segunda-feira, 13 de junho de 2016

Que horas ela, a democracia, volta?

Governo interino foi com tanta sede ao pote de maldades que incendiou a resistência. As ruas não dão sossego, o Brasil e o mundo desconfiam e impeachment pode ter reviravolta.

Em 30 de março, a cineasta Anna Muylaert, diretora do premiado filme Que Horas Ela Volta?, participava de um ato promovido por artistas no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Dizia ela que, se houvesse o golpe, "o governo que assumir não conseguirá dar dois passos" porque não terá legitimidade. Para a diretora, Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva eram vítimas de "tortura moral". No dia seguinte, Anna Muylaert iria além. Em pleno território de O Globo – um dos alicerces do golpe –, dedicou a Dilma e a Lula o prêmio "Faz Diferença", com que era agraciada pelo jornal.
"Quero dedicar esse prêmio às Jéssicas que estão hoje na universidade e a algumas pessoas que eu acredito que têm muito a ver com isso. Eu entendo essas pessoas como pai e a mãe das Jéssicas. Não no filme, mas na vida real, que são o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff", afirmou. Exatos dois meses depois, em 30 de maio, era a atriz Camila Márdila, a própria Jéssica do filme, quem abraçava Dilma em um ato de apoio.
"A Jéssica ajudou as pessoas a verem que é possível buscar um futuro, lutar pela profissão que querem, pela universidade. Ajudou muita gente a conhecer outro universo, perceber que o mundo é maior, que as possibilidades são outras", disse a atriz, em evento de lançamento do livro A Resistência ao Golpe de 2016 (Canal 6 Editora, 425 páginas). Jéssica, no filme, é filha de uma empregada doméstica que estuda, passa em vestibular da Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo (USP) e se relaciona em pé de igualdade com os patrões da mãe.
Naquele lançamento, durante evento na Universidade de Brasília (UnB), parte das projeções de Anna Muylaert já estava consumada. O processo de impeachment estava posto. E integrantes do governo interino de Michel Temer, de fato, mal conseguem dar dois passos. Por onde passam são escrachados, no Brasil e no mundo. O titular em exercício no Palácio do Planalto, diferentemente de se firmar como "líder capaz de unir o Brasil", foi com tanta sede ao pote de maldades que conseguiu despertar mais rejeição e desconfiança do que supunham os senadores que votaram pelo afastamento de Dilma. Alguns já dão sinais de que podem mudar de voto no julgamento final.
Os eventos de lançamento do livro têm sido marcados por fortes manifestações. O trabalho reúne 105 artigos e entrevistas, descreve em detalhes como foi construído o ambiente que levou ao processo de impeachment e tenta influenciar a votação final. "O livro se insere na luta política. Ainda que não necessariamente alinhados política ou partidariamente, abordamos do papel do Supremo Tribunal Federal à atuação da mídia, das ‘pedaladas fiscais’ aos meandros do Legislativo, do papel dos atores políticos internacionais aos bastidores da Lava Jato, da crise de representatividade à ofensiva golpista", diz a professora de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) Gisele Cittadino, uma das idealizadoras da obra.
Show de horrores
No mesmo 30 de maio em que foi lançado o livro caía o ministro da Transparência, Fabiano Silveira, flagrado em conversa na qual, como integrante do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), dá orientações ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL) sobre como agir diante da Operação Lava Jato. Antes dele, caíra ­Romero Jucá do Ministério do Planejamento, também depois do vazamento de conversas com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, nas quais escancaram o objetivo de pôr Temer na cadeira de Dilma como forma de esfriar a operação, por haver muita gente graúda do PMDB e do PSDB em apuros.
Na semana seguinte, o STF determinou, por meio liminar, o retorno do jornalista Ricardo Melo à presidência da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) – Temer o havia demitido contrariando a lei de criação da EBC, que assegura mandato ao presidente da empresa pública. Aguardavam ainda na fila das exonerações o advogado-geral da União, Fábio Medina Osório, o ministro do Turismo, Henrique Alves, o secretário de Governo, Geddel Vieira Lima, e a candidata a secretária da Mulher, Fátima Pelaes. Todos devido a currículos desabonadores.
Além de moralmente combalido desde o dia da posse, o governo em exercício empunhou bandeiras – como se verá em reportagens desta edição –, nas áreas econômica e social, que nada têm a ver com união nacional ou esforço para sair da crise. Remetem diretamente aos programas derrotados nas eleições presidenciais desde 2002. Para o ministro da Justiça do governo Dilma Eugênio Aragão, o país está diante de um momento crucial para combater o desmonte das políticas sociais. "Resistir a esse grupo que não tem compromisso com a democracia é muito importante, porque significa resgatar a dignidade do nosso voto", afirma.
Em um dos capítulos de A Resistência ao Golpe de 2016, o sociólogo Giovanni Alves, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), traça em longa narrativa o processo econômico desde 2003 para explicar que a presidenta Dilma iniciou seu primeiro governo, em 2010, em conjuntura de crise global, e precisou adotar medidas impopulares. Os oposicionistas aproveitaram para impor a crise política.
"O economista Marcio Pochmann sintetizou numa frase a tragédia do lulismo: ‘Os ricos não nos querem mais’", observa Alves. "Golpear o PT no governo e na sociedade civil foi uma decisão suprema das oligarquias que historicamente controlam, há séculos, o sistema de produção, de reprodução social, de representação política e de poder."
Sinais de fumaça
As forças que trabalharam pelo "golpe" sentiram uma mudança de clima a favor de Dilma. E passaram a conviver com um tripé de adversidades. Primeiro, o governo Temer não convence a sociedade. Segundo, a base de apoio da presidenta trabalha com perspectiva real de alcançar entre 28 e 33 votos e barrar o desfecho do golpe no Senado. E, terceiro, há um quadro nacional e internacional de mobilizações pela restituição da ordem democrática. Não se passa um dia, desde 12 de maio, sem um "Fora Temer".
Se imprensa e forças políticas cogitaram uma possível calmaria, o vento logo virou. As revistas semanais começaram com edições fingindo distanciamento crítico e até ensaiaram mudar de assunto. IstoÉ, que conclamou "coxinhas" e "mortadelas" a dar uma trégua, e Veja, que chegou a dar como capa a pílula do câncer, logo voltaram aos panfletos condenatórios de Dilma. Jornais passaram a trazer manchetes como "Recessão se aprofunda, mas surgem sinais de recuperação" (Folha de S.Paulo), ou "Crise econômica perde força" e "Temer fala em retomar crescimento" (Valor Econômico).
Dilma, aliás, sumiu do noticiário. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou a atenção: "Tentam esconder a farsa do golpe censurando nossos protestos e até as atividades da presidenta Dilma. Depois do golpe, a Rede Globo simplesmente retirou a Dilma do ar, como se ela não existisse. Como se ela não estivesse lutando diariamente junto com os democratas para restabelecer o mandato e o Estado de direito", afirma, em vídeo exibido na UnB durante o lançamento de A Resistência ao Golpe de 2016.
Além da imprensa, o próprio Temer e sua base deram sinais de pânico, ao restringir viagens e até comida à presidenta – que tem o direito legal a uma estrutura para que possa se defender – e ao tentar impedir seu direito de defesa durante o rito de andamento do processo na comissão especial do impeachment no Senado. O relator da comissão, o tucano Antonio Anastasia (MG), chegou a recusar em bloco 70 requerimentos apresentados pelo advogado da presidenta, José ­Eduardo Cardozo.
O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, com sua coluna no site independente The Intercept, virou tormento para o colunismo político tradicional e se tornou referência para a imprensa internacional. "Desde o começo, ficou evidente que o processo tinha como objetivo principal o fortalecimento dos verdadeiros ladrões de Brasília, permitindo assim que impeçam, obstruam e ponham fim às investigações da Operação Lava Jato (além de impor uma agenda neoliberal de privatizações e austeridade extrema)", escreveu Greenwald.
"Não se trata apenas da destruição da democracia no quinto país mais populoso do mundo, tampouco da imposição de uma agenda de privatizações e ataque aos pobres para benefício da plutocracia internacional. Trata-se do fortalecimento de operadores corruptos – desrespeitando as regras democráticas – cinicamente conduzido em nome da luta contra a corrupção."

