possível saber sobre a Terra do Nunca é que: “... É sempre mais ou menos uma
ilha, com pinceladas maravilhosas de cor aqui e ali, e recifes de coral e
barcos velozes prontos para zarpar, e esconderijos selvagens e secretos, e
gnomos que quase sempre são alfaiates, e cavernas atravessadas por rios, e
príncipes com seis irmãos mais velhos, e uma cabana caindo aos pedaços, e uma
velhinha bem baixinha com um nariz de gavião.
O genial em Barrie é que ele descreve a ilha com
detalhes tão minuciosos e criativos que quase acreditamos que vai nos oferecer
uma descrição mais precisa e definida dessa ilha. Logo depois, porém, ele
quebra essa expectativa, com outra informação: “É claro que as Terras do Nunca
variam muito. A de João, por exemplo, tinha uma lagoa com flamingos voando em
cima, nos quais ele atirava. Já a de Miguel, que era muito pequeno, tinha um
flamingo com lagoas voando em cima”.
O que fica claro: cada um tem a sua própria Terra
do Nunca, cada um tem seu próprio sonho e sempre há um jeito de o sonho ser
encontrado e nunca ser perdido. Esta é a mensagem implícita no discurso que a
narrativa de Peter Pan carrega. Pan deriva do mito grego Pã, deus dos bosques,
símbolo da natureza – grande parte da narrativa se passa junto à natureza e às
crianças, os ditos meninos perdidos, vivem suas aventuras junto a seres
imaginários, mitológicos, folclóricos, como sereias, piratas e fadas na mesma atmosfera,
ora simpática ao estilo aventureiro do grupo de crianças, ora provocativa e
ameaçadora, sombria.
A história de Peter começa e termina em Kensington
Gardens: foi para aquele parque que ele, ainda bebê, fugiu voando quando soube
dos planos de seus pais para sua vida adulta: “Não quero nunca ser adulto! –
disse, com raiva. – Quero sempre ser criança e me divertir. Por isso fugi para
Kensington Gardens e vivi muito tempo com as fadas”.
Ali mesmo voltou para buscar aquela que contava
histórias, Wendy, e acabou por levá-la para a Terra do Nunca juntamente com
Miguel e João, seus irmãos, para a maior de suas aventuras. Também foi ali que,
em 1906, J. M. Barrie doou uma estátua em bronze de Peter Pan para o parque,
como símbolo das crianças que ali brincavam e o inspiraram a escrever sua mais
famosa história.
No Brasil, foi o velho e bom Monteiro Lobato quem
nos trouxe à luz a narrativa do escritor inglês, nos idos da década de 1930. A
seu modo, como sempre o fez, o dono do Sítio reconta as travessuras de Peter
Pan e sua visita aos netos de Dona Benta e o que aprontou por lá com toda a
turma, com Emília, por exemplo, cortando a sombra de Tia Nastácia. Seu pó de
pirlimpimpim que fez de Emília uma boneca falante foi também a solução
encontrada por tantos outros tradutores e adaptadores da obra de Barrie para o
pó de fada utilizado para fazer as crianças aprenderem a voar!
Temas para reflexão
Diversos são os temas trabalhados na narrativa de
Barrie, mesmo que inocentemente e podem ser discutidos a partir da leitura da
obra por qualquer faixa etária, quer seja no Ensino Fundamental, quer seja no
Ensino Médio, tudo depende do tipo de atividade que se pretende propor a partir
da leitura. Uma primeira questão que pode ser estudada é a da figura materna
ou, melhor dizendo, a contradição ausência versus presença da mãe na narrativa.
Peter vangloria-se por não ter uma mãe por perto, dizendo que “ele não apenas
não tinha uma mãe, como não tinha a menor vontade de ter uma. Achava que todo
mundo dava uma importância exagerada para as mães. Wendy, no entanto,
imediatamente, achou que estava diante de uma tragédia”.
Obviamente, Wendy discorda do posicionamento de
Peter, uma vez que estava sendo educada segundo os preceitos de uma sociedade
que ainda seguia os padrões vitorianos, preparada para ser mãe e esposa, cuidar
da casa, do futuro marido e dos filhos, mesmo que ainda fosse apenas uma
criança, embora fosse ainda pequena. Ouvir um absurdo daqueles era inimaginável,
tanto para uma criança quanto para um adulto, imagine para uma criança criada
para se comportar como adulto em um mundo de adultos! Além disso, a ausência de
uma mãe implicaria descuido, na bagunça... e Peter usa isso para persuadir
Wendy a acompanhá-lo na viagem à Terra do Nunca, apelando à sua veia
maternal:
– Wendy, venha comigo e conte as histórias para os
outros meninos.
É claro que ela adorou o convite, mas disse:
– Ah, mas eu não posso. Pense na mamãe! Além do
mais, não sei voar.
(...)
– Wendy – disse o safado –, você ia poder ajeitar
nossas cobertas à noite.
– Ai!
– Ninguém nunca ajeitou nossas cobertas.
– Ai! – disse Wendy, estendendo os braços para ele.
– E você ia poder costurar nossas roupas e fazer
bolsos nelas. Nós não temos bolso.
