quarta-feira, 29 de junho de 2016

Arraia da Gonçalo pinheiro foi sucesso...

Centenas de pessoas estiveram presente em mais um Arraia realizados pelo moradores da rua Gonçalo Pinheiro(Praça das Mães). A organização ficou por conta de nosso amigo Alexandro(Leo), e Vertinho. 

Foi uma tarde de brincadeiras, com gato no pote, pau de sebo, corridas de saco e etc... A noite uma festa linda com apresentação de quadrilhas com troféu de participação para todos.

Juntos com os amigos Baleiro, Moacir, Hugo,  Ketinho e Bruno Luiz, nosso pré-candidato a vereador, e Alexsandro prestigiamos o nosso povo, e nossas tradições da cultura junina. Festa bonita, que nos faz lembrar e reviver bons momentos a nos atras ali, no Arraia da Gonçalo Pinheiro.

Parabéns a toda organização! 








CONTRA TEMER, PROFESSORES OCUPAM O MEC EM BRASÍLIA

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Ato pelo movimento “Fora, Temer” denuncia o desmanche do Conselho Nacional de Educação, cujos titulares tinham mandato de quatro anos, pelo interino Michel Temer; "A independência dos 24 conselheiros do CNE é garantida por mandatos de quatro anos. Em abril, ainda ministro, Mercadante publicou a lista das 39 entidades civis de educação que haviam feito indicações. Dilma fez as indicações a partir da lista de indicados, embora pudesse sacar do bolso metade dos conselheiros. Por terem sido nomeados por ela, estão sendo todos exonerados, apesar do mandato. Dane-se o regimento do CNE", reagiu Tereza Cruvinel, ex-EBC e colunista do 247 .

247 - Um grupo de professores e de sindicalistas ocupou o MEC em Brasilia. O ato pelo movimento “Fora, Temer” denuncia o desmanche do Conselho Nacional de Educação, cujos titulares tinham mandato de quatro anos, pelo interino Michel Temer.
Temer revogou a nomeação de 12 conselheiros. O decreto, assinado em conjunto com o ministro da Educação, Mendonça Filho, foi publicado ontem (28), no Diário Oficial da União. Os conselheiros foram nomeados no dia 11 de maio, um dia antes do afastamento da presidenta Dilma Rousseff.
"A independência dos 24 conselheiros do CNE é garantida por mandatos de quatro anos. Em abril, ainda ministro, Mercadante publicou a lista das 39 entidades civis de educação que haviam feito indicações. Dilma fez as indicações a partir da lista de indicados, embora pudesse sacar do bolso metade dos conselheiros. Por terem sido nomeados por ela, estão sendo todos exonerados, apesar do mandato. Dane-se o regimento do CNE", reagiu Tereza Cruvinel, ex-EBC e colunista do 247.

DELATOR DIZ QUE EMPRESA DE EIKE PAGOU PROPINA A CUNHA

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Ex-vice da Caixa Econômica Federal Fábio Cleto afirmou que uma empresa de Eike Batista pagou propina a ele próprio e ao deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para obter recursos do fundo de investimentos do FGTS; a delação aponta esquema na aquisição de debêntures de R$ 750 milhões da empresa LLX, braço de logística do grupo de Eike, que já foi considerado o homem mais rico do Brasil; de acordo com Cleto, a maior parte da propina recebida por ele nessas operações ocorria por meio de contas no exterior, como no Uruguai; Cunha e Eike negam envolvimento com irregularidades.

247 - Em sua delação premiada, o ex-vice da Caixa Econômica Federal Fábio Cleto afirmou que uma empresa de Eike Batista pagou propina a ele próprio e ao deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para obter recursos do fundo de investimentos do FGTS. Eles negam envolvimento com irregularidades.
Segundo reportagem de Aguirre Talento, a delação aponta pagamento de propina para uma aquisição de debêntures de R$ 750 milhões da empresa LLX, braço de logística do grupo de Eike, que já foi considerado o homem mais rico do Brasil.
As debêntures foram adquiridas pelo fundo de investimentos do FGTS em 2012. Depois disso, o FI-FGTS liberou recursos para a construção de um porto, à época um dos megaprojetos de Eike.
O ex-vice da Caixa também relatou que a maior parte da propina recebida por ele nessas operações ocorria por meio de contas no exterior, como no Uruguai (leia aqui).