Comunicação Deputado Feedral Rubens Otoni 

Que venha o plebiscito. Dilma quer participação do povo, se voltar a Presidente vai querer ouvi-los

: <p>Brasília - DF, 04/05/2016. Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista para BBC Londres no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR</p>
Plebiscito é única saída; povo tem que dizer o que quer, afinal.

O anúncio feito pela presidente Dilma Rousseff, na última quinta-feira (9), no sentido de que, se for absolvida pelo Senado, irá propor que os brasileiros decidam, em plebiscito, sobre antecipação da eleição presidencial, parece a única saída para que o país saia do atoleiro em que foi colocado pela mídia e pela operação Lava Jato.

Pesquisa CNT recente mostra que este povo não sabe o que quer, só sabe o que não quer. Rejeita Dilma, rejeita Temer, rejeita Aécio… Está totalmente dividido entre os pré-candidatos a presidente em 2018. E o que é mais impressionante: Lula leva vantagem nessa divisão, ao menos no primeiro turno.

A campanha da mídia para derrubar Dilma e destruir o PT parece ter enlouquecido o povo. Matéria da BBC Brasil publicada na semana que finda mostra até o surgimento de “gays de direita”, homossexuais que preferem seu inimigo número um, Jair Bolsonaro, a Jean Wyllys, deputado do PSOL cuja principal bandeira é a defesa da comunidade LGBT.

Detalhe: Bolsonaro defende espancamento de homossexuais para fazê-los “criar vergonha na cara”.

Como esta página vem dizendo reiteradamente, crises econômicas profundas constituem o ambiente perfeito para desagregação social e surtos de incoerência como os que temos visto no Brasil. Discursos contra “tudo que está aí” favorecem ambientes em que as pessoas começam a perder a razoabilidade e a cometer atos de arbítrio, agredindo quem pensa diferente e pregando soluções “finais”, como o “extermínio” de adversários políticos, tão pedido pelos antipetistas.

