segunda-feira, 10 de março de 2014

PMDB prepara emboscada para Dilma na Câmara

Governo não pretende ceder ao líder da bancada do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), que diz ser preciso "repensar" aliança com o PT; em contrapartida, o deputado prepara ciladas para a presidente Dilma Rousseff na Casa; ele articula a aprovação de uma CPI para investigar a Petrobras, a convocação de ministros e presidentes de bancos públicos para dar explicações ao Congresso e ainda a derrubada do Marco Civil da Internet; encontro de ontem com o vice, Michel Temer, não foi suficiente para apaziguar ânimos; nas reuniões de hoje com bancadas do PMDB na Câmara e no Senado, Dilma tentará assegurar a aliança para as eleições.

Via 247 – Sem disposição para ceder ao líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, a presidente Dilma Rousseff corre o risco de sofrer 'tocaias' pela bancada, segundo o colunista Josias de Souza. Cunha articula na Casa, por exemplo, a aprovação de uma CPI para investigar a Petrobras, a convocação de ministros e presidentes de bancos públicos para dar explicações ao Congresso e ainda a derrubada do Marco Civil da Internet.

O encontro da presidente neste domingo com o vice, Michel Temer, não foi suficiente para apaziguar ânimos e garantir a aliança entre PT e PMDB durante as eleições de outubro. Este será o objetivo das reuniões marcadas para esta segunda-feira com as lideranças do PMDB na Câmara e no Senado, além do presidente do partido, senador Valdir Raupp (RO), e Michel Temer.
Leia abaixo reportagem da agência Reuters:

Crise com PMDB obriga Dilma a negociar mais

Por Jeferson Ribeiro,

BRASÍLIA, 10 Mar (Reuters) - A reunião entre a presidente Dilma Rousseff e o vice Michel Temer no domingo não foi suficiente para debelar a crise entre PT e PMDB, e a presidente terá uma nova rodada de conversas nesta segunda-feira com peemedebistas para tentar assegurar que os dois partidos manterão a aliança para as próximas eleições.

Em encontro de aproximadamente duas horas, Dilma e Temer trataram dos principais atritos entre as duas legendas na montagem dos palanques estaduais, na reforma ministerial e sobre as dificuldades na relação do governo com os partidos aliados, em especial com o PMDB, no Congresso, segundo relato de um peemedebista ouvido pela Reuters.

A fonte, que falou sob condição de anonimato, não deu detalhes sobre quais aspectos foram analisados e nem quais soluções foram encontradas para assegurar que o PMDB continuará apoiando o projeto de reeleição da presidente. Apesar disso, o peemedebista afirmou que Temer está otimista na manutenção da aliança.Nesta segunda, Dilma vai se reunir com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o líder da bancada na Casa, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) e, em seguida, receberá o presidente do partido, senador Valdir Raupp (RO) e o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Temer também estará nos encontros.

Parte dos problemas do governo com o PMDB decorre da má relação com os parlamentares da legenda aliada. As dificuldades são mais evidentes na Câmara, e Dilma tenta evitar que se alastrem para o Senado. Esse é um dos motivos para a petista fazer negociações separadas com os peemedebistas.

Nos encontros, a presidente tentará reforçar a aliança com os principais caciques peemedebistas para isolar o líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), que tem verbalizado as principais críticas ao governo e colocou em dúvida a aliança entre PT e PMDB para a disputa eleitoral deste ano.

Os problemas na relação entre o governo e o PMDB não são recentes, mas chegaram ao ápice nos últimos dias com trocas de acusações e xingamentos entre membros dos dois partidos, envolvendo principalmente Cunha e o presidente do PT, Rui Falcão.

Cunha conseguiu mobilizar um grupo de integrantes de legendas aliadas no Congresso, que ficou conhecido como blocão, para tentar impor derrotas ao governo e convocou uma reunião da bancada para a próxima terça-feira, em que não está descartada a decisão de romper com o Executivo. Dilma tentará desarticular esse movimento.

A presidente também tenta evitar que a crise, agravada pela insatisfação do PMDB com a reforma ministerial, reforce uma ala descontente do partido que articula a realização de uma convenção nacional em abril para deliberar sobre a manutenção do apoio à reeleição de Dilma.

Membros dos diretórios regionais do PMDB na Bahia e no Rio de Janeiro já declararam publicamente descontentamento com a aliança nacional com o PT, e conseguiram nos últimos dias a simpatia de outros diretórios.

Preocupada com a escalada da crise com seu principal aliado no Congresso, Dilma pediu ajuda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na semana passada para evitar a perda do apoio do PMDB. Lula assumiu na semana passada parte das articulações com os peemebebistas.


O ex-presidente foi o principal fiador da aliança entre PT e PMDB para a eleição de Dilma em 2010, a ponto de peemedebistas também terem pedido seu envolvimento direto na articulação desta vez. (Edição de Pedro Fonseca).