DEPOIMENTO DE ADVOGADO INOCENTA GLEISI E PAULO BERNARDO

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Blog do Esmael teve acesso exclusivo a trechos do depoimento do advogado Guilherme Gonçalves, preso pela Operação Custo Brasil, em que inocenta o casal Paulo Bernardo e a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR); “O Dr. Guilherme Gonçalves nunca foi um servidor ou um ´laranja´ do ministro Paulo Bernardo e não pagou nenhum valor pessoal de nenhuma natureza”, diz Rodrigo Rios, advogado de Guilherme Gonçalves.

Blog do Esmael teve acesso exclusivo a trechos do depoimento do advogadoGuilherme Gonçalves, preso pela Operação Custo Brasil, em que inocenta o casal Paulo Bernardo e a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).
Em depoimento na PF, o advogado faz esclarecimentos sobre cada ponto levantado no processo, que comprova que Bernardo e Gleisi não receberam nenhum benefício.
“O Dr. Guilherme Gonçalves nunca foi um servidor ou um ´laranja´ do ministro Paulo Bernardo e não pagou nenhum valor pessoal de nenhuma natureza”, diz Rodrigo Rios, advogado de Guilherme Gonçalves.
Multa eleitoral – “Eu fui advogado da senadora Gleisi em 2008. Na defesa de uma dessas representações por divulgação irregular de propaganda, um rapaz que trabalhava comigo na minha equipe esqueceu de colocar o nome da candidata da defesa. Quando veio a sentença, o juiz entendeu que havia revelia. E eu fui recorrendo, foi falha do meu escritório. O TSE manteve a multa. O que que eu fiz, a culpa foi do meu escritório, briguei, fui na execução, eu parcelei essa multa, eu paguei essa multa, pago até hoje. É minha responsabilidade. É muito importante deixar claro que se pegar a guia de pagamento, fizer a vinculação, dá exatamente nesse processo de 2008 quando ocorreu uma falha da minha equipe na defesa da senadora Gleisi Hoffmann”.

Motorista – “Ele ficou desempregado e me procurou. E, na época, em 2011, eu estava com meu tempo super restrito. Ele ficou meu motorista um tempão, até hoje. O que acontecia, como ele trabalhava comigo durante a semana, levava minha filha na natação, escola, psicólogo, andava, fazia uma cobertura, daí deixei ele para atender minha (…). E nos finais de semana, quando necessário, eu cedia ele, às vezes com meu carro particular, para atender o Ministro e a Ministra. Essa relação com o Ministro e a Ministra eu sempre tive. Uma relação de companheirismo e amizade”.

Tesoureiro do PT – “Eu conheço ele há mais de 20 anos. Eu vim tendo relação política muito tempo com ele dentro do PT. Ele era o tesoureiro quando eu fechei o meu contrato (para ser advogado do Partido dos Trabalhadores do Paraná).”

Imóvel locado – “Em 2009, início de 2010 já havia coordenação para iniciar o processo de campanha, aí me pediram se eu tinha condição de locar um conjunto comercial perto até de onde era a residência da Gleisi, para que pudesse fazer ali as reuniões de organização da campanha. Eu falei, posso. Fizemos a locação em abril ou maio de 2010. Não tinha nenhum centavo de Consist. O que combinei é que esse investimento, esse valor que eu ia pagar de aluguel depois eles me compensavam em honorários advocatícios quando tivesse a campanha eleitoral. Essa locação durou até o final do ano, começo de 2011”.


Financiamento de Campanha em 2012- “Eu não consigo entender como eu poderia ser operador de Paulo Bernardo se desse fundo eu tirei dinheiro para financiar o candidato adversário do candidato apoiado pelo Ministro”.

terça-feira, 28 de junho de 2016

RESOLUÇÃO DA EXECUTIVA ESTADUAL DO PT/RN - ELEIÇÕES 2016


O processo das eleições municipais inicia-se sob um governo ilegítimo. Isso significa que até a votação final, no Senado, que deverá ocorrer até o final de agosto, as pré-candidaturas do PT têm como tarefas centrais a luta contra o golpe, em defesa da democracia, do mandato legítimo da presidenta Dilma e dos direitos sociais.