O pior de tudo isso é que, diante de um ambiente tão espantoso e assustador de desagregação social, investidores, empresários, enfim, o “mercado” se coloca em compasso de espera e a economia trava, tendo como consequência o desemprego, a quebradeira de empresas, o aumento da violência e da criminalidade etc., etc.

Então ficamos assim: se Dilma for afastada definitivamente, o governo Temer tampouco terá melhores condições de governar, já que até seu titular está envolvido em escândalos de corrupção. Isso sem falar do “machistério” metido até o pescoço na Lava Jato.

Como se não bastasse, as propostas do governo peemedebista vão jogar o país em mais convulsão social. Até gente de direita que não quer Dilma Rousseff não vai aceitar fim de direitos trabalhistas, como pregou, recentemente, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Em uma das grandes manifestações contra Dilma no ano passado, fizeram uma pesquisa sobre outra providência que um governo Temer adotaria na economia: a terceirização indiscriminada dos trabalhadores, que atingiria até a atividade-fim das empresas. A esmagadora maioria dos antipetistas não quer nem ouvir falar desse que é um dos planos já confessados por Temer e companhia.

A baixa aprovação do governo Temer, revelada pela pesquisa CNT, cedo ou tarde fará com que o Congresso se afaste da situação, quanto mais próximo estivermos das eleições de parlamentares federais. Não vai tardar para começar a mesma debandada que atingiu Dilma.

E as condições de Temer para ganhar popularidade e, assim, manter a governabilidade são escassas. As medidas que querem que ele tome na economia são medidas impopulares, como corte de direitos, benefícios, programas sociais etc.

Já Dilma, sabe-se que tampouco terá condições de governar caso seja reintegrada ao cargo pelo Senado. A sabotagem voltará igualzinha ao que era antes, com o agravante de que a mídia voltará à carga.

A maioria do povo não sabe o que quer. E, apesar de a mídia ter convencido o país a ficar contra Dilma e o PT, não está conseguindo empurrá-lo para o colo do PSDB, que já começa a acumular rejeição e que, com o iminente desastre do governo Temer, irá perder ainda mais popularidade por ter aderido a esse governo.

Bem, diante desse caos político quem vai pagar o pato é o mesmo povo que não sabe o que quer e que rejeita tudo. Haverá mais desemprego, mais recessão, mais desagregação social – com efeito, estimular a fúria da sociedade não foi uma medida sábia da direita midiática; a vez dela vai chegar…

A única solução é convocar eleições. Só um governo com legitimação popular, com a alta popularidade que governos recém-eleitos têm poderá dar um rumo para a economia e pacificar as relações sociais. Ao menos por um prazo que permita ao governo eleito respirar para governar.

Claro que eleição, agora, permitiria ascensão ainda maior da direita. Mas se é o que o povo quer, que seja.

O país tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em 2002, elegeu Lula. Nos dez anos seguintes, a renda e os salários subiram, a pobreza, a miséria, o desemprego e a concentração de renda despencaram. Só no 11º ano, no 12º e no 13º a coisa piorou.

O povo quer de volta o período 2003 – 2013. Se acha que a direita lhe devolverá ascensão social de pobres e remediados, distribuição de renda e de oportunidades, vamos nessa. Vamos ver o que a direita fará pelo país. Precisamos passar por isso. A volta da direita ao poder já está sendo didática. Sem essa experiência, este povo continuará caindo na conversa da mídia.

Que venha o plebiscito.

A notícia referente a um Projeto de Lei da autoria da Senadora Fátima de acesso a wi-fi nos presídios é falsa


A notícia referente a um Projeto de Lei de nossa autoria que busca disponibilizar acesso a wi-fi nos presídios é falsa. 

Nunca propusemos matéria de teor sequer semelhante. 

Produzir e disseminar calúnias é crime e, em se tratando do Sistema Prisional Brasileiro, configura-se ainda um enorme desserviço ao País.

COAF INVESTIGA AGRIPINO POR LAVAGEM DE DINHEIRO

Moreira Mariz: <p>Senador Jos� Agripino Maia (DEM-RN) critica o governo por ter de desembolsar R$ 20 bilh�es nesse ano para manter o valor das tarifas de energia</p>
Presidente do DEM é acusado de receber propina

Presidente do DEM é investigado por indícios de receber propina da OAS; senador Agripino Maia (RN) teria realizado operações suspeitas no valor de R$ 15,9 milhões entre dezembro de 2011 e novembro de 2014; relatório do Conselho de Controle de Atividades financeiras (Coaf), que integra o inquérito contra o parlamentar no STF, aponta suspeita de lavagem de dinheiro.

247 – O presidente do DEM, Agripino Maia, investigado por indícios de receber propina da OAS, teria realizado operações suspeitas no valor de R$ 15,9 milhões entre dezembro de 2011 e novembro de 2014.

A questão é levantada em relatório do Conselho de Controle de Atividades financeiras (Coaf), que integra o inquérito contra o parlamentar no STF, apontando suspeita de lavagem de dinheiro.