MIOPIA POLÍTICA. MAL ESTREIA.

Com surtos de memória e um certo grau de miopia política, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso estreou mal hoje o novo espaço de opiniões do portal de notícias UOL. 

Em vez de apontar soluções para velhos problemas - que ele próprio não resolveu - e caminhos para o futuro grandioso que todos nós desejamos, preferiu o ataque gratuito. 

Mal calibrado na artilharia, acusou o governo federal de promover perda continuada do poder de compra dos assalariados, entre outras coisas, devido à inflação média anual de 6,1%.

Ora, o poder de compra dos brasileiros, que já vinha crescendo desde 2003, continuou se expandindo no governo Dilma Rousseff.

Segundo dados oficiais do Dieese, os governos Lula e Dilma promoveram aumento real e substancial do salário mínimo – hoje mais que o dobro da era FHC, além do poder de compra da cesta básica.

FHC se esqueceu também que a média inflacionária nas suas duas gestões foi de 9,1%, ou 50% acima da era Dilma que, ao contrário dele, não furou o teto da meta. 

Injusto, ele comparou a presidenta Dilma Rousseff à rainha francesa Maria Antonieta, que se refastelava com a burguesia às vésperas de ser degolada na revolução francesa. 

Depois do diagnóstico de segunda, ele ofereceu uma receita de terceira para o futuro do País: “É hora para uma mudança da guarda, na esperança de que novos líderes tenham visão de estadistas, e não a de meros chefes de clã”.

Quem seria esse novo líder? O tucano Aécio, neto de Tancredo Neves e cacique de um dos mais antigos clãs mineiros?

FHC, que já pediu para esquecerem o que ele escreveu, dá-se ao desfrute, agora, de escrever na esperança de que as pessoas esqueçam, também, do tipo de governo que liderou.

VEM COM AGENTE "#FACEDOPT"

sexta-feira, 7 de março de 2014

Parabéns a bancada feminina do PT

Já que a mídia não mostra... Transpetro alcança marca de 10 navios lançados ao mar

navio-irma-dulce.jpg
A Transpetro lançou ao mar nesta sexta-feira (28/02) o navio Irmã Dulce, a décima embarcação do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) a atingir essa fase em um prazo de quatro anos. O navio foi transferido ao cais do estaleiro, onde passará por acabamentos antes da entrega para o início das operações. Logo depois do lançamento do petroleiro, foi realizado o batimento de quilha do terceiro navio da série de quatro panamax encomendados pelo Promef.
O Irmã Dulce é o segundo de uma série de quatro petroleiros do tipo panamax que serão batizados em homenagem a mulheres que ajudaram a construir a História do Brasil. O primeiro foi o Anita Garibaldi, que está na fase de acabamentos no mesmo estaleiro. Utilizados para o transporte de petróleo e derivados escuros, os navios desse tipo têm 228 metros de comprimento e capacidade de transportar 90,2 milhões de litros.

Das dez embarcações do Promef lançadas ao mar, sete já foram entregues à Transpetro: os navios de produtos Celso Furtado, Sérgio Buarque de Holanda, Rômulo Almeida e José Alencar, construídos pelo Mauá; e os suezmax João Cândido, Zumbi dos Palmares e Dragão do Mar, feitos pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE). Desse total, seis estão em operação. O Dragão do Mar fará a sua primeira viagem ainda neste primeiro trimestre.

“Com a décima embarcação do Promef lançada ao mar, conseguimos mostrar que a indústria naval brasileira alcança, cada vez mais, o patamar da produtividade e da produção em série. O Promef garante a encomenda de navios no Brasil e o conteúdo nacional mínimo de 65%. Agora, estamos perseguindo a competitividade internacional para colocar de novo o nosso país na posição de player mundial na produção de navios”, afirma o presidente da Transpetro, Sergio Machado.

O Promef
O Promef impulsionou a reconstrução da indústria naval brasileira após uma crise de décadas, com investimento de R$ 11,2 bilhões na encomenda de 49 navios e 20 comboios hidroviários. O Brasil tem, atualmente, a terceira maior carteira mundial de encomendas de petroleiros e a quarta maior de navios em geral. A indústria naval, que chegou a ter menos de dois mil operários na virada do século, hoje emprega 78 mil pessoas, segundo dados do Sinaval.
Com os sete navios entregues, o índice de conteúdo nacional é superior a 65%, quantitativo estipulado para a primeira fase do programa, garantindo geração de emprego e renda no país. Apenas no Estaleiro Mauá, onde o Irmã Dulce está sendo construído, foram gerados 3.400 postos de trabalho.
O Promef tem três pilares:
- construir navios no Brasil;
- alcançar índice de conteúdo nacional mínimo de 65% na primeira fase, e de 70% na segunda fase;
- atingir competitividade internacional, após a curva de aprendizado.
Os dois primeiros pilares já foram alcançados. E, com eles, o Promef ajudou a retirar a indústria naval brasileira do abandono em que se encontrava há décadas.
O terceiro pilar, a busca por competitividade internacional, é o atual foco. Para atingir este objetivo, a Transpetro criou o Sistema de Acompanhamento da Produção (SAP), que tem como função avaliar os processos produtivos dos estaleiros e sugerir alternativas para melhoria da produtividade.
Os principais players da indústria naval internacional, como Japão, Coréia do Sul e China levaram, respectivamente, 63, 53 e 23 anos para atingir a maturidade do setor. Em apenas 13 anos, o Brasil já obteve resultados comparáveis aos do mercado chinês.