As eleições de 2016 serão também marcadas pelos ataques ao PT, ao ex-presidente Lula e aos movimentos sociais, com o objetivo de nos derrotar na disputa eleitoral desse ano e pavimentar o caminho para uma vitória eleitoral da direita em 2018. Nesse sentido, nossa ação política nos próximos meses será, ao mesmo tempo, de resistência, de denúncia do golpismo e de defesa do nosso projeto. Mais do que nunca, as eleições para o PT não podem ser um fim em si mesmo. Precisamos acumular forças para aprofundar a democracia, melhorar a vida do nosso povo e estabelecer uma contra-hegemonia política e cultural na sociedade. É para isso que objetivamos eleger prefeitos(as) e vereadores(as).

Sem ignorar as particularidades locais e a necessidade de apresentar objetivamente um conjunto de propostas para a vida real dos municípios, nossas campanhas devem superar os padrões de despolitização e de exacerbado pragmatismo que têm sido as marcas das disputas eleitorais, inclusive com influências negativas sobre nossa ação política. O caminho para a vitória é o debate programático, permanente e cotidiano. A conquista do voto deve passar pelo trabalho de construção e difusão de um programa municipal que tenha como eixos centrais a participação popular, as políticas de inclusão e desenvolvimento sustentável e um atualizado modo petista de governar-legislar. Nesse sentido, os programas de governo que apresentaremos para a disputa não podem ser textos técnicos nem peças de marketing, mas ferramentas de formulação e mobilização.

É imprescindível imprimir às campanhas um sentido de militância e mobilização social, inclusive porque urge fazer recuar a ofensiva deflagrada pela direita contra nós. Como parte importante desse processo, é fundamental garantir a auto-sustentação financeira, com a revalorização da contribuição dos militantes e simpatizantes do partido.

Entendendo que o governo golpista está atacando duramente as conquistas dos governos Lula e Dilma, não podemos fazer uma campanha sem a defesa vigorosa dos programas e ações que tiveram incidência positiva na vida da população e que mudaram o perfil dos municípios, considerando o mundo urbano e o rural.

Teremos, como nunca uma campanha polarizada e focada na disputa política travada atualmente no país. Ter candidaturas majoritárias será fundamental para defender nosso projeto e nosso partido dos ataques da direita golpista. A disputa dos parlamentos municipais também deve ser uma prioridade do partido em todos os municípios potiguares, onde devem ser estimuladas e fortalecidas as candidaturas da juventude, das mulheres, do movimento LGBT, do movimento negro, dos movimentos sociais em geral e do movimento sindical, em especial.

O fortalecimento do campo democrático e popular deve ser considerado do ponto de vista tático e estratégico. A nossa principal aliança política e eleitoral deve ser com a classe trabalhadora, com os partidos que constroem a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo e com os setores de partido e lideranças que não se posicionaram em defesa do Golpe. Dado o conjunto de compromissos defendidos pelo PT ao longo de suas administrações públicas, é indispensável o esforço de diálogo com os partidos do campo democrático-popular e estendê-lo, caso a caso, a setores e partidos que, mesmo fora deste espectro, defendam conosco pontos programáticos para as eleições municipais. O PT não apoiará candidato a prefeito ou candidata a prefeita do DEM, do PSDB do PPS e do SD e nem apoiará candidatos(as) de outros partidos que votaram e/ou apoiaram o impeachment. 

Caso existam propostas de alianças, majoritárias ou proporcionais, com partidos fora do campo democrático popular (PCdoB e PDT), o Diretório Municipal deverá encaminhar uma análise, por escrito, do cenário político-eleitoral do seu município á Executiva Estadual, que será responsável para deliberar sobre a posição a ser tomada.

Respeitadas a autonomia dos Diretórios Municipais, as disputas internas legítimas e a discussão sobre alianças eleitorais, a chapa final, com a definição de coligações, em cada Município, somente poderá ser registrada na Justiça Eleitoral, após a devida aprovação pelas respectivas direções estaduais.

As candidaturas proporcionais e/ou majoritárias do PT devem ser instrumentos de disputa do projeto de sociedade que vislumbramos. É preciso deixar claro que os mandatos do PT terão uma tarefa prioritária: contribuir para a organização da classe trabalhadora em sua histórica luta por direitos e liberdade.

A Executiva Estadual orienta as instâncias de base do Partido, assim como as coordenações dos polos, setoriais e secretarias, a desencadearem, em caráter de urgência, um amplo processo de mobilização com o objetivo de organizar as ações do PT na resistência ao golpe e na preparação para as eleições de 2016.
  