Segundo a PF, Agripino recebeu propina para viabilizar a liberação de recursos do BNDES para a empreiteira, para financiar a construção do estádio Arena das Dunas, em Natal, construído para a Copa de 2014.

Hoje é dia de Santo Antônio, acendam a fogueira!

Santo Antônio, nasceu em Lisboa, Portugal, em 15 de agosto de 1.195.Recebeu o nome de batismo de Fernando de Bulhões, descendente da família de Godofredo de Bulhões, chefe da primeira cruzada do século XI. Era primogênito de uma família nobre, poderosa e rica. Os pais o encaminharam aos estudos, desejando que ele se tornannse um magistrado ou um bispo. Mas, bem cedo, começou a desiludir as miragens ambiciosas dos pais. Deus o atraía e ele não opôs resistência. Amava intensamente a oração. Uma pitoresca lenda conta que um dia, na catedral de Lisboa, enquanto rezava, o menino afugentou o demônio traçando o sinal da cruz no chão.

Aos 15 anos, deixa seu rico palácio, seus familiares, que são contra e vai trancar na abadia de São Vicente, na periferia de Lisboa, pertencente aos Cônegos Regulares de Santo Agostinho. A estes religiosos é que Fernando deve toda a sua formação intelectual, que o faz um dos homens mais cultos da Igreja, na Europa, nos princípios do Século XII.

Pouco tempo depois, foi transferido para uma outra abadia, o Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, que era a capital do reino de Portugal.

Com 25 Anos, ainda agostiniano é ordenado sacerdote. Neste ano Santo Antônio teve a grande virada no eixo de sua historia: É de comum acordo que no mesmo ano em que passa de Cônego Regular Agostiniano para seguir as pegadas de um novo fundador: Francisco de Assis. Três são as razões que influíram na mudança de ordem: a) a estagnação de sua congregação e a falta do espírito apostólico e de idealismo da mesma; b) a nova ordem que estava nascendo estava na sua ‘lua-de-mel’; cheios de vigor e idealismo, esses frades adotavam os elementos essenciais da vida religiosa tradicional, mas dela se afastavam em vários aspectos: não tinham mosteiros, nem residências fixas, nem segurança econômica, pois professavam pobreza absoluta em comum e em particular, dedicavam-se à atividade missionária com pretensões de conquistar o mundo para Jesus Cristo; c) os cincos mártires franciscano assassinados em Marrocos cujos corpos trazidos para Coimbra e, por coincidência, ao mesmo mosteiro de Santa Cruz, onde vivia Santo Antônio. Narram as antigas biografias que na ocasião Fernando levando pelo desejo de imitar o heroísmo dos frades, pediu ingresso na nova ordem.

Ao receber o burel franciscano, Fernando deixa atrás também o seu antigo nome acolhendo um outro: Antônio, ou seja Frei Antônio. Recebeu este nome orindo do padroeiro do conventinho do frades menores em Coimbra naqueles tempos dar um nome novo a todos os que ingressavam na Ordem. A palavra Antônio quer significar altitonante (que troveja nas alturas, retumbante, estrondoso, estrepitoso: que soa alto, altissonante) como pressagiando, conforme escreve o primeiro biografo da legenda de Santo Antônio ou assídua, quão grande arauto da palavra de Deus haveria de ser. 

De fato, quando falava entre os perfeitos da sabedoria de Deus escondida no misterio, tais e tão profundas coisa da Escrituras, como um trombeta altissonante, que soou a sua voz, mesmo aquele que estivesse acostumado à interpretação da Escrituras, raramente podia compreender o que sua lingua explanava (Assídua,12).

No final deste mesmo ano (1.220) vai a Marrocos, onde pretende realizar o sonho missionário. Mas fica doente e precisa voltar. Já um tanto recuperado, viajou para Assis, a fim de tomar parte no Capítulo das Esteiras (Pentecostes de 1.221) e aí teve seu primeiro encontro com São Francisco. 

Após o Capítulo Geral, o frade português foi morar no eremitério de Monte-paolo, perto de Forli, na província de Romanha. Como luz debaixo de uma vasilha, por ocasião de uma ordenação sacerdotal, se pôs às claras o dote oratório de Frei Antonio, que até então cuidava somente da cosinha e da horta. Tomaria rumo assim sua atividade futura, preponderantemente devotada à pregação popular, ao lado do magistério teológico e da direção de comunidades de frades.

ARA DALLAGNOL, PMDB CONSPIROU CONTRA LAVA JATO

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Procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da operação Lava Jato, em Curitiba, citou as conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado com o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), o ex-presidente José Sarney (AP) e o senador e ex-ministro do Planejamento Romero Jucá (RR), todos da cúpula do PMDB, e disse que eles expuseram uma trama para “acabar com a Lava Jato”; “Esses planos seriam meras especulações se não tivessem sido tratados pelo presidente do Congresso Nacional”, disse; ele afirma ser “possível e até provável” que as investigações do maior escândalo de corrupção do País acabem; “Quem conspira contra ela são pessoas que estão dentre as mais poderosas e influentes da República”, afirmou.