Perfil de Irmã Dulce (26/05/1914 – 12/03/1992)
Irmã Dulce (Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes) foi uma das mais importantes ativistas humanitárias brasileiras do Século XX. Também conhecida como Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, a baiana de Salvador morreu em 1992, em sua cidade natal. Ela realizou obras de caridade para presidiários, mães lactantes, doentes, crianças, operários e pobres em geral, atividades que ganharam notoriedade no Brasil e no mundo.
Irmã Dulce pertencia à Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus e pode se tornar a primeira santa católica nascida no Brasil. A cerimônia de beatificação (última etapa antes da canonização), realizada em 2011, foi presidida pelo arcebispo emérito de Salvador, Dom Geraldo Majella Agnelo, designado para o evento pelo então papa Bento XVI.

Ficha técnica/navio Irmã Dulce:
· Tipo: petroleiro panamax
· Porte bruto: 72.900 Toneladas de Porte Bruto (TPB)
· Comprimento total: 228 m
· Boca: 40 m
· Calado:12 m
· Altura: 48,3 m
· Velocidade: 15 nós
· Transporta: petróleo e derivados escuros
· Capacidade para transportar 90,2 milhões de litros
· Característica: navio "shallow draft" (calado reduzido)

Etapas da construção de um navio
Segundo tradição da indústria naval mundial, a construção de um navio tem cerimônias que marcam etapas fundamentais das obras: o corte da primeira chapa de aço, o batimento de quilha, o lançamento ao mar e a entrega ao armador.
É importante ressaltar, sobretudo, a diferença entre o lançamento ao mar e a entrega ao armador:
Lançamento ao mar - Depois de concluída a edificação do casco, o navio é batizado e lançado ao mar, para os acabamentos finais. O lançamento libera o dique para o início das obras de uma nova embarcação. O navio em construção é transferido para o cais do estaleiro.
No cais, são feitas as obras de acabamento, as interligações dos vários sistemas e os últimos testes em equipamentos. Antes da entrega, o navio é geralmente levado de novo ao dique, para a limpeza do casco. Por fim, são feitas as provas de mar – viagens de curta duração que testam o desempenho geral da embarcação.

Entrega - Após a conclusão de todas as obras e testes, o navio é certificado por uma sociedade classificadora independente e entregue ao armador, para o início das operações. Via http://www.petrobras.com.br

Critério do prefeito Carlos Eduardo poderá ajudar chapa de Robinson e Fátima Bezerra

Segundo o petista, o argumento do prefeito para apoiar o PMDB favorece a também deputada federal Fátima Bezerra.

Se o critério a ser utilizado pelo presidente do PDT, prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, para definir apoio nas eleições para governo e Senado, for quem ajudou Natal, o chefe do executivo municipal apoiará a chapa Robinson Faria (PSD) governador, Fátima Bezerra (PT) senadora.

A constatação é do deputado estadual Fernando Mineiro (PT), em entrevista exclusiva a’O Jornal de Hoje. Segundo o petista, o argumento do prefeito para apoiar o PMDB – o partido, através do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, estaria ajudando Natal -, favorece a também deputada federal Fátima Bezerra.

“Se for esse o critério, acho que a decisão de Carlos Eduardo vai ser para apoiar a aliança PSD/PT, com Robinson e Fátima. A deputada Fátima foi a pessoa que talvez mais tenha ajudado Natal nos últimos anos”, diz.

PT e PSD devem se reunir com Carlos Eduardo após o carnaval. O apoio do prefeito e do PDT é tido como decisivo para fortalecer o palanque. Para a decisão do PDT, Mineiro diz esperar que “a unidade em torno de propostas político-administrativas seja superior à unidade familiar”.

JH – A aliança do PT com o PSD é fato consumado?

FM – A aliança está sendo construída. Está em processo de debate, de aproximação, de discussão, de afinação de discurso. O PSD com a candidatura de Robinson e o PT com Fátima são os únicos que têm candidaturas majoritárias nesse Estado. Os demais não têm nome. Então, é mais que natural. O processo está sendo construído. Tem um calendário pós-carnaval, dividido por regiões. Tem encaminhamento, tem andamento.