Natal, 27 de junho de 2016.

Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores – RN.

CAI MAIS UM MEMBRO DO GOVERNO TEMER ENVOLVIDO NA LAVA JATO

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O secretário de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional, Glauco Rogério de Araújo Mendes, foi demitido do cargo nesta terça-feira, 28; ele é suspeito de pagar propinas e de lavar dinheiro para a Andrade Gutierrez por meio da empresa Arquieng Arquitetura e Engenharia, que está em nome da mãe e da irmã de Mendes; segundo a Polícia Federal entre 2006 e 2012, a Andrade Gutierrez teria repassado R$ 19,8 milhões para a empresa; quem vai substituir Mendes é Marlon Carvalho Cambraia, ex-vice-prefeito de Fortaleza (PMDB-CE), aliado do ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho (PMDB-PA).

247 - O secretário de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional, Glauco Rogério de Araújo Mendes, foi demitido do cargo nesta terça-feira, 28. 

Investigações da operação Lava Jato ligam o ex-secretário com uma empresa suspeita de pagar propinas e de lavar dinheiro para a Andrade Gutierrez. Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, entre 2006 e 2012, a Andrade Gutierrez teria repassado R$ 19,8 milhões para a Arquieng Arquitetura e Engenharia, que está em nome da mãe e da irmã de Mendes. 
Conforme a portaria, quem vai substituir Mendes é Marlon Carvalho Cambraia, ex-vice-prefeito de Fortaleza (PMDB-CE), aliado do ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho (PMDB-PA).
Conforme o documento da PF, os recursos transferidos pela Andrade à Arquieng vieram de obras do governo federal, entre elas a implantação do Perímetro de Irrigação Tabuleiro de Russas, no Ceará, tocado pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), órgão em que ocupou o cargo de coordenador de Obras e a Diretoria de Infraestrutura Hídrica.

CUNHA E TEMER: A DUPLA MAIS REJEITADA DO BRASIL

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Levantamento realizado pelo Instituto Ipsos entre os dias 2 e 13 de junho mostra um cenário mais do que ilustrativo sobre os dois principais responsáveis pela ruptura democrática vivenciada no Brasil atualmente; segundo o Ipsos, a rejeição ao interino Michel Temer chega a 70% dos brasileiros, enquanto o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB) é rejeitado por 79% da população; leia na íntegra o levantamento do Ipsos.

247 - Levantamento realizado pelo Instituto Ipsos entre os dias 2 e 13 de junho mostra um cenário mais do que ilustrativo sobre os dois principais responsáveis pela ruptura democrática vivenciada no Brasil atualmente. 
A dupla Michel Temer e Eduardo Cunha, presidente interino e presidente afastado da Câmara, são os dois políticos mais rejeitados do Brasil. Segundo o Ipsos, a rejeição a Temer chega a 70% dos brasileiros, enquanto Cunha é rejeitado por 79% da população. 
O levantamento do instituto Ipsos também revela que a classe política foi dizimada pelos escândalos de corrupção decorrentes da Operação Lava Jato, pois todos os presidenciáveis tradicionais têm rejeição superior a 50%. É o caso de Marina Silva (56%), Aécio Neves (63%), Lula (68%), Geraldo Alckmin (55%) e José Serra (55%).
Clique aqui e leia na íntegra o levantamento do Ipsos.

Golpe vira balcão de negócios no Senado

O Senado da República se transformou num imenso balcão de negócios. De acordo com matéria veiculada na edição de domingo (26) do jornal “O Estado de São Paulo”, senadores estão pressionando Michel Temer (PMDB) em troca de apoio no julgamento final do golpe, previsto para agosto, contra a presidenta eleita Dilma Rousseff (PT).
A moeda de troca inclui indicações para cargos em estatais e o comando do BNDES. As reuniões onde ocorrem as negociações acontecem no Palácio do Jaburu. Os compromissos não são incluídos na agenda oficial de Temer. Para o senador Roberto Requião (PMDB-PR), o interino está, literalmente, “comprando a bancada”.
O senador Romário (PSB-RJ) foi um dos que cobraram a fatura pelo apoio ao golpe. Depois de votar a favor da admissibilidade do processo, ele se declarou “indeciso” sobre o julgamento final. A “dúvida” terminou quando o Palácio do Planalto lhe ofereceu a indicação do comando da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, cargo que ficou com a ex-deputada Rosinha da Adefal.
Já o senador Zezé Perrela (PTB-MG), aliado do senador Aécio neves (PSDB-MG), conseguiu emplacar seu filho Gustavo Henrique Perrela para o cargo de secretário nacional de Futebol do Ministério do Esporte. Gustavo é dono do helicóptero apreendido, numa operação da Polícia Federal em novembro de 2013, com meia tonelada de cocaína no Espírito Santo. Via http://www.mineiropt.com.br/golpe-vira-balcao-de-negocios-no-senado/