247 - O procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da operação Lava Jato, em Curitiba, disse que as conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado com o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), o ex-presidente José Sarney (AP) e o senador e ex-ministro do Planejamento Romero Jucá (RR), todos da cúpula do PMDB, expuseram uma trama para “acabar com a Lava Jato”.

“Esses planos seriam meras especulações se não tivessem sido tratados pelo presidente do Congresso Nacional”, disse o procurador, em entrevista ao “Estado de S. Paulo”.

Ele afirma ser “possível e até provável” que as investigações do maior escândalo de corrupção do País acabem. “Quem conspira contra ela são pessoas que estão dentre as mais poderosas e influentes da República”, afirmou.

“É o que se percebe nos recentes áudios que vieram a público. Neles, os interlocutores dizem que alertaram diversos outros políticos quanto ao perigo do avanço da Lava Jato. É feita também a aposta num ‘pacto nacional’ que, conforme também se extrai dos áudios, tinha como objetivo principal acabar com a Lava Jato”, disse Dallagnol – leia mais.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Padre Murilo filho de São Gonçalo do Amarante carregará a Tocha Olímpica



Sábado (04) a tocha olímpica vai passar por Parnamirim e será carregada por 27 condutores previamente selecionados. 

Entre eles um nome de muito caráter e orgulho para nós São Gonçalenses e para o RN. Padre Antônio Murilo de Paiva, 59, é sacerdote da Arquidiocese de Natal há 31 anos. 

Desde 1998 é pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Parnamirim. Publicou 11 livros, sendo o último "Carava dos Sonhos" (2014). Atualmente é vigário episcopal para assuntos sociais da Arquidiocese de Natal e também capelão dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu. Por Marcos Imperial.

OAS inocenta Lula e Moro trava Lava Jato

bessinha arapuca
Delação só presta se for para prender o Lula!

Saiu na Fel-lha:

Delação de sócio da OAS trava após ele inocentar Lula.


As negociações do acordo de delação de Léo Pinheiro, ex-presidente e sócio da OAS condenado a 16 anos de prisão, travaram por causa do modo como o empreiteiro narrou dois episódios envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A freada ocorre no momento em que OAS e Odebrecht disputam uma corrida para selar o acordo de delação.

Segundo Pinheiro, as obras que a OAS fez no apartamento tríplex do Guarujá (SP) e no sítio de Atibaia (SP) foram uma forma de a empresa agradar a Lula, e não contrapartidas a algum benefício que o grupo tenha recebido.

A versão é considerada pouco crível por procuradores. Na visão dos investigadores, Pinheiro busca preservar Lula com a sua narrativa.

O empresário começou a negociar um acordo de delação em março e, três meses depois, não há perspectivas de que o trato seja fechado.

Pinheiro narrou que Lula não teve qualquer papel na reforma do apartamento e nas obras do sítio, segundo a Folha apurou. A reforma do sítio, de acordo com o empresário, foi solicitada em 2010, no último ano do governo Lula, por Paulo Okamotto, que preside o Instituto Lula. Okamotto confirmou à PF que foi ele quem pediu as obras no sítio.

Já a reforma no tríplex do Guarujá, pela versão de Pinheiro, foi uma iniciativa da OAS para agradar ao ex-presidente. A empresa gastou cerca de R$ 1 milhão na reforma do apartamento, mas a família de Lula não se interessou pelo imóvel, afirmou ele a seus advogados que negociam a delação, em versão igual à apresentada por Lula. 

A delação que foi desprezada porque inocentava Lula. Por Paulo Nogueira

Esquadrão anti-Lula

Esquadrão anti-Lula.


Qual surpresa em que uma delação foi desprezada porque não crucificava Lula no apartamento do Guarujá e no sítio de Atibaia?
Os pedalinhos não são a prova do crime? Não servem. A reforma no triplex que não é do Lula também não é prova do crime? Não serve.
O presidente da OAS que rearrange sua história para que ela caiba na narrativa do ‘Lula-chefe-de-quadrilha’, ou vai apodrecer na cadeia.
Pode mentir, pode fabricar coisas na delação: o importante é matar Lula. Depois a Justiça dá um jeito. Não haverá nenhuma intenção de checar os fatos. E a mídia publicará suas manchetes e colunas em que Lula é um gangster em meio a virgens como Aécio, FHC, Temer e outros protegidos dos Marinhos e côngeneres.
Isto é a Lava Jato. Isto é Moro. Isto é a plutocracia. Isto é, numa palavra, o golpe.
Tampouco surpreende que apenas agora a Folha publique textos desta natureza. Ela participou freneticamente do golpe. Agora, derrubada Dilma, é tempo de tentar reconstruir a credibilidade perdida. Enquanto Globo, Estado e Veja praticam o jornalismo chapa branca mais descarado possível, a Folha quer parecer imparcial.
Mas repito: este surto de imparcialidade pré-fabricada veio apenas depois que a vítima virou cadáver.
A natureza do caso da delação rejeitada mostra um aspecto que a sociedade mais informada sabia há muito tempo. A Lava Jato foi feita para arrasar Dilma, Lula e o PT.
Moro agiu como militante plutocrata fantasiado de juiz. Mal fantasiado, aliás. Como esquecer as imagens em que ele aparece, sorridente e deslumbrado, ao lado de João Roberto Marinho? E as fotos com caciques do PSDB como João Dória?
Todos os citados na Lava Jato que não eram ou não são petistas foram alcançados por balas perdidas.
Aécio, por exemplo. Delcídio contou, no meio de sua delação, que Aécio mamava em Furnas. A imprensa passou ao largo disso. A infame capa da IstoÉ com a delação de Delcídio ignorou Furnas. Porque aquele trecho não apenas incriminava Aécio como mostrava o papel de Dilma ao combater a roubalheira em Furnas.