JH – O bloco PT/PSD deverá ter uma reunião após o carnaval com o prefeito Carlos Eduardo. PT e PSD foram importantes na eleição dele. Robinson apoiou logo no início, o PT apoiou no segundo turno, enquanto que o PMDB quis derrotá-lo, inclusive tornando-o inelegível. O que acha que vai pesar na decisão?

FM – Não tenho ideia. Não participei de nenhum diálogo com o prefeito Carlos Eduardo. Eu espero que prevaleça a aglutinação de um polo mais avançado político administrativo, que apresente propostas mais avançadas para o Estado. Espero que a unidade em torno de propostas político-administrativas seja superior proposta de unidade familiar para definir a aliança. É uma discussão que está em aberto, com PDT, com PC do B. E tem muitas conversas pela frente.

JH – Que acha de Carlos utilizar o argumento de que Henrique está ajudando a administração dele, sabendo-se que o dinheiro vem do governo federal, administrado pelo PT?

FM – Se for por esse critério, se tem parlamentar que mais ajudou Natal nos últimos anos, esse parlamentar se chama Fátima. Se for esse o critério, acho que vai ser para apoiar a aliança PSD/PT. Porque a deputada Fátima foi pessoa que talvez mais tenha ajudado Natal nos últimos anos.

 JH – O PT vai usar esse argumento na conversa com Carlos Eduardo, agendada para depois do carnaval, de que a parceria da administração de Natal é com o governo do PT e não com Henrique Alves?

FM – Acho que não. Até porque todos que contribuem com a cidade não fazem mais que a sua obrigação. E o critério de definição de aliança não pode ser esse. Até porque o governo, tanto do presidente Lula, quanto o atual da presidente Dilma, é bom exemplo da relação republicana até com os adversários. De tudo se acusou Lula e Dilma, menos de que tenham algum tipo de discriminação por razão de escolha partidária. Acho que esse é um bom exemplo para qualquer gestor. E acho que não vai ser esse critério que vai definir a aliança para 2014.

JH – Já se iniciou as discussões para a indicação do vice na chapa? Alguma sugestão para vice de Robinson?

FM – Nenhuma sugestão. Estamos começando um processo de discussão com os demais partidos. Está em aberto. O mesmo serve para suplente.

JH – Carlos Eduardo citou recentemente Marcelo Queiroz, da Fecomércio, como nome do PDT para ocupar uma suplência. Que acha do nome dele?

FM – Acho um bom nome. O processo de debate e discussão é que vai definir. Marcelo representa um segmento importante da economia do Estado. É um bom nome. Mas o que vai definir é o processo.

JH – E Agnelo, que já foi citado para vice, que diz?

FM – Também um bom nome. Mas, repito: O processo de preenchimento de vice e suplência vai ser fruto da discussão. Os partidos irão sentar e definir.

JH – O PMDB, através do ministro Garibaldi, disse esta semana que foi a deputada Fátima e o PT que fecharam as portas definitivas para uma aliança com o PMDB. O que achou?

FM – É como diz o próprio Garibaldi. Na reunião com o PT eles foram muito francos, ao dizer que a preferência deles era fazer aliança com Wilma. Ele nos comunicou em reunião no dia 24 de janeiro. Já a nota de Fátima fez registrar e constatar essa questão. Isso já foi noticiado. Não foi nenhuma, nem duas, nem três vezes que saiu matéria na imprensa dando conta de que, de 22 prefeitos, um concordava com a aliança com o PT. Então tinha um processo de exclusão da chapa. Eles passaram o ano todo de 2013 discutindo nas reuniões nacionais, falando que iam ter candidato ao governo, e o PT nacional falando que nós reivindicávamos aqui o Senado. E depois mudaram. É da política local e do estilo de cada partido. São escolhas.

JH – Parte do PT mantém o discurso contrário às oligarquias, uma aliança com o PMDB não seria ruim, nesse sentido?

FM – O PT é um partido plural, tem várias concepções, olhares e posições. Mas quando tira uma posição, como um todo, acata. Sempre foi assim. Assim será. Não será diferente. Até porque a união ou a desunião de grupos no Estado não se pauta pelo que um falou do outro.

JH – Apesar disso, Henrique disse que Fátima poderia ter falado com ele, em vez de publicar uma carta… Garibaldi afirmou que Fátima foi muito solene ao fechar as portas…

FM – Acho que a nota da Fátima foi de bom tom, expressou o que ela pensa. Quem sou eu para julgar. A nota é autoexplicativa.

JH – Wilma disse que Fátima não fechou as portas do PT a uma aliança com o PSB. Disse que o PT deixou frestas. O que ela quis dizer com isso?