Governo Temer do PMDB tira o sonho de milhares de Brasileir@s. Leitura necessária!

Bolsas do Ciências sem Fronteiras são interrompidas pelo governo


Jornal GGN - No Ciência sem Fronteiras, programa federal de intercâmbio, estudantes de doutorado pleno no exterior enfrentam dificuldades na renovação da concessão de suas bolsas, fazendo com que alguns dos participantes do programa fiquem sem dinheiro ou até mesmo em situação ilegal nos países em que estudam. 
Segundo reportagem assinada por Sabine Righetti na Folha de S. Paulo, quatro doutorandos que estudam no Reino Unido, Holanda e Itália tiveram a bolsa mensal interrompida por prazo indefinido após parecer negativo da Capes, que é a agência federal que participa do programa através do Ministério da Educação.
O estudante de doutorado tem um contrato de quatro anos com o governo e tem o dever de enviar relatório de desempenho anuais para renovar sua bolsa. No caso deste alunos, a Capes considerou insuficiente o relatório. Um dos doutorandos diz que sua bolsa foi indeferida com um parecer de três linhas, que dizia que seu relatório estava redundante. Ele diz que enviou diversos  documentos para a Capes pedindo a reconsideração do parecer, incluindo uma carta do seu orientador europeu, mas não obteve resposta.
O temor é de que o governo estaria cortando bolsas para reduzir custos devido à crise econômica. No Reino Unido, onde estudam 504 bolsistas de doutorado pleno, o investimento mensal com cada estudante é de que quase R$ 8 mil mensais em cidades consideradas de alto custo. Em nota, a Capes diz que não há cortes e que a renovação das bolsas não é automática.
Da Folha
Governo interrompe bolsas do Ciência sem Fronteiras no exterior
 
SABINE RIGHETTI
 
Estudantes de doutorado pleno no exterior do programa federal de intercâmbio Ciência sem Fronteiras estão enfrentando problemas para renovar a concessão de suas bolsas –o que já tem deixado alguns deles sem dinheiro ou em situação ilegal no país em que estudam.
 
A Folha conversou com quatro doutorandos que estão nessa situação em universidades do Reino Unido, da Holanda e da Itália. Eles tiveram a bolsa mensal interrompida indefinidamente após parecer negativo da Capes, agência federal que participa do programa Ciência sem Fronteiras pelo MEC (Ministério da Educação).
 
Cada doutorando tem um contrato de quatro anos com o governo e deve mandar relatórios anuais de desempenho para que a concessão da bolsa seja renovada. Com a renovação, que deveria acontecer em maio, eles ingressariam, em agosto, no 3º ano de doutorado.

progrmaBolsas implementadasBolsas vigentes
TOTAL DO PROGRAMA92,8815,99
GRADUAÇÃO SANDUÍCHE NO EXTERIOR73,3510,94
DOUTORADO SANDUÍCHE9,690,43
PÓS-DOUTORADO NO EXTERIOR4,652,71
DOUTORADO PLENO NO EXTERIOR3,350,79
MESTRADO NO EXTERIOR0,560,70
 