Como Wendy poderia resistir? (BARRIE, 2012,
págs. 65 e 66)
A ausência da figura materna na Terra do Nunca
acaba, na verdade, servindo como moeda de troca para Peter Pan, como uma forma
de seduzir Wendy a aceitar a ideia de abandonar sua família como ele o fizera
no passado... a diferença é que ela o faz em companhia de seus dois irmãos. A
menina aceita a oferta de Peter Pan não somente pela possibilidade da aventura,
mas também porque aquele menino lhe chamava a atenção, sentia-se lisonjeada em
sua presença e gostava de seus galanteios, mesmo que fossem genéricos demais!
Essa temática do interesse pela figura do sexo
oposto se confirma com a fada Sininho e a Princesa Tigrinha, ambas também de
alguma maneira interessadas nesse menino que de forma nenhuma se deixaria
prender por algum tipo de laço - talvez nem sequer entendesse o que elas
pensavam sentir por ele, uma vez que o que lhe interessa é a liberdade e a
possibilidade de poder ser o mais aventureiro possível.
Contamos ainda com as figuras masculinas, o senhor
Darling e seus filhos, o próprio Peter, o Capitão Gancho e os piratas e os
Meninos Perdidos. O senhor Darling é apresentado como um homem muito preocupado
com as questões financeiras, distante dos filhos e ridicularizado por eles,
muito preocupado em sempre ser igual a seus vizinhos. Na noite em que resolve
prender Naná, a cadela-babá de seus filhos, as crianças fogem e o senhor
Darling passa a se sentir culpado por isso e se impõe o castigo de dormir na
casa da cadela até que seus filhos voltassem.
O Capitão Gancho e os piratas representam, a
princípio, o perigo, mas são, na verdade, figuras patéticas e atrapalhadas, com
medo de coisas absurdas, e Peter Pan, um garoto que não quer crescer para não
virar um homem patético como os demais descritos, que lidera um bando de
meninos abandonados ou fugitivos, na mesma situação que ele, denominados
Meninos Perdidos – a genialidade de Barrie está em expor problemas tão sérios
de maneira tão natural e sutil na narrativa.
E todas essas aventuras, é claro, culminam no navio
do Capitão Gancho, com Peter Pan como herói, salvando a todos, e com o Capitão
finalmente tendo o seu merecido castigo!"
OS SAFADOS GENOCIDAS DE ISRAEL CONTINUAM EXTERMINANDO CRIANÇAS
"Não há palavras para expressar adequadamente minha raiva e indignação", disse um comissário da ONU, a respeito de mais um ataque do exército israelense contra escola palestina.
Nem a minha. Nada que eu pudesse escrever superaria o impacto da simples leitura dos dois textos que transcrevo abaixo.
A presidenta Dilma Rousseff foi cautelosa, disse que estamos diante de massacres, não de um genocídio.
Decidam os leitores se trata-se ou não do "extermínio sistemático de pessoas tendo como principal motivação as diferenças de nacionalidade, raça, religião e, principalmente, diferenças étnicas".
Eu não hesito um segundo para afirmar: É GENOCÍDIO, SIM. DOS MAIS BESTIAIS!
"CRIANÇAS FORAM MORTAS ENQUANTO DORMIAM AO LADO DE SEUS PAIS"
O chefe da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNWRA) classificou de "vergonha universal" o ataque israelense nesta quarta-feira (30) contra uma escola mantida pelo organismo no campo de refugiados Jabaliya, na faixa de Gaza, onde centenas de palestinos haviam se refugiado. Ao menos 19 morreram e 90 ficaram feridos no ataque.
"Ontem à noite, crianças foram mortas enquanto dormiam ao lado de seus pais no chão de uma sala de aula em um abrigo da ONU em Gaza. Crianças mortas enquanto dormiam; isso é uma afronta para todos nós, uma fonte de vergonha. Hoje o mundo está em desgraça", afirmou em nota Pierre Krähenbühl, comissário-geral da UNRWA.
"Não há palavras para expressar adequadamente minha raiva e indignação", afirmou.
Segundo Krähenbühl, este ataque foi o sexto contra uma escola mantida pela UNRWA em Gaza. "Nossos funcionários estão sendo mortos. É um ponto de ruptura."
O Exército de Israel não confirma o ataque contra a escola da ONU -- e diz que militantes estavam disparando do local.
Mas, na nota, a UNRWA afirma não ter dúvidas de que o ataque foi realizado por Israel.
"Visitamos o local e coletamos evidências. Analisamos fragmentos, examinamos as crateras e outros danos. Nossa avaliação inicial é de que foi a artilharia israelense que atingiu nossa escola, em que 3.300 pessoas haviam se refugiado. Acreditamos que houve ao menos três impactos", afirmou.
Ainda de acordo com a nota, a localização da escola e a informação de que estava sendo ocupada por refugiados foram comunicadas ao Exército israelense 17 vezes, a última delas horas antes do bombardeio.
O Exército israelense, em uma primeira resposta à morte de 20 palestinos em uma escola administrada pela ONU em Gaza nesta quarta-feira (30), disse que militantes próximos à instalação atiraram bombas de morteiro e as forças israelenses foram obrigadas a revidar.(UOL, com despachos das agências internacionais)
"NÓS AINDA ESTAMOS ANALISANDO O INCIDENTE"
"Mais cedo nesta manhã, militantes atiraram projéteis de morteiros contra soldados [israelenses] a partir dos arredores da escola da UNWRA em Jabalya [um campo de refugiados]. Em resposta, os soldados atiraram em direção à origem dos disparos, e nós ainda estamos analisando oincidente (!!!)", disse um porta-voz militar israelense. (Agência Reuters)
Assinar:
Postagens (Atom)