FM – Não sei o que ela quis dizer com isso. Tem que perguntar para ela. A nota da Fátima é muito clara. Há uma inversão do debate político eleitoral no Estado. A dinâmica que foi dada, principalmente pelo PMDB, é adiar todas as decisões, deixar a política congelada, deixar um processo de indefinição, e não debater projetos e propostas. Então, tem um congelamento da política, do debate político administrativo. Esse frenesi entre conversa entre a, b e c e tal faz parte da política, mas é um negócio prejudicial. Os jornais só noticiam isso. Acho que esgotou. A sociedade está querendo um debate substantivo sobre o Estado. Esse caminho que foi adotado, em grande medida pelo PMDB, que é o maior partido do Estado, tem ministro, presidente da Câmara, eles deram uma dinâmica para o debate político eleitoral que não é de boa, que rebaixa a política e alimenta o disse me disse e a desconfiança, ‘não sei quem falou não sei o que’. O jornalismo político girou em torno de um disse me disse. É uma pobreza muito negativa para a sociedade. A sociedade está perdendo com isso. Acho que a energia devia se voltar para a discussão do Estado. Como sair desse buraco que o DEM criou no RN?

JH – O senhor acha que o palanque de Wilma com Garibaldi é contraditório, uma vez que eles foram adversários?

FM – Seria positivo para o Estado, se tivesse uma sintonia com o projeto nacional. Acho que esse tipo de contradição, esse tipo de arranjo político eleitoral, não por afinidade… Na verdade é um palanque que não tem afinidade político-administrativa. É um palanque que tem medo. Até agora não vi ser anunciadas propostas que os unifique. Parece-me muito mais um palanque de um ter medo de disputar com o outro do que qualquer outra coisa.

JH – Como analisa a situação do DEM no RN? Mesmo com o governo, o partido é rejeitado pelos demais grupos que não querem aliança com ele?

FM – Isso é resultado de um processo, de uma condução e de um estilo de governo. Aqui mesmo nas páginas do JH eu já sinalizei, não de agora, que se instalou na máquina um estilo de governar autocrático, muito autoritário, feito pelo DEM, que despreza os próprios aliados, não escuta a base. Eu desconheço que tenha havido uma reunião do governo com a base de sustentação política durante os mais de três anos de gestão. Nem com os deputados. Tanto que o DEM ficou isolado. O governo tem hoje alguns parlamentares e partidos, que tem cargos comissionados no governo e que garantem a chamada governabilidade de Rosalba.

Jornal de Hoje – Que análise faz desses gastos do governo com consultorias, cerca de R$ 122 milhões, em cinco anos, dentro do RN Sustentável?

Fernando Mineiro – Essa questão do valor das consultorias eu já havia denunciado quando da aprovação do empréstimo ao Banco Mundial, em dezembro de 2011. Está lá nos gastos dos empréstimos, já tinha denunciado.

JH – O que denunciou exatamente?

FM – O percentual altíssimo de gastos com consultoria à época, quando chegava a quase 5% do total dos empréstimos, valar bastante alto, quando se tem uma série de projetos no Estado. Até porque o empréstimo foi baseado em projetos. O empréstimo não foi uma carta genérica de intenções. O governo apresentou projetos para conseguir o empréstimo. Tem mais que fiscalizar e cobrar. O governo prioriza grupos de fora da máquina administrativa, quando você tem no quadro de servidores pessoas com competência.

JH – A Assembleia Legislativa deve fiscalizar?

FM – Tanto o Poder Legislativo quanto os órgãos de fiscalização, o Ministério Público, o Tribunal de Contas do Estado. Eu já levantei em dezembro de 2011.

JH – Há críticas à política econômica de Dilma. A população vai aprovar um novo mandato pra ela?

FM – Diante da crise que passa maior parte dos países do mundo, o Brasil está bem. Tem conseguindo um bom desempenho. É o terceiro melhor desempenho no PIB, atrás apenas da China e da Coreia. Todos os prognósticos de fracasso que a oposição tem falharam. Na verdade, oposição não tem projeto. O único projeto da oposição é o Brasil dar errado. Torce-se para que o Brasil dê errado para ver se tem chance. O que mostra o nível lamentável de disputa político ideológica no Brasil. O projeto da oposição é o Brasil dar errado. O nosso é o Brasil dar certo.

JH – E a participação de Dilma na campanha do RN?

FM – Será igual como ficou da outra vez. Dilma virá fazer a campanha dela e de Michel e quem a apoia estará no palanque dela. Questões locais em nada influenciarão o palanque nacional. Já aconteceu na eleição passada, quando parte do PMDB apoiou o DEM e a outra parte o PSB. Dilma esteve aqui, e não teve nenhum problema.

JH – Fala-se na possibilidade de Henrique ser o candidato do PMDB a governador. Neste caso, Dilma apoia e grava pra ele e vem para palanque de Fátima? Ou não vem para nenhum dos dois?

FM – Isso tem que perguntar a Dilma. Até porque a legislação proíbe. Só pode participar de programa onde o partido está. Dilma vai estar num palanque onde o PT está.
Fonte: O Jornal de Hoje.