Doutorado pleno no exterior: Estudantes relatam que as bolsas foram interrompidas no final do doutorado
O problema é que eles tiveram a renovação da bolsa indeferida. Ou seja: a Capes considerou insuficiente o relatório anual desses alunos. Após envio de documentação adicional para revisão do parecer sobre o relatório, dizem, os doutorandos estão sem resposta e tiveram a bolsa mensal interrompida.
Não há dados oficiais de quantos doutorandos brasileiros estejam no mesmo imbróglio –há 2.713 alunos de doutorado com bolsa plena do governo federal fora do país. Um dos estudantes ouvidos pela reportagem disse que está sem dinheiro e em situação ilegal. A renovação de seu visto de permanência no país depende da renovação da concessão da bolsa.
Outro afirma que teve a concessão da bolsa indeferida com um parecer de três linhas, que alegava que o relatório estava redundante. "Estou em um instituto de ponta e tenho de seguir as regras, que não são poucas e nem fáceis", diz Pedro* (nome fictício). "Tive um parecer muito positivo nas minhas avaliações aqui, ganhei prêmio e nada disso adiantou."
Ele afirma ter enviado uma série de documentos para a Capes pedindo a reconsideração do parecer –incluindo uma carta do seu orientador europeu, que alega bom desempenho acadêmico. "Imagine se eu tiver de voltar para o Brasil sem o título de doutorado?", diz Ana* (nome fictício). Ela também teve o relatório indeferido e aguarda revisão do processo há um mês. "Temo ter perdido dois anos de minha vida".
Folha teve acesso à documentação dos doutorandos ouvidos. Todos pediram anonimato alegando medo "de retaliação" da agência. Em 2013, a Capes exigiu que bolsistas mencionados em uma reportagem da Folha enviassem um e-mail para o governo atestando que não passavam "necessidade nenhuma". A reportagem tratava de problemas de pagamento de bolsas no exterior.
SEM DINHEIRO
A especulação é que, agora, o governo estaria cortando bolsas no exterior para reduzir custos, diante da atual crise econômica. Para se ter uma ideia, o investimento mensal para manter um bolsista de doutorado pleno nos EUA –onde há 573 deles–, em cidade considerada "de alto custo", é de U$1.700 (quase R$6.000).
No Reino Unido, que tem 504 bolsistas de doutorado pleno, o investimento mensal do governo com cada doutorando é de quase R$8.000 em cidades de alto custo. A Capes informou, em nota, que não há cortes e que renovação da concessão da bolsa não é automática.
Esse processo, diz, passa "por análise de mérito do progresso das atividades desenvolvidas no exterior". O problema, dizem os doutorandos, é o governo não ser claro sobre o que espera do relatório técnico anual.
Além disso, não há prazo estipulado para que o governo dê uma resposta à documentação enviada pelos estudantes que tiveram sua bolsa interrompida. Nas redes sociais, em comunidades de estudantes do programa, há relatos de casos, e as opiniões se dividem.
De um lado, estudantes recomendam que os bolsistas façam uma "poupança" caso enfrentem o mesmo problema. Outros dizem que quem teve a bolsa interrompida "não sabe escrever um relatório científico direito."
Não são só os estudantes de doutorado pleno do programa que enfrentam problemas. A Folha conversou com um aluno que acabou de concluir mestrado nos EUA pelo Ciência sem Fronteiras. Ele relata ter ficado sem diploma por falta de pagamento das taxas à universidade.
De acordo com o jovem, a universidade norte-americana teria concordado que ele participasse da cerimônia de formatura porque sua família teria viajado aos EUA. Ele, no entanto, teria saído da festa sem receber o canudo.
Criado em 2011 como pupila do governo Dilma Rousseff com objetivo de enviar 101 mil estudantes para as melhores universidades do mundo, o Ciência sem Fronteiras tem sido alvo de críticas.
Uma das controvérsias é que oito em cada dez bolsistas são alunos de graduação –há especialistas que dizem que o programa deveria ter foco na pós. De acordo com uma reportagem recente publicada pela Folha, menos de 4% dos estudantes foram para uma das 25 melhores universidades do mundo, segundo o ranking britânico THE (Times Higher Education). Via http://jornalggn.com.br/noticia/bolsas-do-ciencias-sem-fronteiras-sao-interrompidas-pelo-governo

Gleisi: fui vítima de "espetáculo desnecessário"!

gleisi
Juízes que "protegem e retardam decisões de outros, sobre os quais há provas mais do que suficientes para uma ação contundente".

Saiu no Blog do Esmael Morais:

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em sua coluna desta segunda-feira (27), denuncia o espetáculo midiático que prendeu seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. Segundo ela, ele não participou nem se beneficiou de esquema de que o acusam. “Ele sabe que eu nunca o perdoaria!”, escreve a colunista. Gleisi afirma que a operação cinematográfica teve o objetivo de influenciar no Senado, onde aumentam as chances de barrar o impeachment de Dilma. Abaixo, leia, comente e compartilhe a íntegra do texto:

Um espetáculo desnecessário

Gleisi Hoffmann*

A prisão de Paulo Bernardo foi um despropósito do princípio ao fim. Prisão preventiva? Prevenir o que? Um processo iniciado em meados de 2015, sem nenhuma diligência feita, nenhuma oitiva realizada, mesmo por diversas vezes ter ele solicitado para depor?