Delcídio contou que a origem das hostilidades de Cunha contra Dilma se deveu a que, na limpeza feita por ela, um pau mandado dele foi mandado embora. Os donos das companhias jornalísticas e seus fâmulos nas redações e nas colunas fingiram que o caso Furnas não tinha importância na fala de Delcídio.

Era, repito, uma bala perdida.
Na trama golpista, a Lava Jato de Moro sempre teve um só alvo: o PT. Mais especificamente, Lula e Dilma.
O resto é silêncio, para usar a grande frase de Shakespeare. Via http://www.diariodocentrodomundo.com.br/

O que já se sabe sobre o estupro coletivo no Rio de Janeiro

Estupro Coletivo Rio

A polícia levantou sete suspeitos e dois deles estão detidos. A vítima deixou o Rio.


O estupro coletivo de uma jovem de 16 anos no Rio de Janeiro provocou comoção no país. Nesta terça-feira tanto o Executivo quanto o Legislativo esboçaram reações. A Câmara dos Deputados aprovou a criação de uma comissão externa de parlamentares para acompanhar e fiscalizar a apuração do estupro coletivo ocorrido no Rio. “A Casa tem de estar junto, acompanhando cada passo das investigações para tomar providências sobre esse crime que chocou o País”, afirmou Soraya Santos (PMDB-RJ), autora do requerimento. No Senado foi aprovado um projeto de lei que amplia em até dois terços a pena para o crime de estupro coletivo, e criminaliza a publicação ou divulgação de imagens e vídeos de estupro. O texto agora segue para aprovação na Câmara. Veja aquilo que já se sabe sobre o caso.

A adolescente foi estuprada

Essa foi a primeira informação que a delegada Cristiana Bento disse em entrevista coletiva nesta segunda-feira. A polícia fez uma perícia de um vídeo e fotos divulgadas nas redes sociais em que a garota aparece desacordada, nua, sendo tocada e com sangue na pelve. Segundo Bento, isso por si só, já caracteriza estupro. Além do vídeo, a polícia se baseou nos depoimentos da vítima para chegar a essa conclusão. O Código Penal Brasileiro, em seu artigo 213, escreve que é estupro "constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso". O artigo 215 o complementa: "ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com alguém, mediante fraude ou outro meio que impeça ou dificulte a livre manifestação de vontade da vítima" é “violação sexual mediante fraude".

Foi um estupro coletivo

Segundo o chefe da Polícia Civil Fernando Veloso, no vídeo, é possível ouvir mais de uma voz ao fundo, o que aponta para mais de uma pessoa envolvida no crime. Na entrevista, Cristiana Bento foi taxativa: “Houve um estupro coletivo”, disse.

Quantos exatamente estão envolvidos no crime

Em um primeiro momento, a adolescente falou em 33 homensenvolvidos no estupro. No domingo, em entrevista ao Fantástico, afirmou que ao acordar, havia um homem em baixo dela, outro em cima e dois segurando seu corpo. A polícia ainda não sabe exatamente quantas pessoas estão envolvidas no crime. “Quero provar a extensão desse estupro. Quantas pessoas foram. Mas que houve, houve”, afirmou Cristiana Bento.

Já foram identificados sete suspeitos

Na segunda-feira desta semana, foram expedidos seis mandados de prisão. No mesmo dia, dois suspeitos foram presos: Raí de Souza, que seria o dono do celular onde as imagens da garota nua e desacordada foram gravadas, e Lucas Perdomo, supostamente o namorado da vítima. Ambos foram transferidos nesta terça-feira para o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste do Rio.
Outros quatro estão foragidos: Marcelo Miranda Correia, suspeito de divulgar as imagens; Raphael Duarte Belo, que aparece em uma foto com a jovem desacordada; Sergio Luiz da Silva Junior, conhecido como Da Rússia, apontado como chefe do tráfico do Morro do Barão, onde o crime ocorreu; e Michel Brasil da Silva, suspeito de divulgar o vídeo. Um sétimo suspeito foi apontado posteriormente pela vítima, que o reconheceu por meio de fotos, mas o nome dele não foi divulgado. Ele está sendo procurado pela polícia mas ainda não é considerado foragido da Justiça.

O exame de corpo de delito não comprovou o estupro

Segundo Adriane Rego, do Instituto Médico Legal do Rio, a demora de cinco dias entre a data do crime e a ida da vítima à delegacia pode ter sido determinante para que o exame não fosse capaz de apontar provas de que a vítima foi violentada. O que não significa necessariamente, de acordo com palavras da perita, que o estupro não ocorreu.