Ela faz e vai fazer muita mais pelo RN. Fátima com prefeitos(as) e secretários das 17 cidades contempladas com creche - MEC/Proinfância


Foto Via face Fátima Bezerra

Convite para a posse do novo Diretório Municipal do PT de Janduís

PETROBRAS BATE RIVAIS EM TODOS OS INDICADORES

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Balanços das gigantes do petróleo revelam uma verdade inconveniente para os que apostam na derrocada da Petrobras: a estatal brasileira supera seus concorrentes em vários quesitos, como aumento da produção, dos investimentos e até do lucro, tanto no último ano, como numa análise que retrocede a 2006; diante dos dados econômico-financeiros, fica claro que a estatal, comandada por Graça Foster, está sendo submetida a um ataque especulativo por forças que gostariam que o Brasil adotasse um outro modelo para a gestão de suas reservas do pré-sal, menos nacionalista e mais parecido com o mexicano.

Via 247 – Dias atrás, numa conversa reservada, o chefe de um grande banco de investimentos no Brasil fez uma inconfidência. Afirmou que, se pudesse, investiria todo o seu patrimônio pessoal em ações da Petrobras, estatal brasileira que vem sendo castigada pelo mercado financeiro desde o início do ano. Só não o faz porque, como responsável pela corretora de um banco, sofre restrições legais para investir diretamente em ações da companhia.

Pessoas desse tipo, com acesso a informações qualificadas, estão convencidas de que algo muito inusual ocorre hoje com a Petrobras.  Desde o início do ano, a ação da empresa comandada por Graça Foster recuou 26,7%, sem nenhuma razão objetiva. Além disso, analistas do Brasil e de fora vêm alardeando a tese de que a empresa, sem novos reajustes nos preços dos combustíveis, poderia ter sua nota de risco rebaixada e ficaria impossibilidade de investir nos campos do pré-sal.

Mas será que é realmente isso o que mostram os números da empresa? Nada disso. A produção no pré-sal bate recordes sucessivos, acima de 415 mil barris/dia, e os indicadores econômico-financeiros também são positivos.

Uma comparação feita entre os balanços da Petrobras com quatro grandes rivais internacionais – Exxon Mobil, Shell, Chevron e BB – revela uma verdade inconveniente para muitos arautos do caos: a Petrobras, ao contrário do que dizem, ostenta números mais saudáveis do que suas rivais.

A começar pela última linha do balanço: a do lucro. De 2012 para 2013, a Petrobras avançou 1%, em dólar, enquanto Exxon caiu 27%, Shell recuou 35%, Chevron perdeu 18% e apenas a BP avançou impressionantes 113%.

A foto mais ampla, com dados de 2006 a 2013, também traz dados muito positivos para a Petrobras. Entre as cinco, foi a única que expandiu sua produção (11%), enquanto as outras caíram ou ficaram no mesmo lugar: Exxon (-1%), Shell (-8%), Chevron (0%) e BP (-18%).

Outro ponto importante diz respeito aos investimentos. Das cinco, a Petrobras, de novo, foi a que mais cresceu, com um salto de 228%, contra 114% da Exxon, 85% da Shell e 152% da Chevron.
Ataque especulativo?

Diante dos dados, fica claro que a Petrobras, maior empresa brasileira, está sob ataque. Sim, um ataque especulativo, movido por forças que gostariam que o Brasil adotasse um novo modelo para a gestão das reservas do pré-sal – de preferência, seguindo a inspiração mexicana, onde a estatal Pemex aderiu a um regime de concessões aberto aos investidores externos.

No Brasil, desde a escolha do modelo de partilha, a empresa tem sido submetida a vários questionamentos. Recentemente, em editorial, o jornal Folha de S. Paulo defendeu um modelo mais mexicano e menos brasileiro. “A Petrobras não pode nem precisa se envolver em todos os blocos. O interesse nacional de produzir o máximo de petróleo no menor tempo possível – e de coletar impostos e royalties – será mais bem atendido se houver outros participantes na empreitada”, dizia o texto da Folha. Antes, a mesma tese havia sido defendida pela revista Exame, da Editora Abril.

No entanto, uma ampla reportagem do jornal El Pais, publicada na semana passada, afirmou que a Petrobras está anos-luz à frente da mexicana Pemex. Os dados financeiros revelam que ela também não deve nada a gigantes como Shell, Exxon-Mobil, Chevron e BP.

Confira, abaixo, uma análise comparativa dos balanços da Petrobras com os de suas grandes concorrentes internacionais:


Homenagem às mulheres dirigentes do PT do RN e àquelas que trabalham no nosso mandato

Fotos: Cedidas. Arte: Lucas David Albino. Fonte: Assessoria do Mandato.

Documentos revelam participação de FHC e Gilmar Mendes no ‘valerioduto tucano’

Mendes
Tanto FHC quanto o ministro Gilmar Mendes constam de documentação anexada a processo contra Marcos Valério.