Qual risco oferecia meu marido à ordem pública? A instrução processual? A aplicação da lei? Sempre esteve à disposição das autoridades, em endereço conhecido, há mais de dois anos não ocupa nenhum cargo público, é aposentado pelo Banco do Brasil, depois de 38 anos de contribuição previdenciária.

Conheço o Paulo há muitos anos. Sei de suas virtudes e de seus defeitos. Sei especialmente o que não faria. E não faria uso de dinheiro alheio para benefício próprio. Não admitiria desvios de recursos públicos para sua satisfação ou da família. Tenho certeza de que não participou ou se beneficiou de um esquema como o que estão acusando-o. Ele sabe que eu nunca o perdoaria!

O patrimônio que construímos ao longo de nossa vida nem de perto chega ao que estão acusando-o de ter se beneficiado. São dois imóveis adquiridos antes de 2004 e um, no qual moramos em Curitiba, adquirido em 2009, financiado junto ao Banco do Brasil, por 20 anos. É uma dívida, mais que do que um patrimônio, constantes das declarações de imposto de renda.

A imprensa noticiou nosso apartamento como uma grande cobertura. O condomínio tem 160 apartamentos, com vários prédios pequenos. O que dizem ser cobertura é o último apartamento, no oitavo andar, um pouco maior que os demais. É confortável, jamais luxuoso.

A operação montada para a busca e apreensão em nossa casa e para a prisão do Paulo foi surreal. Até helicópteros foram usados, força policial armada, muitos carros! Pra que isso, chamar atenção? Demonstração de força? Humilhação? Gasto de dinheiro público desnecessário, é isso!

Foi uma clara tentativa de humilhar um ex-ministro nos governos Lula e Dilma, que colheu muitos elogios no exercício de seu cargo. É também uma tentativa de abalar emocionalmente o trabalho de um grupo crescente de senadores que discordam dos argumentos que ora vêm sendo usados para afastar uma presidenta, legitimamente eleita por mais de 54 milhões de votos.

O que vemos é a mesma e repetida seletividade que vem marcando decisões do Ministério Público e de juízes que promovem carnavais midiáticos contra alguns políticos, ao mesmo tempo em que protegem e retardam decisões de outros, sobre os quais há provas mais do que suficientes para uma ação contundente, definitiva.

Não estou aqui a reclamar o respeito como parlamentar com mandato popular e prerrogativa de foro, sobre o qual, aliás, já me manifestei contrária e assinei uma Proposta de Emenda Constitucional para extingui-lo. Mas o respeito com que qualquer mulher ou homem deve ser tratado por agentes de estado, principalmente os que exercem a função policial. Senti na própria pele o que aflige diariamente milhares de pessoas, homens e mulheres, atingidos pelo abuso do poder legal e policial.

Nas remexidas em minha casa, sequer o computador que meu filho adolescente utiliza em seus trabalhos escolares foi poupado. Agora, é prova de processo criminal. Senti naquele momento todo o mal que pode causar o controle de segmentos do Estado sem limitações. Tentei impedir. Disseram que iriam devolvê-lo no mesmo dia. Sou uma pessoa de fé. Acreditei e liguei no final da tarde de quinta-feira porque meu guri sente falta do computador que usa para jogar e comunicar-se com os amigos. Responderam que só hoje, segunda, 26, começariam a analisar o disco rígido e não há mais data para devolvê-lo. Buscavam achar dinheiro? Cofres? Documentos que pudessem nos incriminar? Não acharam nada, nada! O que provavelmente tenha frustrado a operação espetáculo.

Minha luta aqui e agora é pela restauração da dignidade do nome de meu companheiro, duramente atingido pelas precipitações do noticiário. Sei que é uma cruzada difícil, contrariar a onda corrente.

Ainda não encontrei alívio para a minha dor, para a dor dos nossos filhos, apesar do testemunho de amigos e companheiros que, mesmo na adversidade, não perdem a fé e ousam falar com coragem, o melhor instrumento de combate que temos.