O caso agora está sob segredo de justiça

Quase uma semana após o crime vir a tona, a polícia decretou segredo de justiça para o caso. Significa que poucas informações agora devem ser divulgadas. Antes disso, até mesmo o nome da vítima, que é menor de idade, chegou a ser veiculado.

O Ministério Público Federal investiga a veiculação do vídeo

O Ministério Público Federal abriu investigações para apurar a veiculação das fotos e do vídeo da adolescente. O MPF apura a possível prática de crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, que criminaliza a "divulgação, publicação, troca e transmissão de vídeos, fotografias ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente". Esse crime é de competência federal, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

A vítima deixou o Estado do Rio de Janeiro

Nesta terça-feira, a adolescente deixou o Estado do Rio, como parte do Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte. O local para onde ela foi com a mãe, o pai, a avó, o irmão e o filho não foi divulgado. Autoridades afirmam que ela não terá acesso a telefone e nem à internet.

Delegado afastado do caso

No último domingo, o delegado Alessandro Thiers foi afastado do comando das investigações. Isso ocorreu depois que a então advogada da vítima, Eloísa Samy,pediu seu afastamento. A advogada acusou o delegado de agir de forma machista e de ter constrangido a vítima durante seu depoimento. Samy deixou a defesa do caso no mesmo dia, a pedido da família da garota, depois que a vítima passou à proteção da Secretaria de Direitos Humanos do Rio.  Em entrevista aoFantástico, a vítima reclamou do tratamento recebido na delegacia quando foi prestar depoimento. “O próprio delegado me culpou. Quando eu fui na delegacia, eu não me senti à vontade em nenhum momento. E eu acho que é por isso que muitas mulheres não fazem denúncia”, afirmou. Segundo o jornal O Globo, a Promotoria do Estado do Rio pediu abertura de inquérito contra Thiers. Via http://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/31/politica/1464713923_178190.html

Compra de votos de FHC é só, como diria Gilmar Mendes, “uma impropriedade”

doleiro
Impressionante o cinismo com que está sendo tratada a confirmação de que a compra de votos para a reeleição de Fernando Henrique não foi um episódio pontual de compra de dois votos de deputados que, quando Fernando Rodrigues exibiu as gravações que os comprometiam renunciaram e ajudaram, assim, a abafar as investigações sobre o caso.
Ninguém quis apurar nada, nem mesmo quando o jornalista Palmério Dória identificou o autor das gravações, o deputado acreano Narciso Mendes, no seu livro O Príncipe da Privataria.
De novo, a delação do ex-deputado Pedro Corrêa traz os detalhes da “contra-propina” paga por Paulo Maluf e a saborosa imagem do banqueiro Olavo Setúbal distribuindo “vale-dólar” aos deputados nos fundos da Câmara.
Aliás, o título da matéria do Estadão sobre este trecho da delação diz que ele “desenterra” o caso da compra dos votos. Se “desenterra”, quem o havia enterrado?
Àquela época, todos sabem, o Brasil não tinha Ministério Público Federal e muito menos Polícia Federal, infelizmente.
Ah, já tinha? Meu Deus, que distração a minha…
Talvez, então, quando seu chefe atendia pelo apelido de “engavetador geral da República”, tenha sido consederado, como fez Gilmar Mendes com as gravações onde Romero Jucá fala de um acordo com o STF para garantir o afastamento de Dilma, “ma simples impropriedade”. Via http://www.tijolaco.com.br/

FAMÍLIA MACHADO DEVOLVERÁ MAIS DE R$ 500 MILHÕES

Os dois novos delatores da Lava Jato, Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, e seu filho Expedito Machado, gestor de um fundo em Londres, devem devolver um valor bem maior do que o de Pedro Barusco, que restituiu cerca de US$ 100 milhões na Lava Jato; investigadores já sabem que o fundo de Expedito movimentou mais de R$ 700 milhões no período em que o pai liderava projetos de construção de navios; há um clima de apreensão no Senado com os rumores de que os recursos eram divididos com dirigentes do PMDB; Machado se tornou delator e passou a gravar interlocutores depois que soube que seu sigilo já havia sido quebrado por Sergio Moro.

247 – O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, que devolveu cerca de US$ 100 milhões em seu acordo de delação premiada, perderá o posto de maior corrupto da Lava Jato. A posição será ocupada por Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, e seus familiares.

Já se sabe que o fundo gerido por Expedito Machado, filho de Sérgio Machado, em Londres, movimentou mais de R$ 700 milhões no período em que o pai presidiu a Transpetro.

Para os investigadores, praticamente tudo se refere a propinas na construção de navios e esse valor terá que ser devolvido à Petrobras. Fala-se em cerca de R$ 500 milhões.

Sérgio Machado começou a grampear senadores, como Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL), assim como o ex-presidente José Sarney, depois que soube que seu sigilo bancário e de seus filhos já havia sido quebrado na Lava Jato, por determinação do juiz Sergio Moro, do Paraná.

Além de Expedito, outro filho do ex-presidente da Transpetro, Sergio Firmeza Machado, foi demitido recentemente do banco Credit Suisse.