Documentos reveladores e inéditos sobre a contabilidade do chamado ‘valerioduto tucano‘, que ocorreu durante a campanha de reeleição do então governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB), em 1998, constam de matéria assinada pelo jornalista Leandro Fortes, na edição dessa semana da revista Carta Capital

A reportagem mostra que receberam volumosas quantias do esquema, supostamente ilegal, personalidades do mundo político e do judiciário, além de empresas de comunicação, como a Editora Abril, que edita a revista Veja.

Estão na lista o ministro Gilmar Mendes, do STF, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), os ex-senadores Artur Virgílio (PSDB-AM), Jorge Bornhausen (DEM-SC), Heráclito Fortes (DEM-PI) e Antero Paes de Barros (PSDB-MT), os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e José Agripino Maia (DEM-RN), o governador Marconi Perillo (PSDB-GO) e os ex-governadores Joaquim Roriz (PMDB) e José Roberto Arruda (ex-DEM), ambos do Distrito Federal, entre outros. Também aparecem figuras de ponta do processo de privatização dos anos FHC, como Elena Landau, Luiz Carlos Mendonça de Barros e José Pimenta da Veiga.

Os documentos, com declarações, planilhas de pagamento e recibos comprobatórios, foram entregues na véspera à Superintendência da Polícia Federal, em Minas Gerais. Estão todos com assinatura reconhecida em cartório do empresário Marcos Valério de Souza – que anos mais tarde apareceria como operador de esquema parecido envolvendo o PT, o suposto “mensalão”, que começa a ser julgado pelo STF no próximo dia 2. A papelada chegou às mãos da PF através do criminalista Dino Miraglia Filho – advogado da família da modelo Cristiana Aparecida Ferreira, que seria ligada ao esquema e foi assassinada em um flat de Belo Horizonte em agosto de 2000.
Segundo a revista, Fernando Henrique Cardoso, em parceria com o filho Paulo Henrique Cardoso, teria recebido R$ 573 mil do esquema. A editora Abril, quase R$ 50 mil e Gilmar Mendes, R$ 185 mil. Via http://correiodobrasil.com.br

Homenagem da deputada Fátima Bezerra no dia Internacional da Mulher

Mandato do vereador Hugo Manso em ação: Projeto de Lei do Nosso Mandato é referência de elaboração para o RN

Foto do blog clarim natal noticias

Projeto de Lei do Nosso Mandato que dispõe sobre registro e licenciamento de ciclomotores de até 50 cilindradas é referência de elaboração legislativa.

O Ministério Público do RN vem realizando um processo de discussão com gestores municipais na perspectiva da necessidade de regulamentar o uso dos ciclomotores. Neste sentido, participamos no último dia 07/02, na sede da Procuradoria Geral de Justiça, de reunião convocada pelo CAOP Cidadania com representantes do Ministério Público, das Câmaras Municipais e Prefeituras dos municípios onde já ocorreu o processo de municipalização da gestão do trânsito para tratar da necessidade de se implementar leis municipais que  regulamentem o registro e licenciamento de ciclomotores de até 50 cilindradas, conforme prevê o Código de Trânsito Nacional.

O MPE está utilizando com referência para elaboração de projetos de lei nesses municípios o PL nº 57/2013, de autoria de nosso mandato e do vereador Felipe Alves, apresentado na Câmara Municipal de Natal desde o início de 2013.

O quadro de acidentes causados por motocicletas no trânsito brasileiro é de uma gravidade estarrecedora. Um estudo inédito sobre a violência no trânsito, realizado pelo Instituto Sangari por meio da análise de 1 milhão de certidões de óbito em todo o mundo, revelou que o Brasil é o segundo país do mundo em vítimas fatais em acidentes envolvendo motocicletas, com 7,1 óbitos a cada 100 mil habitantes. O Mapa da Violência 2012 mostra que apenas no Paraguai se morre mais. A situação no Brasil e no vizinho sul-americano é bem diferente do terceiro colocado no ranking global: a Tailândia tem taxa de 4,6 óbitos por 100 mil habitantes.

Como base de comparação, o índice nos Estados Unidos, o décimo colocado da lista, é de 1,7 óbito a cada 100 mil habitantes. Nos últimos 15 anos, o crescimento da taxa de mortalidade em acidentes com motocicleta no Brasil aumentou 846,5%, enquanto a de carros cresceu 58,7%. O nível da violência no trânsito é tanto que condena à morte no local do acidente cerca de 40% dos envolvidos nas ocorrências. Entre as vítimas, 75% são homens e 40% têm entre 21 e 35 anos.

Uma das razões para este panorama é a explosão no mercado das duas rodas nos últimos 10 anos. A frota de motocicletas em circulação no país cresceu nada menos que 246% na última década, atingindo 18,5 milhões de unidades.  Outras causas apontadas por especialistas, como José Eduardo Gonçalves, diretor executivo da ABRACICLO, a associação das fabricantes de motocicletas, são a ausência de uma legislação mais rigorosa com a categoria, a falta de pistas exclusivas para motos e a não obrigatoriedade de treinamento específico para trabalhadores como motoboys.