Quero agradecer aqui, publicamente, minha bancada de senadores e senadoras, que na primeira hora fizeram-me uma linda nota de solidariedade. Também a todos e todas que externaram carinho, confiança e apoio através de telefonemas, e mails, mensagens.


Muito obrigada aos que se solidarizaram comigo e com todas as pessoas da minha família. Tudo que tenho para oferecer de volta é a minha amizade e compromisso na luta por um mundo melhor. Podem contar comigo. Hoje e sempre.a

Governo Temer do PMDB acabando com o sonho da aposentadoria dos Brasileir@s!

Governo Temer quer 70 anos como idade mínima para aposentadoria. A meta é estabelecer no projeto, que será enviado ao Congresso, duas faixas: a primeira, de 65 anos; e a segunda, de 70 anos, para ser aplicada só daqui a 20 anos



Setenta anos, essa é a idade mínima para se aposentar que o governo Michel Temer quer para a próxima geração. 

A meta é estabelecer no projeto, que será enviado ao Congresso, duas faixas: a primeira, de 65 anos; e a segunda, de 70 anos, para ser aplicada só daqui a 20 anos.

Entretanto, para aqueles que já estão a atuar no mercado haverá um período de transição, para que eles não sejam prejudicados. Se um homem que já contribuiu 30 dos 35 anos que determinam a lei atual e tem 50 anos, ele não terá que trabalhar mais 15 anos, até os 65. Haverá uma transição. 



Com as mudanças, o Governo pretende elevar a idade médias das pessoas para a aposentadoria. Atualmente, a idade é de 54 anos. Com isso, aqueles que ingressarem no mercado de trabalho a partir da sanção da nova regra se enquadrarão integralmente na faixa de 65 anos.

Contudo, mesmo que o projeto seja enviado ao Congresso ainda este ano, provavelmente não será aprovado antes de 2017.


Via Redação O POVO Online

O que Cunha foi falar com Temer no Jaburu? Por Paulo Nogueira

Temer é Cunha
Temer é Cunha.

O que Cunha foi falar com Temer no Jaburu?
Está claro o poder do primeiro sobre o segundo, ou este não teria recebido um visitante tão comprometido com roubalheiras num momento de tamanha dramaticidade.
Vem à lembrança, imediatamente, a frase já antológica do delator Sérgio Machado: “Temer é Cunha”.
Repare na ordem. A precedência é de Cunha. Não é “Cunha é Temer”. É “Temer é Cunha”. Há uma subordinação explícita aí.
É péssimo para Temer receber Cunha, ainda mais na clandestinidade. É um encontro que não estava na agenda, e que vazou. É um embaraço tão grande que Cunha negou, mas o Planalto foi forçado a admitir, ou seria apanhado em flagrante mentira.
Jogar baralho é que eles não fizeram. Tampouco devem ter conversado sobre o Brexit ou quaisquer outras questões internacionais. É difícil imaginar que tenham trocado confidências sobre seus casamentos, Temer com Marcela, Cunha com Claudia.
Fatalmente o tema foi a perspectiva de Cunha de ser preso. Podemos todos imaginar o que Cunha conhece de Temer.
Eles têm histórias juntos. O grupo Libra, que opera a logística no Porto de Santos, é um dos elos comuns. O Libra doou recursos para a campanha de Temer. E colocou 591 mil reais na conta de Claudia Cruz.
O Libra não poderia atuar em Santos, dada sua dívida com a União. Mas atua. Mexa nesta história e você encontrará as mãos dadas de Temer e Cunha, como se fossem namorados.
O prontuário de Cunha sugere que ele foi a Temer fazer o mesmo que os senadores comprados com cargos e vantagens estão fazendo: cobrar a fatura.
É simplesmente impossível imaginar que Cunha vá aceitar apodrecer na cadeia depois de ter minado Dilma no Congresso ao bloquear suas medidas e depois comandar seu impeachment.
Temer vai ter que se mexer para socorrer o amigo em apuros, ou histórias horripilantes virão a público. Pense o que passa pela cabeça de Cunha: fomos parceiros, bróders, camaradas, e agora você está no Planalto e eu à beira da gaiola. É justo?
A questão é se Temer tem força para salvar de alguma forma Cunha.
Se não tiver, o que é o mais provável, é bom se preparar para uma tornozeleira, na melhor das hipóteses. Via http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-que-cunha-foi-falar-com-temer-no-jaburu-por-paulo-nogueira/

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