Foi essa situação que o levou ao desespero e o transformou em homem-bomba, que já provocou duas demissões no governo provisório de Michel Temer: as de Romero Jucá, do ministério do Planejamento, e Fabiano Silveira, da Transparência.

Há um clima de apreensão no Senado com os rumores de que os recursos eram divididos com dirigentes do PMDB. No entanto, há também a versão de que Machado desviava recursos para sua família – e não para seus padrinhos políticos.

Diretório Estadual do PT RN fará reunião ampliada dia 04 de junho


Reunião Diretório Estadual do PT RN - neste sábado, às 09h00, Auditório do SINPOL - Av. Rio Branco, 825, Cidade Alta.

ELEIÇÕES: ENCERRA AMANHÃ MAIS UM PRAZO DE DESINCOMPATIBILIZAÇÃO.

A legislação eleitoral estabelece três prazos de desincompatibilização para aqueles que são ocupantes de cargos públicos: 6, 4 e 3 meses antes da realização das Eleições, conforme o grau de potencial influência que candidatos ocupantes de tais cargos possam exercer perante o eleitorado.

De acordo com o assessor jurídico da Presidência do TRE, José Seixas, nesta quarta-feira, 1ª de junho, expira o segundo prazo de desincompatibilização de ocupantes de cargos públicos (4 meses antes das Eleições 2016). O primeiro prazo, de 6 meses antes do pleito, findou em 2 de abril de 2016.

"Para se candidatarem aos cargos de prefeito e vice-prefeito, os secretários de estado e dos municípios; ministros; administradores do "Sistema S"; membros do Tribunal de Contas da União (TCU), Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Ministério Público (MP); dirigentes de entidades civis que recebam recursos públicos; delegados de Polícia; defensores públicos; dirigentes de conselhos de classe, dentre outros, devem se desincompatibilizar, afastando-se dos respectivos cargos. Para concorrerem a vereador, os dirigentes sindicais também precisam se desincompatibilizar neste prazo", explicou Dr. Seixas.

A comprovação da desincompatibilização deverá ocorrer somente por ocasião do registro das candidaturas, que acontecerá até o dia 15 de agosto de 2016, não sendo necessário o envio de qualquer documento à Justiça Eleitoral antes desse prazo. Os casos de desincompatibilização serão analisados caso a caso pelo Juiz Eleitoral, e poderão sofrer impugnação por qualquer candidato, partido, coligação ou pelo Ministério Público Eleitoral.

O Tribunal Superior Eleitoral disponibilizou em seu sítio de internet uma ferramenta para consulta informativa dos prazos de desincompatibilização. Segue o endereço do site: http://www.tse.jus.br/jurisprudencia/prazos-de-desincompatibilizacao

RESOLUÇÃO DA COMISSÃO EXECUTIVA NACIONAL 31 DE MAIO 2016.


Diante da deliberação do Diretório Nacional de realizar o Encontro Nacional este ano, para debater os desafios para o próximo período, a Comissão Executiva Nacional, resolve:

1. Sobre a eleição de delegados(as) e realização do Encontro Nacional:
a) Estabelecer o dia 27 de Novembro para a eleição de delegados(as), por chapa nacional, pelo voto direto e secreto dos filiados(as)nos municípios;

b) Realização do Encontro Nacional com 600 delegados(as), com mais 10% de convidados(as) a critério da Comissão Executiva Nacional nos dias 9,10 e 11 de dezembro de 2016.

2. Formar comissão organizadora composta pelas Secretarias Geral, 
Organização, Finanças e Formação.


As demais propostas sobre os debates e prazos para as inscrições de chapas e teses e outros encaminhamentos, serão tomados pela Comissão Organizadora consultando as chapas representadas na Comissão Executiva Nacional.

Brasília, 31 de Maio de 2016

ELEIÇÃO 2016 - PT E PDT DISCUTEM ALIANÇA EM MOSSORÓ

Noticia
Foi realizada na tarde desta terça-feira, 31, na sede do Partido dos Trabalhadores, uma reunião entre PT e PDT com o intuito de discutir uma aliança com vistas às eleições municipais.

O encontro contou com a participação do vereador e pré-candidato a Prefeito pelo PDT, Genivan Vale. O PT foi representado pelo Grupo de Trabalho Eleitoral que é composto por indicações das correntes internas do partido. Segundo o vereador Genivan Vale, o PDT decidiu por candidatura própria à Prefeitura de Mossoró e já abriu diálogo também com o PSOL e PCdoB.

Uma nova rodada de conversas entre PT e PDT ficou agendada para o dia 15 de junho. O Partido dos Trabalhadores já teve também uma conversa inicial com o PSOL e a indicação aponta para a construção de uma frente progressista e de esquerda dos partidos que nacionalmente se opuseram ao golpe contra a Presidenta Dilma. 

O bloco enfrentará as duas candidaturas da direita mossoroense e de partidos golpistas, a do Prefeito Silveira (PSD) e da ex-governadora Rosalba Cialini (PP), os dois que nas suas gestões foram responsáveis pela destruição de Mossoró e do Rio Grande do Norte respectivamente.

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