Os prejuízos causados à sociedade brasileira vão, desde a perda de milhares de vidas humanas,  aos gastos com saúde e previdência social decorrentes das vítimas dos acidentes com motocicletas, bem como a tragédia cotidiana dos congestionamentos urbanos, que, somente com um sistema de transporte coletivo de qualidade poderá ser solucionada.

Foi no sentido de contribuir para a diminuição dessas estatísticas e, também, para possibilitar uma maior regulamentação do tráfego desses veículos, de modo a permitir, por parte dos órgãos gestores do trânsito, a fiscalização e aplicação de medidas coercitivas, que apresentamos o referido Projeto de Lei, que prevê, além do licenciamento e registro dos ciclomotores de até 50, cilindradas, as popularmente conhecidas como “cinquentinhas”, a necessidade do condutor desses veículos portarem a Autorização para Conduzir Ciclomotores, além dos equipamentos básicos de segurança, especialmente o capacete.

Outra motivação para apresentarmos o PL57/2013 foi o fato de que esses veículos são largamente utilizados para prática de crimes, pois a falta de registro e licenciamento dos mesmos impossibilita a sua localização pela Polícia e a identificação desses criminosos.


Louvamos a iniciativa do Ministério Público Estadual em provocar os Legislativos e Executivos municipais, no sentido de também regulamentarem o uso desses veículos e temos a certeza do acerto da iniciativa do nosso mandato, em parceria com o mandato do vereador Felipe Alves, em propor o Projeto de Lei de nº 57 na Câmara Municipal de Natal. Colocamo-nos a disposição das Câmaras Municipais no sentido de socializar o texto do citado projeto para que possa subsidiar a elaboração de iniciativas legislativas em outros municípios do nosso Estado. 

Dia Internacional da Mulher – Programação das atividades

Organizações Sociais realizam semana de ações em comemoração do Dia Internacional da Mulher

As organizações que compõem o Comitê Estadual do Plebiscito pela Reforma Política – entre as quais o mandato do deputado Fernando Mineiro e a Secretaria Estadual de Mulheres do PT – divulgaram o calendário de atividades em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. As comemorações começam no dia 7 (sexta) e se estendem até o dia 15 (sábado). Para marcar o início dos eventos, nesta sexta, haverá duas atividades. 

A primeira, das 12h00 às 17h00, é uma edição especial da Feira Metropolitana de Economia Solidária no Espaço Cultural Ruy Pereira, ao lado do campus do IFRN da Cidade Alta. Em seguida, das 17h00 às 21h00, ainda no IFRN, acontece o seminário “Plebiscito popular? Constituinte? O que nós, mulheres, temos com isso?”.

A programação, segundo as entidades que compõem o Comitê do Plebiscito, foi unificada, reunindo iniciativas novas e outras que já estavam em curso. No sábado, 8, a partir das 9h00, haverá uma ação com as mulheres no bairro de Felipe Camarão, organizada pelo Conselho Comunitário. No final da tarde, elas saíram em caminhada pelas principais ruas do bairro.

Paralelamente, a partir das 15h00, acontece a 1ª Caminhada do Dia Internacional da Mulher no bairro de Nossa Senhora da Apresentação, na zona Norte de Natal. A concentração é na Avenida Boa Sorte (em frente à farmácia Santa Fé). Ainda no sábado, das 9h00 às 14h00, acontece a continuação da Feira Metropolitana de Economia Solidária no Espaço Cultural Ruy Pereira.

Já no domingo, 9, a partir das 16h00, ocorre mais um Grito Urbano da Zona Norte, no terminal de ônibus do bairro Soledade. Nesta edição haverá apresentações de atrações femininas, como o grupo das Caboclas MCs, as meninas do Arte de Rua, o balé do bairro dos Guarapes e a batucada do Levante Popular da Juventude, entre outras.

Na segunda, 10, a partir das 14h00, haverá um Ato Público em alusão ao 8 de Março, com concentração na Praça Cívica, depois saindo em caminhada até a Prefeitura do Natal.

Através da iniciativa do mandato do vereador Hugo Manso (PT), na quarta, 12, será realizada uma audiência pública, a partir das 9h00 na Câmara Municipal, para debater a reforma administrativa proposta pela Prefeitura do Natal, com destaque para as políticas públicas voltadas às mulheres.

A programação se encerra no sábado, 15, com uma ação no bairro de Mãe Luíza, na zona Leste de Natal, na Escola Estadual Severino Bezerra de Melo, organizada pelo Núcleo de Ação Social e Cidadania (NASC). O evento contará com atendimentos na área de assistência social, apresentações culturais e palestras. Foto: Vlademir Alexandre. Arte: Lucas David Albino. Fonte: Assessoria do Mandato.

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